Capa >> Arquivos de Tag: Comparação

Arquivos de Tag: Comparação

0

[NEXT GEN] Compare os sistemas PlayStation 4, Xbox One e Wii U

Dados PlayStation 4 Xbox One Wii U
Preço em dólares US$399.99 
US$499.99 US$349.99/US$299.99
Lançamento Entre novembro e dezembro Novembro Disponível no mercado
Drive Blu-ray/DVD 
Blu-ray/DVD
25GB Optical Disc (proprietário)
Gravação de gameplay Sim
Sim 
Não
RAM 8GB GDDR5
8GB DDR3 
2GB DDR3 
CPU Single-chip x86 AMD “Jaguar” processor, 8 cores
8 Core Microsoft custom CPU
Multi-Core PowerPC “Espresso” CPU 
Armazenamento 500 GB
500 GB
8GB ou 32GB Flash
Armazenamento externo Não informado Via USB 
Via USB
Armazenamento na nuvem Sim, por PSN Sim, por Live Não
Instalação de jogos Não
Sim Não
Exige internet para jogar Não
Sim Não
Taxa para jogos usados Depende das Third Parties, vendas ilimitadas de jogos Depende das Third Parties, uma venda por cópia Não
Retrocompatibilidade PlayStation 3 via Gakai 
Não
Sim, Wii
Cross Game Chat Sim
Sim Não
Controle por movimentos DualShock 4, PlayStation 4 Eye(não incluso), PlayStation Move (não incluso) Kinect 2 Wii Remote, Wii U GamePad (incluso)
Second Screen (Segunda Tela) PlayStation Vita 
Xbox SmartGlass
Wii U GamePad
Comandos de voz Sem informações Sim
Não
Jogar online por assinatura PlayStation Plus 
Xbox Live Gold
Não
Sistema USB USB 3.0 
USB 3.0 
USB 2.0
Transmissão ao vivo (Streaming) Sim Sim Não
Trofeus e conquistas Troféus serão levados ao PS4 Achievements serão levados ao Xbox One
Não
Conexão web Ethernet, IEEE 802.11 b/g/n
Gigabit Ethernet, IEEE 802.11 b/g/n WiFi 
IEEE 802.11 b/g/n WiFi, LAN via USB dongle
Sistema Bluetooth Bluetooth 2.1 (EDR)
Não Bluetooth Support 
A/V HDMI (4K Support) , Analog (Component, RCA), Optical output
HDMI input and output (4K support), Optical output
HDMI out, Component/ Composite out
Trava de Região Não Sim Sim
Lançado no Brasil Não Sim Não
Preço no Brasil Não R$ 2199,00 Não 
Lojas virtuais PlayStation Store                                                             
Xbox Market Place Nintendo eShop
Fábrica no Brasil Sim Sim Não

No More Heroes vs NMH2: Desperate Struggle

NMHvs2

É difícil não perceber com meus múltiplos posts sobre o jogo, mas se você ainda não sabe, o primeiro No More Heroes é o meu jogo preferido. Sim, ainda é, mesmo com o recente lançamento de NMH2: Desperate Struggle. A sequência tinha tudo pra superar o primeiro jogo, e segundo a esmagadora maioria dos gamers e jornalistas, de fato, superou o jogo original. Mas eu, como grande fã da saga de Travis Touchdown, ainda prefiro diversos aspectos do primeiro jogo. Me acompanhe nessa análise das duas versões pra saber os motivos, um a um.

Antes de tudo, vamos ver o que melhorou em Desperate Struggle. Suda51 arrumou algumas grandes falhas do primeiro jogo, que estragaram a experiência pra muita gente em No More Heroes 1:

NMHvs1

Mundo aberto

NMH2:DS > NMH1

O mundo aberto no primeiro jogo não é nada mais do que um grande menu para acessar as missões e as lutas de rank. Existem camisetas, dinheiro e Lovikov Balls espalhadas pela cidade, mas de resto, o mundo aberto realmente não é nada mais do que um chute no saco. Pra resolver isso, o mundo aberto foi transformado em um verdadeiro menu vertical na sequência, assim você não precisa mais percorrer a cidade inteira para acessar o que deseja, agilizando muito o processo. É claro, isso não seria nada sem as duas modificações abaixo.

Dinheiro

NMH2:DS > NMH1

Agora, não é mais preciso pagar pelas lutas de rank. Ou seja, se você quiser, pode simplesmente avançar nas lutas e ignorar todo o resto, o que adiciona grande liberdade pra quem só está interessado na história principal. No entanto, ganhar dinheiro para gastar em roupas e novas beam katanas se tornou muito mais agradável, graças aos…

NMHvs8

Minigames

NMH2:DS > NMH1

Em NMH1, o jogador era obrigado a jogar tediosos minigames pra liberar missões de assassinato, e só então conseguir juntar dinheiro pra próxima luta rankeada. Em NMH2, esses minigames são a única forma de conseguir dinheiro, mas além de não precisar mais pagar para prosseguir na história, a boa notícia é que os minigames são totalmente em versão 8-bit, exceto pelo último que se abre, e que, por sinal, é o mais chato de todos. Mas até chegar lá, você se diverte com 7 minigames variados em toda sua glória 8-bit, além dos treinos na academia também serem minigames 8-bit. Com certeza, o jogador veterano vai passar muito tempo nesses minigames, relembrando os bons e velhos tempos de NES.

Até aqui, tudo ótimo, mas existem alguns pontos cruciais onde o primeiro No More Heroes ainda é melhor…

NMHvs6

Combate

NMH1 > NMH2:DS

Infelizmente, o combate piorou muito em relação ao primeiro jogo. Desperate Struggle tem algumas inovações bem-vindas, como a troca de arma em meio às missões e novas beam katanas, mas o grande problema aqui é a câmera. A câmera se posiciona longe de Travis, e em um ângulo visto meio que de baixo, o que dificulta enxergar com detalhes os movimentos dos inimigos. Em ambientes pequenos, a câmera fica louca, e o melhor a se fazer é fugir para um lugar aberto e esperar pelo inimigo, caso contrário você não enxerga nada. Além disso, os combos estão mais curtos e lentos, a câmera longe impede que se esquive com precisão, o rolamento não responde rápido o suficiente, e o uso de chutes e socos pra atordoar os inimigos e usar golpes de luta livre nem de longe é tão eficiente.

Em contraste, No More Heroes tem no combate a parte mais sólida de sua jogabilidade. Nunca tive problemas com a câmera, que quando travada no inimigo, proporciona uma visão clara de Travis e do inimigo, perto o suficiente para que o jogador consiga prever os ataques e se esquivar de acordo. Aliás, o Dark Step – a versão No More Heroes do Bullet Time de Matrix ou do Witch Time de Bayonetta, quando você se esquiva e os inimigos ficam mais lentos – é infinitamente mais fácil de se fazer no primeiro jogo, graças à câmera próxima e à resposta dos controles. Ataques carregados causam muito mais dano que em Desperate Struggle, sendo muito mais úteis.

Além disso, o ataque com corrida de DS nada mais é que uma variação do combo normal, enquanto que no primeiro jogo, esse golpe tem a função de acabar com os inimigos com muita vida de maneira mais rápida. Além de tudo isso, no segundo jogo, você precisa socar os inimigos até zerar suas vidas pra usar golpes de luta livre, o que é bem idiota, já que não existe diferença entre fazer isso e atacar com a beam katana de forma normal, enquanto que no primeiro jogo, golpes de luta livre são outra opção para acabar com inimigos com muita vida de maneira mais rápida.

NMHvs7

Chefes

NMH1 > NMH2: DS

Travis começa o segundo jogo no rank 51, mas NÃO existem 50 chefes. Na verdade, são 15 no total, já que muitos assassinos rankeados morrem de maneira… imbecil. Mortos por outros, ou mortos aos montes sem ao menos você perceber. E mesmo os assassinos que o jogador enfrenta são, no geral, muito inferiores aos carismáticos inimigos de No More Heroes 1. As cutscenes introdutórias foram quase que substituídas por umas baboseiras que Sylvia fala em uma salinha com um tom daqueles antigos filmes noir, mas maiores detalhes sobre cada assassino são omitidos. Existem várias lutas divertidas, e o humor e as bizarrices nunca ficam fora de cena, mas a impressão que fica é que poucos inimigos de Desperate Struggle são tão memoráveis quanto os do primeiro jogo. Enquanto enfrentar e matar cada um dos assassinos rankeados continua divertido como sempre, os personagens em si não tem muito a dizer sobre si.

Isso, num geral. Margareth, a número 4 do rank, é extremamente divertida de se enfrentar, e além disso, tem uma boa carga de personalidade e character design. E Alice, a número 2 no rank e personagem que aparece no primeiro trailer de Desperate Struggle, tem uma apresentação que rivaliza com as melhores do primeiro jogo, como Death Metal, Doctor Peace e, principalmente, Holly Summers, que tem um tom parecido, meio melancólico, em contraste com a bizarrice da maioria dos outros assassinos. Essas duas entrariam fácil em um “top 10 chefes de No More Heroes 1 e 2”.

NMHvs3

Guarda-roupa

NMH1 > NMH2: DS

Sério, olha essa imagem aí em cima. No primeiro jogo, Travis tem um guarda-roupa bem punk rock, e cheio de camisetas com mensagens engraçadas, como “Sniper: running aways just make you die tired”, algo como “Sniper: sair correndo só faz você morrer cansado”. Nesse segundo jogo, as camisetas são piores que as minhas, e cada conjunto tem um tema, mas quem gostaria de se vestir como um mendigo, ou como um otaku, ou como essa coisa aí de cima?

NMHvs4

Vingança

NMH1 > NMH2: DS

Apesar das bizarrices, No More Heroes tem uma história, e em Desperate Struggle, o foco é forte na vingança. O problema é que Travis luta pra se vingar pela morte de Bishop, e bem… Bishop não é lá a pessoa mais importante do mundo. Nem pro jogador, nem pro próprio Travis. No primeiro jogo, o cara mal aparece, e no segundo, só aparece pra morrer. Nesse aspecto de vingança, o primeiro jogo tem um apelo bem mais forte.

Atenção para spoilers…

Jeane, a meio-irmã de Travis, é a responsável pela morte dos pais de Travis. Agora, pra mim, faz muito mais sentido se vingar pela morte dos pais do que pela morte do cara que toma conta da locadora. Tudo bem, gostar de filmes é uma coisa, mas pra tudo tem limite, né?

A personalidade de NMH1 e o humor de NMH2

Os dois jogos possuem muita personalidade e muito humor, mas a impressão que tive é que o primeiro jogo tem mais personalidade, apresentando de forma mais profunda cada assassino rankeado, enquanto o segundo jogo tem mais bizarrices engraçadas, mais referências exageradas ao sexo e à violência presente nos games modernos, mais Travis, mais Sylvia, mais frases de impacto, e muito menos foco nos assassinos.

No More Heroes 2: Desperate Struggle ainda é um ótimo jogo, muito mais engraçado do que 99% dos jogos que se encontra por aí, mas o sólido sistema de combate e a personalidade dos chefes do primeiro jogo ainda me fazem preferir o No More Heroes original.

Agora, é esperar que Desperate Struggle renda dinheiro suficiente para a Grasshopper e para Suda51 cogitarem fazer um terceiro game!

Aleatoriedades gamers: referência ou mera coincidência?

noreset_fuleiragensRebeca GliosciNavegando pela internet, descobri um site em que se pode mandar imagens comparando personagens de games com personalidades da vida real, dos quadrinhos e dos filmes. Alguns exemplos são meio “nada a ver”, com outros dá pra rir bastante e há casos em que, de tão parecidos, ficamos na dúvida se rolou um plágio descarado.

Seguem alguns exemplos:

big_boss_metal_gear_solid_-_kurt_russell

Este foi inspirado de verdade.

bigboss

Este eu não tenho certeza, mas se não foi inspirado é coincidência demais pra mim, pois é muito igual!

solid_snake_metal_gear_-_kyle_reese_terminator

Este a Konami copiou descaradamente.

revolver-ocelot-mgs4-stan-lee

Stan Lee mostrando que não vive só de quadrinhos! xD

namoi-hunter-metal-gear-solid-monica-bellucci

Num filme de MGS, Monica Bellucci daria uma ótima Naomi.

solid-snake-metal-gear-solid-dennis-quaid

Até Dennis QuaidKojima não sabe criar, tem que sair copiando as caras dos outros?! hahahahah

rikku_final_fantasy_x-2_-_alx_rose_guns_n_roses

Axl parece mais pai da Rikku que o próprio Cid.

maria_silent_hill_2_-_cameron_diaz

Antes de ver esta imagem, eu nunca havia reparado o quanto a Maria é a cara cuspida e lavada da Cameron Diaz!

k_king_of_fighters_-_halle_berry_storm_xmen

Gêmeos idênticos!!!

sephiroth-final-fantasy-vii-david-bowie

Eu não queria admitir não, mas… tá igualzinho! xDDD

raziel-legacy-of-kain-soul-reaver-david-bowie

David Bowie sempre marcando presença nos games! hahahah

sam-fisher-splinter-cell-christian-bale1

Se fizerem filme de Splinter Cell, Sam Fisher já tem seu ator!

sisqo-donkey-kong

Hauhuahauhuahauuhahauhauhauhauhuahaahua!!!!!

rodape_noresetnet2