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Faltam 30 dias para a décima edição da Brasil Game Show

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#BGS10: Riot Games leva UNILoL para Brasil Game Show e promove desafio universitário de League of Legends

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[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

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Confira os destaques da Brasil Game Show 2014

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E3 2014: Assista a conferência da Nintendo (Wii U, 3DS)

Faltam 30 dias para a décima edição da Brasil Game Show

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Faltam 30 dias para a décima edição da Brasil Game Show

Em 30 dias o Brasil será o ponto de encontro dos games na América Latina e oferecerá tudo aquilo que um fã de jogos eletrônicos mais quer: encontrar as maiores personalidades do universo gamer, conhecer os principais lançamentos das mais importantes marcas, assistir a campeonatos emocionantes de eSports e, claro, jogar. Tudo isso estará na décima e histórica edição da Brasil Game Show (BGS), que acontece de 11 a 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, com atrações para deixar o público ansioso pela feira de games que será a maior e melhor de todos os tempos. Os visitantes da BGS já sabem que encontrarão mais de 250 marcas, convidados internacionais, jogos que sequer foram lançados e poderão ser testados, campeonatos eletrizantes entre times profissionais de esportes eletrônicos e uma área exclusiva de Meet & Greet para ver, pegar autógrafos e tirar fotos gratuitamente com personalidades do universo gamer. E ainda vem muita novidade por aí.

 

Grandes estrelas da indústria dos jogos eletrônicos estarão no Brasil

 

A BGS reunirá no Brasil alguns dos maiores nomes do mundo dos videogames e muitos deles estarão no país pela primeira vez. Verdadeiras lendas vivas dos jogos eletrônicos aterrissarão em São Paulo para participar de uma extensa lista de atividades, que inclui a apresentação de painéis sobre suas trajetórias profissionais, encontro com fãs em sessões de Meet & Greet onde posarão para fotos e darão autógrafos. Até agora estão confirmadas as presenças de:

 

·         Hideo Kojima, diretor e designer de games e criador da série Metal Gear e diretor-executivo da Kojima Productions;

·         Ed Boon, criador da série Mortal Kombat;

·         Nolan Bushnell, criador do Atari 2600;

·         David Crane, criador do game clássico Pitfall e cofundador da Activision; 

·         Hector Sanchez, produtor de jogos das séries Mortal Kombat e Injustice e que atualmente está na Annapurna Interactive, responsável pelos jogos recém-anunciados Ashen e The Artful Escape;

·         Stephen Bliss, que foi artista sênior da Rockstar entre 2001 e 2016 e é um dos responsáveis pela icônica identidade visual de GTA.

 

 

Os jogos mais aguardados

 

Como sempre acontece, muitos jogos serão lançados na BGS. A 30 dias da décima edição da feira, alguns dos títulos mais esperados do ano já foram confirmados para o evento. A Activision, que está de volta à Brasil Game Show, já revelou que os jogadores brasileiros terão a oportunidade de experimentar seus dois lançamentos: “Call of Duty: WWII” e “Destiny 2”. Já a Ubisoft trará os aguardados “Assassin’s Creed Origins” e “South Park: A Fenda que Abunda Força”, e a publicadora RedFox Games vai disponibilizar para os gamers brasileiros o MMORPG “Black Desert Online”.

Também já estão confirmados jogos como “GWENT: The Witcher Card Game”, do estúdio polonês CD Projekt Red, e “Summoners War”, da sul-coreana Com2Us, que este ano atingiu a marca de 80 milhões de downloads e é um dos games mais baixados na Apple Store e na Google Play.

 

O melhor do mercado brasileiro de games

 

Desde 2014, a Brasil Game Show tem um espaço exclusivo dedicado ao mercado brasileiro e aos desenvolvedores independentes, a Área Indie. O espaço, que começou com sete estandes, este ano terá mais de 100. Os diversos estúdios nacionais que estarão no evento apresentarão jogos dos mais variados temas, como esportes, aventura, luta, música, quiz, terror, educativos, lendas, batalhas e até transportes, que poderão ser jogados em várias plataformas. Entre os títulos de destaque, vale citar os premiados “Distortions”, da Among Giants e “No heroes here”, desenvolvido pela Mad Mimic Interactive. Os desenvolvedores independentes participarão de palestras abertas para os visitantes do evento e contarão um pouco sobre sua carreira e trajetória profissional.

 

Meet & Greet

 

Além dos convidados internacionais, outras celebridades do universo do entretenimento passarão pela BGS e os visitantes poderão aproveitar o evento para conhecê-los, tirar fotos e pegar autógrafos, sem custo adicional, tanto na área Meet & Greet Canon como nos estandes de expositores, em todos os dias da feira. Os interessados podem acompanhar as novidades pelo site: www.brasilgameshow.com.br/meet-greet/

 

Marcas já confirmadas na #BGS10

 

Serão mais de 250 marcas na décima edição da Brasil Game Show. Entre patrocinadores, expositores e parceiros, já foram reveladas as seguintes empresas:  Activision, Canon, Chance6,  CD Projekt Red,  Com2Us, Dazz Maxprint, Dell, DXRacer, Flux Game, Gigabyte, HyperX, Kocca, Nixton Piticas, Razer, RedFox, Saraiva, TNT Energy Drink, Ubisoft, Warner Bros. Games, 11 Bit Studios, ACE, Ambize Studio, Among Giants, Anguis Game Studio, Atitude Point, Behold Studios, Big Head Store, Canvas Games, Cat Nigiri, Cogumelo Corp, Copag, Cougar, Crazzy Arcade, Dark Paladin, Dreaminside Studio, ETS2 Rotas Brasil, FlipFlop Lab, Game Nacional, GAMEscola, Gamemax, GamersClub, Games X, Gartic, Geek 42, Geek Connection, Geek Tag, Gênio Quiz, Genos Studio, GPD GamePad Digital, Hexa Game Studio, Hermit Crab, Imgnation, Incomm, JokenPô, JZ Culture & Comm, Lady Snake Rock Wear, Loja Tip, McFly, Mad Mimic, MBR Editorial, Midas Club, Ninetales Studios,  Onanim Studio, Rixty, Online IPS (International Processing Solution), Palácio Geek, Pong, Pro Simuladores, Rockhead Games, RMAL, Seagate, ServerLoft, SheePixel, South Box Game Studio, Square12, StreamSoft Games, Sunrise, Thermaltake, The Suns Store, The Duel Brasil, Toys Collection, Vneta Studios, Void Studios, World of Collectibles e XFire Gamers.

 

 

Descontos em passagens e hotéis

 

            A BGS recebe visitantes de todo o Brasil. Para facilitar a vinda do público, dar mais conforto e segurança, o evento conta com parcerias com a LATAM, que dá descontos de até 25% em passagens aéreas, com a ClickBus, que oferece passagens rodoviárias 15% mais baratas, e com a Evnts, que tem opções de hospedagem a preços diferenciados durante os dias da feira. Para aproveitar os benefícios, os interessados devem acessar o site: www.brasilgameshow.com.br/transporte/  

 

Ingressos

Para conferir de perto todas as novidades da #BGS10, os interessados podem adquirir ingressos do sétimo lote até o dia 15/09 com desconto de até 12% pelo site oficial www.brasilgameshow.com.br. Dessa forma, os tickets para cada dia da BGS custam R$ 79,00 (meia-entrada) e o passaporte para os quatro dias do evento abertos ao público R$ 237,00 (meia-entrada), ou seja, com este pacote, um dia de evento sairá de graça para o visitante.

Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Para acompanhar de perto todas as novidades da #BGS10 e garantir os ingressos, acesse: www.brasilgameshow.com.br.

#BGS10: Riot Games leva UNILoL para Brasil Game Show e promove desafio universitário de League of Legends

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#BGS10: Riot Games leva UNILoL para Brasil Game Show e promove desafio universitário de League of Legends

10 edição será no Expo Center Norte (Foto: Cido Coelho/NoReset)

Disputa de LoL está confirmada para a Brasil Game Cup (BGC); competição será disputada por quatro times de universidades do Brasil e distribuirá R$ 10 mil entre os vencedores

São Paulo, 06 de setembro de 2017 – A Brasil Game Show (BGS) se aproxima e os anúncios não param. Agora, a BGS anuncia, ao mesmo tempo, a estreia do UNILoL na décima e histórica edição da feira, que acontecerá entre os dias 11 e 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e a realização do campeonato universitário de League of Legends (LoL) na Brasil Game Cup (BGC). Com mais de cem milhões de jogadores ativos por mês, LoL estará na tradicional competição de eSports da BGS com o Desafio UNILoL, primeiro torneio promovido pelo programa universitário, que premiará os vencedores com R$ 10 mil, sendo R$ 7 mil para o primeiro e R$3 mil para o segundo colocado.

Quatro times serão selecionados para participar do Desafio UNILoL, com base nos resultados dos torneios universitários realizados este ano no Brasil e mapeados pelo programa. As instituições classificadas serão divulgadas ainda em setembro. Todas as partidas do Desafio UNILoL acontecerão na quarta-feira, dia 11/10, e contarão com transmissão ao vivo nos canais oficiais da BGC no Twitch e YouTube.

“Estamos felizes em anunciar o Desafio UNILoL com equipes do cenário universitário que tiveram destaque em campeonatos realizados neste ano”, afirma Fabrício Santos, especialista em projetos na Riot Games no Brasil e responsável pelo UNILoL, programa universitário que apoia a criação de clubes de League of Legends dentro de instituições de ensino. “O nosso objetivo é criar um espaço permanente que conecte jogadores de LoL de uma mesma instituição, e levar as equipes para um desafio na BGS mostra para a comunidade a força do cenário universitário”, completa.

O UNILoL é um programa acadêmico, cujo objetivo é fomentar o desenvolvimento de ações sociais e competitivas no universo Buniversitário. Por meio de um portal, os estudantes cadastram clubes, que são organizados geograficamente, e têm acesso à dicas sobre como coordenar torneios e dar visibilidade às equipes.

“League of Legends é um grande título e é uma satisfação trazê-lo novamente para a BGS, especialmente nesta edição comemorativa. Além disso, é um prazer realizar na #BGS10 o primeiro desafio organizado pelo UNILoL no Brasil”, afirma Marcelo Tavares, fundador e CEO da Brasil Game Show.

Para conferir de perto as partidas das finais da Brasil Game Cup e todas as novidades da #BGS10, visitantes podem adquirir ingressos do sétimo lote com desconto de até 12% pelo site oficial www.brasilgameshow.com.br . Dessa forma, os tickets para cada dia da BGS custam R$ 79,00 (meia-entrada) e o passaporte para os quatro dias do evento abertos ao público R$ 237,00 (meia-entrada), ou seja, com este pacote, um dia de evento sairá de graça para o visitante.

Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Sobre a Riot Games
A Riot Games tem como objetivo ser a empresa de jogos mais focada no jogador do mundo. A empresa foi criada em 2006 por jogadores empreendedores, que acreditam que o desenvolvimento de jogos focado na comunidade pode ter resultados incríveis. Em 2009, a companhia lançou seu primeiro título, League of Legends, aclamado pela crítica e pela comunidade, com mais de 100 milhões de jogadores por mês. A empresa está sediada em Santa Monica, na Califórnia, além de possuir 23 escritórios ao redor do mundo.

Sobre a Brasil Game Show – realizada pela primeira vez em 2009 na capital carioca como Rio Game Show, a BGS está a caminho de sua décima edição. Em 2017, a maior feira de games da América Latina e o segundo maior evento do setor no mundo em área utilizada será realizada de 11 a 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Dark Souls e sua dificuldade justa

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Dark Souls e sua dificuldade justa

Olá pessoas, faz um tempo que não escrevo nada por aqui, e vendo que estou empacado com rabiscos e outro projetinho, resolvi escrever um texto rápido sobre algo antigo, mas que me abriu os olhos: minha experiência com o primeiro Dark Souls.

"Customização...nem sempre é algo sério..."

“Customização…nem sempre é algo sério…”

Antes de tudo, in counter strike – csgo, eu tinha certo preconceito com o jogo, pois de tanto ver gameplay do jogo pela internet, eu pensei “eu não vou jogar algo para passar raiva e não completar”, e por isso demorei a tocar nele. Porem eu cometi o erro de todo curioso: deixei a tentação me controlar, e acabei jogando. Contudo eu estava jogando mais cautelosamente do que jogaria um survival horror de tanta apreensão. Realmente o jogo te deixa agoniado, pois pessoas que apenas pensam em ir adiante, terminar o mais rápido possível e dar um ataque rápido e feroz no inimigo tendem a se ferrar com grandiosidade, resultando na famosa tela “You Died”. E acreditem, a culpa é totalmente NOSSA!!!

MELHOR EXEMPLO!!!

MELHOR EXEMPLO!!!

Há um bom tempo atrás o amigo “Viadão” Fernando Moraes e eu conversamos sobre o jogo e ele me disse algo que resume bem o jogo: o jogo não é extremamente difícil, a dificuldade dele é justa, o que torna ele difícil somos nós (jogadores) que agimos sem o mínimo de planejamento. E de fato é isso mesmo, pois a ideia de defender, flanquear, rebater o ataque do adversário e contra-atacar (alias o Parry salva vidas, pessoas. Dominem, ou morram!), e o principal, que é estudar os movimentos dos inimigos são coisas bem exploradas. Claro, há inimigos que você não venceria no momento atual e que, por teimosia você acaba encarando (e morrendo). Mas aí é aprendizado, e o jogo te mostra na morte como aprender é doloroso, e mesmo morrendo inúmeras vezes o jogo te instiga a voltar lá onde você morreu, tanto para reaver as preciosas almas que você coletou com suor, sangue e morte, quanto com aquela sensação de que aprendeu algo, e que agora aquele esqueleto ordinário não vai chutar sua bunda de novo (mas acaba chutando).

se acostume...

se acostume…

Algo que também me deixou com pulgas atrás das duas orelhas foi a história, ou a falta dela. Melhor explicando, não é que não tenha história, mas acho que estou tão acostumado com história jogada na nossa cara, inúmeros reports e files para ler e cutscenes/flashbacks que quando a história é dita de maneira informal, por base do que os NPCs sabem (que normalmente é pouco) você fica boiando no que ocorre. E realmente é bem informal, o máximo que é sabido inicialmente é que o protagonista é uma espécie de morto-vivo com uma maldição e que (possivelmente) você seja um morto-vivo predestinado a grandes feitos, numa terra de altas confusões, cheia de esqueletos mortais (ARGH, OS ESQUELETOS…). E enquanto uns dizem mais sobre o tal mito, outros dizem histórias sobre o passado daquela área, outros sobre coisas sem menor sentido, outros apenas soltam risos sem motivo algum (o que gera certo desconforto…), e temos o SOLAIRE OF ASTORA!!! PRAISE THE SUN, MOTHERF$%&*!!!

"CAN YOU FEEL THE SUN?!"

“CAN YOU FEEL THE SUN?!”

Apesar de tudo, mesmo tendo penado com o jogo, tanto pela dificuldade quanto pelo péssimo port para PC, que possui inúmeros slowdowns (E eu tenho um bom computador), eu terminei o maldito. E quero terminar novamente, de preferencia em outra plataforma como o PS3, pois além de já ter citado o problema da versão para PC (Prepare to Die Edition), eu não sou nada familiarizado com o controle do Xbox, e o jogo te impõe a jogar apenas nele, já que ele não permite que tenha uma jogabilidade decente no teclado e mouse (tive que adaptar um controle de ps3 em uma gambiarra para jogar satisfatoriamente). Ainda assim é um jogo que me instiga a jogar novamente, e não sei explicar o porquê de maneira coesa e sem falhar mais no português, pois ver inúmeras vezes a tela de morte do jogo já virou rotina. Talvez seja um masoquismo incubado, não sei…

 

Customização...apenas PARE!!!

Customização…apenas PARE!!!

Morre Ralph Baer, pai do console de videogame (e do Odyssey)

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Morre Ralph Baer, pai do console de videogame (e do Odyssey)

A família confirmou ao site Gamasutra que o inventor do conceito de console de videogame, o engenheiro alemão, Ralph H. Baer, morreu aos 92 anos no domingo.

Ele inventou o Brown Box entre 1966 e 1968 com o auxílio de Bill Harrison e Bill Ruscj e uma verba de pesquisa de US$ 2,5 mil, 40 transistores e 40 díodos e depois vendeu o conceito para a empresa Magnavox e juntos, em 1972, lançaram o Odyssey. Além do console ele desenvolveu o primeiro periférico para um videogame, a pistola de luz, que fazia parte do jogo Shooting Gallery.

O Odyssey recebeu 27 títulos, distribuídos, como Tennis, Sky e Wipeout, em 12 cartuchos. Com isso, as vendas alcançaram a marca de 330 mil consoles vendidos. Durante sua carreira como cientista e inventor, desenvolveu mais de 150 produtos, que foram patenteados nos Estados Unidos.

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Baer também inventou o jogo Simon ou Genius, no Brasil, que ficou popular nos anos 80 por aqui. O sucesso do Odyssey inspirou concorrentes, como Nolam Bushnell, que criou a sua empresa de videogames, a Atari além de outras empresas.

O inventor também recebeu prêmios do Instituto de Engenheiros Eletricistas e Eletrônicos (IEEE), da Game Developers Conference como pioneiro, em 2008 e recebeu do presidente dos EUA, George W. Bush a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação.

O que engenheiro alemão deu o pontapé para o desenvolvimento da indústria de games. Ele deixa três filhos.

The Game is on the Book #2 – Flashbacks

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The Game is on the Book #2 – Flashbacks

Olá pessoas, antes de mais nada, creio que alguns esclarecimentos são cabíveis aqui.

Além do habitual pedido de desculpas pela falta de atualizações, devo informar vocês que botarei em um “hiato de prazo indeterminado” a Crossover FAIL+, vulgo histórias do Ash Marombado. O motivo principal é que, diferente da The Game is on the Book, que já tenho um final e ele vai ser usado em breve, não vejo como prosseguir com a história por hora. E também por conta de uma nova idéia que mostrarei aqui no site, que envolve desenho, animação e um pouquinho de trabalho vocal. Aguardem e confiem (ou suspeitem).

Enfim, relembrando os acontecimentos passados, a nossa heroína Susi foi capturada e nossos outro heróis levaram surras lendárias, até uma figura nova aparecer e salvar eles. A propósito, é sempre bom me desenhar em forma:

É sempre bom ver que meu traço melhorou, mas é ruim por conta de ver o quanto poderia ter melhorado. Problemas de desenhistas amadores. E uma coisa que adoro em qualquer quadrinho ou mangá são os flashbacks. Adoro ver como o personagem chegou até o ponto atual, seja tragicamente ou não.

Há 20 anos, o Sega Saturn era lançado no Japão

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Há 20 anos, o Sega Saturn era lançado no Japão

Sega Saturn, o console de 32 bits da Sega, rival do PlayStation, da Sony, completa 20 anos neste domingo. A primeira idéia começou entre 1992 e 1993, quando a Sega estava decepcionada com os resultados do Mega Drive/Genesis, diante do Super Nintendo, da Nintendo na Batalha dos 16-Bits. Mesmo com a criação dos periféricos Mega CD/Sega CD, o console não conseguiu fazer frente ao SNES.

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Então, a Sega começou a pensar no sucesso dos seus jogos dos arcades Sega Model 1 que tinha grande capacidade de processamento, perto dos 32-Bit e criava gráficos em 3D. Virtua Fighter, Daytona USA, Virtua Racing conquistou vários fãs. Essa vantagem poderia ser o ponto de partida inicial do que foi apresentado em 1994.

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Durante a Tokio Game Show, o Projeto Saturn foi anunciado. Depois o console teria o mesmo nome. O CPU foi desenvolvido a partir de uma parceria com a Hitachi. Assim nasceu o SuperH RISC Engine, o SH-2, que na visão dos executivos da Sega era barato e eficiente. Porém, após o seu lançamento, o console não teve vida fácil.

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Pois, de um lado tinha a Sony, com seu primeiro videogame do mercado, o PlayStation e a Nintendo, que lançou em 1996 o Nintendo 64, que conseguiu arrebatar vários jogadores com seu poder extremo de processamento de gráficos e jogos que venderam que nem água.

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No fim, em novembro de 1998, quando foi descontinuado nos EUA, o Sega Saturn chegou a marca de 9,5 milhões de consoles vendidos no mundo. A última pá de cal foi dois anos depois. Ele foi descontinuado no Japão, em novembro de 2000, há 14 anos… O tempo voa!

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Beer Drops #8 : Fios de Prata, Destiny, Vingadores e Yu Yu Hakusho

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Beer Drops #8 : Fios de Prata, Destiny, Vingadores e Yu Yu Hakusho

Hey hey! Depois de longo e tenebroso inverno, está de volta o seu Beer Drops!

Nesse episódio, além de degustar uma maravilhosa Eisenbahn Wiezenbier, são dadas algumas dicas marotas de entretenimento!

Lembrando que ainda dá tempo de comprar o ingresso para a Mondial de La Biere, evento que vai acontecer (ou já aconteceu, caso veja essa postagem após o dia 23) aqui, no Hell de Janeiro, lá no Terreirão do Samba!

Mas vamos ao que realmente interessa, vamos ao vídeo!

 

Lista de Recomendações:

Eisenbahn Wiezenbier;

Destiny;

Fios de Prata, do Raphael Dracoon;

– Coleção Histórica Marvel Os Vingadores;

Yu Yu Hakusho, do Yoshihiro Togashi.

E é isso, bandilindos! Muito obrigado por tudo e inté mais, galerë!

 

[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

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[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

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Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

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Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

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Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

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Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

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Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

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Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

Beer Drops #7: Star Wars, Skyrim, Marvel Puzzle Quest e mais coisas

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Beer Drops #7: Star Wars, Skyrim, Marvel Puzzle Quest e mais coisas

Sejam todos muito bem vindos a mais um Beer Drops! E no episódio de hoje, estarei indicando coisas de um universo bem rico: Star Wars. Pra você que, tal qual eu, ficava se perguntando “Carai! Quanto tempo o Luke ficou treinando com o Yoda?” e coisas desse gênero, a primeira indicação vai trazer respostas. Uma outra informação: Tentarei tornar uma atração quinzenal. Por conta disso, possivelmente os vídeos serão mais longos do que eram antigamente e isso também vai ser um desafio pessoal, já que tenho que treinar o desenvolvimento de teorias em “público”.

Mas enfim, deixando o lenga lenga de lado e entrando direto no que importa, vamos ao episódio:

 

Comentados nesse Beer Drops:

Agradeço desde já paciência do querido leitor/ouvinte do nosso blog, peço que ajude a divulgar o trabalho feito, assim como o canal e tudo que for possível. O Beer Drops existe para ser uma fonte de alguma cultura (mesmo que seja de boteco), então agradecemos também qualquer ajuda, indicações (tanto de coisas quanto do canal).

Muito obrigado por tudo e INTÉ!

Para especialista, mercado de games do Brasil e Rússia são semelhantes

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Para especialista, mercado de games do Brasil e Rússia são semelhantes

Durante a Brasil Game Show, entrevistei e conversei com Roman Kungurtsev, Líder Especialista de Marketing da produtora russa AlternativaPlatform, desenvolvedora do jogo Tanki Online,  jogo 3D de ação e combates táticos entre tanques de guerra que roda direto no navegador. Localizado em português, o jogador pode personalizar seu tanque de guerra combinando canhões, pinturas e carrocerias, cada uma com suas características únicas de velocidade, resistência e poder de fogo.  75 mapas e cenários estão disponíveis, com mais de 3 mil combinações possíveis, onde as partidas, entre 2 a 40 jogadores, podem ser disputadas em tempo real.

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Kungurtsev deu sua visão sobre o mercado brasileiro de jogos e sua meta para avançar em quantidade de jogadores do game Tanki Online, que já tem mais de 40 milhões de contas ativas no mundo e no Brasil, em menos de 9 meses já conseguiu mais de um milhão de jogadores ativos. A meta é dobrar o número de assinantes.

 


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NoReset: Como foi o desenvolvimento do Tanki Online?
Roman Kungurtsev:
Três amigos se inspiraram em Battle City para Nintendo 8 bits (NES) e eles começaram a pensar em um jogo semelhante mas com comunicação. Esse foi o ponto importante para o desenvolvimento do jogo. Esse jogo você pode jogar com mais pessoas, diferente do jogo do NES que dava para jogar com apenas duas pessoas.

 

Battle City (Namco, NES, 1980, 1985) 

 

NoR: Quanto tempo demorou para o desenvolvimento do jogo?
RK:
Demorou alguns anos para começar a desenvolver o jogo. Eles estavam na faculdade quando começaram a desenhar o jogo. Eles primeiro pensaram em desenvolver os softwares para aprimoramento e depois criaram a AlternativaPlataform e depois foram para o desenvolvimento do jogo. Foi usado a plataforma Unity para o desenvolvimento do jogo.O jogo demorou cerca de quatro meses, contando com uma equipe de 15 pessoas.

 

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NoR: Com mais de 40 milhões de jogadores no mundo, quais são as metas para o Brasil e no Mundo?
RK: Temos 40 milhões de registros no mundo e em 6 meses conseguimos um milhão no Brasil. Temos seis mil usuários pagantes e nos próximos seis meses queremos dobrar o número de assinantes.

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NoR: Porque trazer o Tanki Online ao Brasil?
RK: O Brasil foi escolhido apos uma pesquisa de mercado entre os vários países da America Latina E porque o mercado brasileiro é semelhante ao mercado russo e percebemos que o brasileiro é bastante fiel ao jogo, como os jogadores russos. O brasileiro gosta do Tanki O jogo está na Rússia, Alemanha, países que falam inglês e agora a meta é investir no jogo no Brasil. O mercado tem bastante potencial.

NoR: Qual é a semelhança entre o mercado brasileiro e russo?
RK: Ambos países estão em crescimento, o mercado de games está em crescimento e assim como a Rússia lá tem muita gente que gosta de MMO e gosta de jogabilidade rápida assim como o Brasil. Além disso, podemos dizer que os brasileiros, como os russos, gostam de comunicação no jogos, como o chat em tempo real, colaborando na comunicação com as pessoas, que ajuda a cair nas graças do jogador.

 

 

 

 
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