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[ANÁLISE E3 2013] Temos um vencedor na nova geração?

Após o anuncio das grandes empresas dessa geração, eu continuo me perguntando: Por que temos um vencedor antes do início da geração? É estranho pensar que estamos simplesmente comemorando por uma coisa que foi feita exatamente para ir contra a concorrência. Nada além daquilo foi falado e o que me preocupa é esse silêncio de outros pontos.

O que a Sony fez foi algo simples: geração PS3/Xbox 360/Wii deixaram a fama de estar no topo subir a cabeça e enfiaram de tudo no console, achando que, como a base de fãs era enorme, todos se manteriam fiéis, mesmo que precisassem pagar muito mais caro por um console. Resultado: Se ferraram feio no início e quase não se recuperaram das decisões burras tomadas. O que estamos vendo é apenas o eco do acontecido, com a empresa que tomou o topo das vendas. Não é nada novo, não é uma revolução. É apenas aquilo que sempre acontece.

Vamos retroceder mais ainda: Nintendo 64. Aquela foi à época da Nintendo de se tornar vaidosa e cair feio. Apesar disso, ela continuou no páreo. A diferença daquela época para atual é o fato de poder implementar mudanças agora a qualquer momento, bastando apenas uma atualização e um anúncio mundial ou algo que valha.

Não temos porque comemorar algo desse tipo. Não faz sentido. Ando olhando os fóruns e as postagens por ai e vendo o quanto as pessoas querem que a Microsoft não venda nada quase ou fique capenga. De verdade? Quer mesmo que tenhamos apenas uma grande no páreo, para não existir competição, você podendo apenas escolher a cor da embalagem?

Quem eu escolho para próxima geração? Por enquanto, nenhuma. Se a Sony BR aproveitar a vantagem e rever sua política de Percentual de Lucro, ela vai vender bem mais, observando o preço inicial do Xbox One (R$ 2.199,00). Como falei no início, ainda tem muita água a rolar e ainda tem muita decisão para ser tomada. Então, amiguinho, não fique espalhando o ódio a toa por ai.

[ZeroQuatro] Vale a pena?: OutRun – Online Arcade (XBLA e PSN)

Levamos uma loira para passear em OutRun Online Arcade, versão caseira baseada no arcade OutRun 2 SP. O game saiu para Xbox Live Arcade e PSN, mas infelizmente não está mais disponível. Assista a análise.

[ZeroQuatro] Assista a análise de The Cave

Artur Palma e Daniel Mello dão suas impressões sobre The Cave, o novo game de Ron Gilbert. Muito bom, mas difícil de doer! Já a última parte da nossa super análise de The Cave. Realmente gostamos bastante, mas o jogo não vai agradar todo mundo não – é preciso ter paciência e certa experiência com adventures para se dar bem.

PARTE 1

PARTE FINAL

[Opinião] Campus Party evoluiu e amadureceu

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A edição da Campus Party 2013, que aconteceu de 28 de janeiro a 3 de fevereiro terminou. Muitas palestras foram oferecidas, especialistas e popstars do mundo dos geeks dividiram suas experiências e qual é o balanço deste evento?

Este ano, os problemas foram menores, menores mesmo. Houve relatos de ratos na praça de alimentação e próximo a um restaurante.

Os preços dos alimentos super saudáveis, como coxinhas, que custavam pelo menos 6 reais, lanches frios de R$ 10 a 15 e refrigerantes continuaram com o preço bem salgado. A alternativa foi tomada pelos próprios campuseiros que estavam vendendo macarrão instantâneo no copo por R$ 6, já pronto e o refrigerante custava R$ 4.

O índice de roubos desabou, poucos casos foram relatados em relação as últimas edições. Estruturalmente, o Parque Anhembi comportou bem a Campus Party, que ficou espalhada no pavilhão, todos podiam andar, e claro, tinha espaço para isso e o espaço de camping também aumentou.


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Porém, o espaço não foi preenchido por completo. Motivo? O preço saltou cerca de 100%. Dos R$ 150 de ingresso, mais os R$ 20 do camping, o valor atingiu a troposfera e chegou aos R$ 300, mais os 75 reais cobrados pela barraca.

Neste sentido o investimento pode ter valido a pena. Pois, a organização pode ter revertido o dinheiro para as melhorias. Na foto dá para perceber que pelo menos um terço da área do camping não foi ocupada. Ou seja, 2.000 vagas não foram ocupadas.

Os palestrantes Buzz Aldrin, Ryotaro Shima, Marc Prensky, Rainey Reitman, Nolan BushnelL, Luli Radfahrer, Salim Ismail, Zaryn Dentzel, Don Tapscott, Mark Surman deram verdadeiras aulas e mostraram para que vieram. Sem contar os outros especialistas. Muito conhecimento foi compartilhado, muitos dados…

 

O coração digital da #cparty 13. Internet de 30Gb garantida por este servidor. Foto: Cido Coelho/NoReset
O coração digital da #cparty 13. Internet de 30Gb garantida por este servidor. Foto: Cido Coelho/NoReset

A empresa de telecomunicação responsável pelo evento aumentou a capacidade da internet, dos 20 Gbps de 2012, para 30 Gbps em 2013, o que garantiu a alegria dos campuseiros durante a semana que passou. Os gráficos e o servidor no meio do evento aparentemente não engana.

Os números não mentem. 30 Gb de velocidade de internet. Foto: Cido Coelho/NoReset
Os números não mentem. 30 Gb de velocidade de internet. Foto: Cido Coelho/NoReset

 

Enfim, a Campus deste ano serviu bem para fazer novos contatos, novos amigos, se atualizar para as novidades e para as tendências do mercado digital e da internet. E é claro, também para se divertir, afinal, ninguém é de ferro. O futuro? Espalhar.

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A Campus Party continua com uma nova edição no Recife, no Estado de Pernambuco e há rumores que o Rio de Janeiro também deve ganhar uma nova edição. Além disso, Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e Fortaleza, no Ceará também estão no páreo para receber o acampamento geek. E claro, a #cparty, como sempre, continuará tendo a sua edição de berço, aqui em São Paulo, onde como dizem por aí, nasceu a garagem do Vale do Silício brasileira.

VEJA MAIS IMAGENS DA #CPARTY6

 

 

[ZeroQuatro] Análise – Call of Duty: Black Ops 2

Daniel Mello resolve comprar briga com todo mundo!

 

PARTE 1: modo campanha

PARTE FINAL: modo zombies

[ZeroQuatro] Assista a análise de Sonic & All Stars Racing Transformed (Wii U)

Primeira parte da nossa análise do novo game de corrida do Sonic. Adiantamos que é jogão!

 

PARTE 1

PARTE 2

PARTE FINAL

Impressões | eShop do Wii U (Wii U eShop tour)

ZEROQUATRO Artur Palma e Daniel Mello fazem um passeio pela loja virtual do Wii U. Como ela está? O que precisa melhorar?

Gameplay comentado: New Super Mario Bros. U

ZEROQUATRO  Artur Palma e Daniel Mello exploram a primeira aventura do mascote da Nintendo no Wii U, o novo console da empresa japonesa.

 

[Recordar é Jogar] Megaman X

Capa chocante, não é?!

Olá pessoas. Estranharam a volta repentina desta seção, não é? Pois então, havia me esquecido totalmente de pegar jogos antigos para jogar novamente, até gravar um Gametrack recentemente e reavivar o espírito retro que estava forte em mim. E o jogo que retorno para vocês foi o titulo que o Egoraptor destrinchou brilhantemente em um de seus vídeos: Megaman X. Já sabem amigos, Recordar é Jogar.

 

"This game 's awesome..."

O danado azul (vulgo Megaman) tinha que migrar para a geração 16 bits de maneira grandiosa, e mostrando o que tinha a oferecer para o Super Nintendo. Por isso a escolha de um spin-off, a fim de trabalhar outros aspectos de melhor forma. A plot da série X é que (TEXTO LONGO) o Dr. Thomas Light (sim, o barbudão lá da série normal) criou X, porem temia que a humanidade não estivesse pronta para ele ainda, em vista da sua capacidade de tomar decisões por conta própria. E após ser selado pelo próprio Light, para que a humanidade se desenvolvesse a fim de estar preparada para o X, Dr. Cain o encontra após um período. Fascinado pelo design de X, ele cria cópias da criação do Dr. Light, nomeadas Reploids.  Contudo alguns destes reploids apresentam defeitos (provavelmente oriundo de vírus), se tornando reploids defeituosoS, ou Mavericks. Com isso, para fins de deter estes Mavericks, foi criado os Maverick Hunters, com Sigma na liderança, tido como o Reploid mais forte já criado. Só que “shit happens everytime”, e Sigma acaba sendo infectado e vira também um Maverick, liderando os outros Mavericks também. Eis o ponto para que comece o jogo, sob o comando de X, que resolve acabar com isso de uma vez por todas (ou por alguns jogos a mais).

Choose your destiny (obviamente o penguim =D)

Pulando para o jogo em si e vendo opiniões diferentes sobre o início, você é apresentado a uma fase introdutória, que serve bem para te incluir nesse mundo, pois alem do protagonista ser apresentado, tudo o que ele pode fazer, como pular, atirar, escalar paredes e energizar o tiro são apresentadas no primeiro estágio. Aliás o lance de pressionar um botão para energizar o tiro ficou enraizado em mim de tal maneira que nessa geração era comum eu segurar o botão Y para acelerar, de maneira natural. Tudo é bem apresentado, não há a necessidade de pop-ups agressivos para dizer “faça X para Y acontecer” ou coisas do gênero.

"HOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMEM PÁSSARO!!!"

Sem contar que ao longo da exploração pelos 8 estágios após o intro stage, você encontra mais 4 capsulas de melhorias para o X, e uma delas tem A MELHOR MELHORIA QUE A SÉRIE X PODERIA TER RECEBIDO, que é  o Dash.O Dash se executa apertando o botão A ou apertando duas vezes o direcional para frente, fazendo com que X se mova mais rapidamente. Essa adição foi tão bem recebida que no começo do Megaman X2, ela é nativa no protagonista desde o começo do jogo. Ponto para a Capcom.

"X, tenho algo para você. Só 100 mangos!"

Vendo na Wikia do Megaman (link abaixo, nas referencias), vi que um monte de pessoas trabalhou na trilha do jogo, e isso pode ser visto em todas as musicas. Pois alem delas representarem bem cada estágio, elas são discrepantes, sendo facilmente diferenciadas ao serem ouvidas. E já que estou aqui, vamos falar das musicas que se destacaram mais, assim como faço na série “Início da Fantasia”, que ainda não morreu, só deixando claro.

Vamos lá:

Intro Stage: Cito ela por ela ser uma musica formidável e carregar a função de apresentar ao jogador todas as mecânicas do spin-off. Alem de eu ter tirado ela no violão há tempos atrás.  Tipo de musica com vários vídeos de guitarra no Youtube, podem conferir.

Boomer Kuwanger: A intro da musica já me ganha o dia, tanto é que ela se estende pelo resto da musica, no background. Junto de uma espécie de baixo simples e constante, que dá outr toque interessante nela.

Spark Mandrill: AFIRMATIVAMENTE a musica mais lembrada pelos jogadores. A guitarra sintetizata que está presente em toda a musica dita o ritmo frenético, e isso para uma fase com eletricidade caiu como uma luva. Isso cai no esquema de que “todas as musicas refletem bem o estágio”. A “Storm Eagle” se encaixa também no quesito “guitarra que combina com o estágio”. Outra musica formidável, a propósito.

Sigma Fortress 1: Apesar da “Launch Octopus” ter um baixo excelente de introdução, prefiro o baixo dessa musica, que ao meu ver é melhor trabalhado e ganha um destaque maior. E pelo fato de ser a musica onde o Zero se sacrifica pelo X também dá uma marca a mais.

Ending: Engraçado que essa musica não é lá das melhores, mas ela dá a sensação que todo final deveria causar: missão cumprida. E realmente após todas as batalhas, esse é nosso sentimento.

Mesmo que o jogo seja do começo da década de 90, afirmo que tanto a jogabilidade quanto as partes técnicas estão impecáveis, podendo gerar minutos de diversão facilmente. Sem contar que bateu aquela nostalgia, quando eu tinha que locar a fita até eu mesmo comprar a minha. Enfim, espero que tenha batido aquela vontade de jogar Megaman X (Rockman X no original japonês), seja qual for a maneira.

"Zero, já que tu vai morrer...me dá seu boné?!"

 

Fonte: Megaman Wiki.

 

CoD MW 3 – Análise do trailer de “Spec Ops Survivor”


 

Olá fãs!

Este é um Post rápido e rasteiro, sobre um dos games mais aguardados do ano: Call of Duty – Modern Warfare 3. Todo mundo que curte e/ou que o joga, está que não aguenta mais de tanta ansiedade pra poder te-lo em mãos.

Então, conforme os vídeos oficiais vão sendo lançados na rede pelos desenvolvedores, vamos ficando mais e mais e mais e mais ansiosos, curiosos e malucos – de bater a cabeça na parede! Leia Mais »

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