Capa >> Games >> Review – Metal Gear Solid: Peace Walker
Seja +1 e curta o NoReset no Google Plus!

Review – Metal Gear Solid: Peace Walker

"Like a Boss...a Big Boss!"

Olá pessoas. Aqui sou eu, Wesley Pires e a sua apresentação corriqueira. Eu havia mencionado no Twitter que faria uma analise de um jogo, mas que estaria datado. Datado pelo tempo do seu lançamento, mas até hoje ele pode ser jogado sem problemas pelos donos de PSP. Farei uma pequena analise de Metal Gear Solid: Peace Walker, um dos melhores títulos do PSP e possivelmente o melhor jogo da série Metal Gear Solid que joguei, na minha opinião. Hideo Kojima acertou a mão nesse aqui.

Rapidamente irei resumir a história inicial, SEM SPOILERS: O jogo é contado 10 anos após os acontecimentos do MGS3: Snake Eater, e mostra nosso querido Naked Snake/Big Boss liderando um pequeno grupo chamado Militaires Sans Frontieres e estava na Colômbia (pertinho daqui, que coisa). Até que, dedois de uma sessão de treino com os membros do grupo (numa espécie de tutorial dos movimentos de Snake), Kazuhira Miller, o subcomandante chega com dois convidados: um suposto professor chamado Ramon Galvés Mena e sua suposta estudante Paz Ortega Andrade, pedindo a ajuda de Snake pois a Costa Rica foi invadida por um grupo suspeito. De início, Snake reluta a aceitar o convite, porem depois de escutar um áudio gravado por Paz e por oferecerem um local para o grupo se alojar, Snake e Miller aceitam o pedido. Daqui em diante, é só spoilers, então parei por aqui.

"Sabia que isso causa câncer?!"

Eu lembro que foi feito um enorme mistério envolvendo este jogo e o MGS: Rising, que ainda não saiu, inclusive com muitas especulações por parte dos fãs. Muitos deles ficaram até meio decepcionados pelo jogo estar indo para um portátil. Inclusive houveram reclamações do tipo “péssimo analógico” ou “a falta de outro analógico atrapalhou tudo”, porem as adaptação que fizeram no PSP foram bem proveitosas, podendo até ser customizados os botões. E falando em customização, assim como nos outros jogos há a possibilidade de mudar os trajes do Snake, porem não durante uma missão, pois elas afetam também a quantidade de itens e armas a serem levadas. Pense bem no que fará o Snake vestir antes de sair para missões, hein?!

"Estou pronto para a missão"

Aliás, antes das missões há a opção Mother Base, onde há inúmeras funcionalidades, como o alocamento de pessoal para áreas diferentes, como área médica, técnica, etc. Tanto pessoas quanto veículos podem ser pegos durante as missões, e digo algo interessante: Você pode encontrar e recrutar o próprio Hideo Kojima.  Também é possível fabricar diversas armas e itens, de acordo com o numero de pessoas nas respectivas áreas. E o fio da meada que torna o jogo mais único é ter a opção de fazer o seu próprio Metal Gear. Maneiro, não é?

Porem devo fazer uma confissão: primeiramente a minha motivação a jogar o Peace Walker eram as missões tematizadas em Monster Hunter, jogo que eu sou um fã frenético. Quando seria possível ver o Snake enfrentar um Tigrex ou um Rathalos, monstros nativos do MH?

Olha ai o "pequeno" Rathalos

As outras missões são excelentes, porem há as missões “excêntricas”, como é de praxe nos jogos da série. É possível pegar missões onde o objetivo é ter um encontro com Paz e com Miller(?), onde o final…é surpresa. Ah, e um adendo para quem curte Assassin’s Creed, há a possibilidade de fazer mergulhos iguais aos assassinos da franquia.

"Vou cair no feno de 30 cm e sobreviver!"

Creio que vale um parágrafo inteiro falando de um fator muito citado (negativamente) por quem joga: as cutscenes, que costumam aparecer nos jogos da franquia em excesso e que são bastante longas. No Peace Walker, as cutscenes são feitas com desenhos de Ashley Wood (da mesma forma que no jogo predecessor, MGS: Portable Ops) e estão bem dinâmicas e mais curtas. E fique atento, pois é comum você ter que interagir durante as cenas, com pequenos Quick Time Events, que funcionam muito bem. Isso serviu para aqueles que falam que “Metal Gear é um jogo que deve ser assistido”, pois se ficar somente assistindo, é Game Over no Peace Walker. Será que esse tipo de abordagem será aplicada nos próximos jogos do Kojima?

"...falou comigo?! Pensei que era com o Snake..."

Gostaria de estar explicando mais coisas por aqui, mas alem de ficar enfadonho para vocês leitores, sairia algum Spoiler inconscientemente. Portanto, para aqueles que querem ver mais histórias de Snake/Big Boss, ver detalhes sobre a criação de Outer Heaven (Ops, pequeno spoiler…) e também perceber os inúmeros Easter Eggs e homenagens presentes, recomendo que joguem, pois é um excelente jogo. Afinal, ele não deve ter levado 40/40 da Famitsu à toa.

Deixei de falar muita coisa no texto, portanto complementem sobre coisas importantes a serem citadas e sua opinião sobre a série nos comentários. E fiquem com um video da Donna Burke cantando a musica “Heavens Divide”:

Curta o NoReset no Facebook!

Sobre Wesley Pires

Goiano com orgulho, nascido em 1988, pronto para mais. Comecei na geração 16 bits, porem minha vivência com jogos me fez admirar a geração 8 bits, me fazendo descobrir o quão bom são os chiptunes. Adoro vários estilos, mas não abro mão dos jogos onde podemos nos divertir juntos dos amigos, como os clássicos do Super Nintendo, e também não abro mão de um bom RPG, e nem de algum jogo da série Final Fantasy. Atualmente sou um amante inveterado de Game Music, e será comum em meus posts ver menções musicais, alem de gifs totalmente nonsense. Eu falei que sou responsável pelas tirinhas do site?! E-mail: wesley@noreset.net

Aproveite e leia também >>

roman_tankionline

Para especialista, mercado de games do Brasil e Rússia são semelhantes

Durante a Brasil Game Show, entrevistei e conversei com Roman Kungurtsev, Líder Especialista de Marketing ...

4 comentários

  1. Ainda não joguei nem o Portable Ops. Estou na pilha a dias.

    Recebi vários sinais, é amigo rejogandop o MGS 4. é o cedrik só falando no Kojima; e agora esse review do game, hahaha

    To maluco pra enteder o ponto cruscialdesta história perdida da Outer Heaven. Depois disso, só falta explicar como a filha da Olga foi parar nas mãos do Otacon e porque o Raiden virou um ninja mega foda 😉

  2. também ainda não joguei, Mais agora deu vontade, não sou muito ligado a FPS, mais sempre gostei de Matar Bichos grandes desde Dino Crises.

    No mais como sempre gostei muito da matéria ! parabéns ! ainda estou esperando as tirinhas!

  3. “Metal Gear se encontra com Monster Hunter.” na real, foi a primeira coisa que eu pensei quando eu peguei o jogo, principalmente quando eu fui enfrentar um tanque gigante CHEIO DE INFINITOS SOLDADOS dentro. Mas não é possivel comparar os dois, Peace Walker é incrivel, ele é bem trabalhado, graficos INCRIVEIS. Não é GRAANDE, mas eu me impressionei, não cheguei a zerar, mas já sabendo o numero de missões eu me impressionei pelo tamanho do jogo contendo esses graficos absurdos e tanta coisa pra fazer.

    Escolher o melhor MGS (com exceção do mgs2) é igual pedir pra uma mãe escolher qual é o melhor filho.

    E com certeza, MGS Peace Walker é o jogo mais bem feito para PSP, sem sombra de duvidas, Hideo Kojima não fez por pouco.

    Parabéns pelo review, ficou muito bom 😀

  4. Hei alguem sabe onde conseguir o Download de monster hunter para PC , se alguem souber me adicione no msn : wes.god@hotmail.com

%d blogueiros gostam disto: