Capa >> Arquivos de Tag: activision

Arquivos de Tag: activision

59

[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

2014-10-11 16.30.12

Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

2014-10-11 14.41.33
Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

2014-10-11 16.44.03-1

Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

2014-10-11 16.48.28

Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

2014-10-11 15.26.37

Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

2014-10-10 16.25.54

Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

2014-10-10 16.37.31

Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

brasilgameshow_

Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

Veja 100 imagens da Brasil Game Show 2012

[fgallery id=5 w=635 h=485 t=0 title=”Brasil Game Show 2012″]

[Entrevista] ‘Activision quer se aproximar do gamer brasileiro’, diz Max Morais

ENTREVISTA Durante a Brasil Game Show 2012, a Activision mostra que está oficialmente no Brasil manteve um estande que não deixou a desejar. Muitos gamers circularam pelo local, esperaram na fila para jogar Call of Duty: Black Ops 2 e conhecer os novos lançamentos da produtora. Para o gerente de Vendas e Marketing para a América Latina da Activision, Max Morais (ex-Electronic Arts), a chegada oficial no Brasil, há quatro meses, é mais uma forma de aproximação com o consumidor brasileiro. A publisher quer mostrar uma experiência de jogos mais aprimorada com grandes lançamentos no país, atrelado ao mercado mundial, com muitas novidades para os gamers. Além disso, a empresa promete ‘o maior lançamento no mercado de games brasileiro’. Confira a entrevista exclusiva feita para o NoReset.

NoReset – O que foi determinante para a Activision chegar ao Brasil?

Max Morais – Cada vez mais estamos acompanhando a evolução do mercado brasileiro de game o desenvolvimento da categoria no país.  Queremos entregar uma experiencia ainda maior para o nosso consumidor, para nosso gamer. Esse é o grande pilar de tudo isso, para estarmos próximos ao consumidor, dos gamers brasileiros, entender e trabalhar as suas necessidades a altura.

NoR – Como a Activision está trabalhando para a localização dos jogos?

MM – Isso é super bacana de comentar. Faz 4 meses que realmente nos estabelecemos nossa presença com a nossa representação oficial no Brasil. Com uma pessoa responsável pela Activision e respondendo pela empresa. Neste curto espaço de tempo nós conseguimos coisas surpreendentes. A primeira é o fato de a nossa franquia Call of Duty que terá o jogo 100% localizado em português pela primeira vez. Outro ponto interessante é que vamos lançar o produto na mesma janela do mercado norte-americano. Foram uma das necessidades dos games que sempre foram comentadas por aqui que agora estamos atendendo.

Activision está no Brasil oficialmente há quatro meses (Foto: Cido Coelho/NoReset)

NoR – Vocês planejam puxar talentos do Brasil para fora? Tem como fazer alguma produção que pode ser feita no país?

Max Moraes – Estamos começando agora todo o processo aqui, com o representante no Brasil. Nos continuamos nosso modelo de negócios da distribuição via NeoPlay, que é do grupo Positivo Informática. Então continuamos a mecânica de distribuição da mesma maneira. Vamos ter a distribuição focada através da NeoPlay.

NoR – Com isso os jogos que são lançados no circuito EUA-Europa-Japão também serão lançados em conjunto no Brasil…

MM – Nos planejamos o lançamento do jogo Call of Duty: Black Ops 2 para o Brasil no dia 13 de novembro de 2012. Nos estamos com um plano de marketing, planejando alguns eventos. Nos ainda não definimos quais serão estes espaços e onde serão estes eventos, mas no momento adequado vamos comunicar, vocês terão todas as informações. Mas, certamente nossos parceiros comerciais estarão nestes esforços de lançamento e sem dúvida nenhuma vai ser o maior lançamento do mercado brasileiro de games.

NoR –Como a Microsoft, Nintendo e Sony estão apoaindo a Activision no Brasil?

MM – Como você pode ver o mercado está crescendo. O mercado está desenvolvimento e todos os players estão jogando neste sentido de desenvolver. A Activision não é diferente disso. Nos estamos muito focados no mercado brasileiro. A partir de agora vamos nos focar cada vez mais e vamos buscar essa experiencia distinta para o mercado brasileiro de jogos.

NoR – Qual é o balanço que você faz da feira e quais serão os próximos passos?

MM –  As imagens falam por si só o público tem recebido muito bem. Está super engajado, a resposta tem sido super positiva, por exemplo, o fato da localização em português, ato de trazer pela primeira vez as Collector’s Editions para o mercado brasileiro. Estamos com muita expectativa não só com Call of Duty: Black Ops 2, mas também com outros títulos como Skylander que é uma franquia super forte lá fora, que trouxemos para o mercado brasileiro oficialmente, no dia 25 foi o lançamento oficial de Skylander SSA. Em todo o mercado, com plano de marketing. Você poderá encontrar todo o portifólio de produtos Skylanders. E não para por aí: Vem Skylanders Giants, a partir de 22 de novembro, com o portfólio completo para o mercado brasileiro para que o consumidor e gamer possa ter a experiência de imediato.

Para a EA, Call of Duty ‘morre’ entre 2 e 3 anos

 

John Riccitielo, da EA (esquerda), a grosso modo chamou Eric Hirshberg, da Activision de novato, porém o líder da produtora de Call of Duty não abraçou as chacotas e foi político

A Electronic Arts fez críticas duras sobre o game Call of Duty. O CEO da produtora, John Riccitiello declarou ao site IndustryGamers que quer ver a franquia da Activision como o ‘núcleo da podridão’. Leia Mais »

DJ Hero 2 é anunciado oficialmente para o final do ano

1459-dj-activision

Os fãs de DJ Hero podem comemorar, já que a Activision anunciou oficialmente que o próximo jogo da série, DJ Hero 2, será lançado para Xbox360, Wii e PS3 no final desse ano. Entre as celebridades do jogo estarão Lady Gaga, The Chemical Brothers, Dr. Dre, Metallica e outros.

Cerca de 85 músicos estão inclusos no novo jogo, que havia sido relevado anteriormente em um DLC grátis para o primeiro jogo na Xbox Live Marketplace que estava disponível até o próximo domingo na PSN e na XBMP.

Para o novo jogo, foram anunciados modos multiplayer como “DJ Battle”, onde um jogador enfrenta outro nas mixagens das músicas, e também haverão vocalistas inclusos.

Activision demonstra interesse em Call of Duty por muito, muito tempo

5179-call-of-duty-4-modern-warfare-b54714

Será que uma série pode durar por tanto tempo sem que ela se desgaste? Parece que a Activision não acredita nisso, uma vez que registrou novos domínios para jogos futuros, relacionados a franquia Call of Duty.

Alguns nomes foram patenteados pela companhia, não se sabe ao certo se é para proteger o patrimônio já existente, ou se realmente serão novos jogos com esses nomes, sendo eles: Call of Duty: Future Warfare, Advanced Warfare , Secret Warfare e (pasmem) Space Warfare.

Até o momento não existem maiores informações a repeito dessas “estranhezas”. Tudo o que já sabemos é que a produtora Treyarch está trabalhando em Call of Duty: Special Ops para lançá-lo no final desse ano. O que vai vir depois disso? Difícil saber, podemos travar batalhas inter-estelares com os soldados de Call of Duty, troca de tiros com armas lasers e muito mais. Mas espera ai, tudo começou na década de 40, na Segunda Guerra Mundial. Onde eles estão indo agora?

Saiba quem realmente saiu da Infinity Ward nesse vídeo

infinitywardcreditsroll580px

Depois de muito alvoroço com a saída de aproximadamente 13 membros da Infinity Ward desde o dia 1 de março, o destino da empresa parece estar em xeque com a falta de líderes e a desmotivação comprovada da equipe restante. Muitas das demissões foram divulgadas por fofoqueiros fontes próximas à empresa e ao site kotaku, e acabou se tornando um assunto que durou toda essa semana.

Leia Mais »

Chinês inaugura restaurante inspirado no World of Warcraft

noreset_fuleiragensworld-of-warcraftCido CoelhoImagina você almoçar ou jantar num ambiente do seu jogo preferido. É isso que um chinês fez para os 11 milhões de jogadores de World of Warcraft. Ele inaugurou em Pequim um restaurante totalmente inspirado no World of Warcraft, o MMO da Activision Blizzard.

As paredes são cobertas de artworks do jogo, ccm várias telas  gigantes que passam imagens dos  jogos da saga, seqüências de animação e vários vídeos relacionados com o World of Warcraft.

A entrada do restaurante é inspirada na abertura e o cardápio tem inúmeras referências ao título, com pratos batizados com o nome de personagens e criaturas do jogo.

De acordo com o dono do restaurante o objetivo é criar um lugar onde os fãs do jogo possam reunir-se e falar sobre os seus progressos no jogo e ao mesmo tempo conquistando e tornando-os clientes habituais do restaurante.

Parece que a Activision  Blizzard não foi avisada sobre o empreendorismo do empresário chinês e até agora ela não comentou nada sobre o uso indevido da imagem do jogo.

rodape_noresetnet2

Está chegando a hora de conhecer as origens…

noreset_gamenews1wolverine

Rebeca GliosciPara quem nunca leu os quadrinhos…  obviamente.

X-Men Origins é um dos filmes que estou mais ansiosa para assistir em 2009. Motivos da empolgação:

1 – Adoro X-Men!

2 – Adoro o Hugh Jackman como Wolverine!

3 – Adoro o Daniel Henney (ator americano de origem coreana que interpreta o Agente Zero)!

4 – Adoro o Logan com qualquer outra mulher que não seja a Jean Grey! (Meu par preferido para ele é a Mariko Yashida! Mas a namorada da época do filme é a Silver Fox.)

5 – GAMBIT! GAMBIT! GAAAAAAAAMBIT! Se bem que, apesar do Taylor Kitsch (ator que o interpreta no filme) ser bonitinho, ainda não estou totalmente convencida dele como meu gambler mutante favorito.

A Activision está produzindo um game que será  lançado junto com o  filme, em maio de 2009, para todas as plataformas.  Segundo Rob Kostich, vice-presidente de marcas da empresa, os fãs da série poderão conferir habilidades especiais do personagem como sua capacidade de regeneração e seu esqueleto inquebrável de adamantium.

Para sobreviver aos ataques dos inimigos, o jogador precisará treinar a agilidade em movimentos de esquiva e pressionar os botões para executar golpes em seqüência (combos).

Em relação ao filme, tenho boas expectativas. Quanto ao game, é esperar para ver. =)

rodape_noresetnet2

Activision vai dar músicas para quem comprar Guitar Hero

noreset_gamenews

O site aponta que em breve você podera pegar as cinco músicas, mas a Activision não aponta a data
O site aponta que em breve você podera pegar as cinco músicas, mas a Activision não aponta a data

Cido CoelhoA produtora do game musical anunciou que vai oferecer cinco musicas no site http://freemusic.guitarhero.com, para quem comprar o Guitar Hero: World Tour, .

Porém, de acordo com o site Eurogamer, o site aponta que somente quem comprou o pacote de jogos com guitarra poderá ter o “brinde misterioso”.

Em breve a Activision dará mais informações sobre essas músicas gratis e como conseguir esse presente da produtora.

rodape_noresetnet2