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Red Dead Redemption – Mais do que um simples GTA Western.

 

Olá pessoas, creio que há um bom tempo não faço um texto mais encorpado sobre um jogo específico, tirando algumas coisas aqui e acolá que cito entre postagens. Porem desde a ultima matéria do “Início da Fantasia”, andei jogando e finalizando bastante jogos, mas não tive tempo hábil para escrever sobre. Tudo isso me leva à conclusão de que estou em divida com vocês, e para pagar esse débito falo sobre um jogo que me surpreendeu no Playstation 3: Red Dead Redemption.

 

Explicando a plot de maneira simples, você é John Marston, um ex fora da lei que busca reencontrar seus antigos companheiros de gangue para um acerto de contas, já que os danados o deixaram para morrer.Mais tarde também é explicado que há outra razão para a caça aos meliantes, que são federais ameaçando sua família. A partir disso, Marston começa uma viagem por vários cantos, passando inclusive pelo México, para procurar seus antigos companheiros de crimes. E nesse percurso, encontra inúmeras pessoas, umas de bem, outras nem tanto, e outras que só tentam se virar no meio onde está incluso (com coisas boas ou ruins). É aí que reside boa parte das missões principais de Marston, que consiste em escoltar pessoas/dinheiro, missões de assassinato, missões de roubo, captura de prisioneiros e/ou bandidos foragidos, entre outras coisas.

Esse aí é o Cormano, digo, John Marston
Esse aí é o Cormano, digo, John Marston

Como o mapa é bem grande, seria meio monótono explorar o Velho Oeste (ah sim, é no Velho Oeste a ambientação. Me esqueci de dizer, hahahah), não fosse um fator de que toda vez que há missões com algum NPC e ele te acompanha, sempre há diálogos envolvendo ou a missão ou coisas entre os personagens. Por muitas vezes diálogos geniais, como por exemplo West Dickens citando o quão “milagroso” é o seu produto, Reyes falando dos seus ideias para um México melhor e vários outros personagens com suas peculiaridades. Inclusive é bem raro diálogos se repetirem, o que é um ponto positivo, pois mesmo se a missão falhar e precise cavalgar de novo até o local (aff…) sempre há um papo diferente. Inclusive (de novo) se houver percalços como você atropelar o seu companheiro, ou se um animal selvagem meio “ignorante” aparecer, tipo um urso ou uma onça, o dialogo também muda. Dá até medo do trabalho de voz que a Rockstar teve, já que é um belo trabalho vocal.

Boa sorte...
Boa sorte…

O gameplay é complicado de pegar, se você for aquele jogador que joga vez ou outra, mas quando se acostuma com os botões é bem tranquilo. Sem contar que alguns sistemas como o de mira, de cover, do Dead-Eye (ou “tela vermelha da morte eminente”) e até mesmo quando se está dirigindo algum veiculo ou cavalgando são bem interessantes. Porem alguns tutoriais demoram bastante a aparecer, e grande parte dos extras contidos no game, como o duelo de armas, jogos de cartas, entre outros só é mostrado quando se joga o mesmo. Porem eu atribuo isso ao fator sandbox, pois há tantas coisas a se fazer e em diversas ordens que realmente umas coisas demoram a aparecer, e na minha experiência isso não atrapalhou. Talvez em matéria de gameplay, o fato do Marston não saber nadar me atrapalhou, mas vai que ele é da mesma escola do Altair (da franquia Assassins Creed).

 

A "tela vermelha da morte eminente"
A “tela vermelha da morte eminente”

Red Dead Redemption foi uma escolha muito bem acertada de compra, pois foi um jogo que eu me dediquei, me envolvi com os personagens, quase chorei com o final do jogo, e é uma experiência tão magnifica que um mero texto não consegue resumir as emoções que senti ao vivenciar a vida de John Marston. Sem contar que a trilha sonora é tão magnifica que eu citei ela no Violão de 8 bits, vale a visitação. Alias Rockstar, lancem roupinhas baseadas no Django Livre, por obséquio…

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Sobre Wesley Pires

Goiano com orgulho, nascido em 1988, pronto para mais. Comecei na geração 16 bits, porem minha vivência com jogos me fez admirar a geração 8 bits, me fazendo descobrir o quão bom são os chiptunes. Adoro vários estilos, mas não abro mão dos jogos onde podemos nos divertir juntos dos amigos, como os clássicos do Super Nintendo, e também não abro mão de um bom RPG, e nem de algum jogo da série Final Fantasy. Atualmente sou um amante inveterado de Game Music, e será comum em meus posts ver menções musicais, alem de gifs totalmente nonsense. Eu falei que sou responsável pelas tirinhas do site?! E-mail: wesley@noreset.net

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3 comentários

  1. Velho, foi o primeiro sandox que me deu vontade real de jogar! Achei tudo bem intuitivo, só a parte de mudar de arma enquanto cavalga que atrapalha para pembas.
    Será que já existiu alguém que não se envolveu com os personagens a níveis familiares? Achei impossível não se apegar a eles, as nuances de cada um e as frases bizarras que você ouve, vez ou outra. Só uma pergunta: Era só eu que tinha vontade de, quando aqueles dois babacas apostando corrida passavam, sacar o revórve e dar um tiro em cada?

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