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Há 20 anos, o Sega Saturn era lançado no Japão

Sega Saturn, o console de 32 bits da Sega, rival do PlayStation, da Sony, completa 20 anos neste domingo. A primeira idéia começou entre 1992 e 1993, quando a Sega estava decepcionada com os resultados do Mega Drive/Genesis, diante do Super Nintendo, da Nintendo na Batalha dos 16-Bits. Mesmo com a criação dos periféricos Mega CD/Sega CD, o console não conseguiu fazer frente ao SNES.

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Então, a Sega começou a pensar no sucesso dos seus jogos dos arcades Sega Model 1 que tinha grande capacidade de processamento, perto dos 32-Bit e criava gráficos em 3D. Virtua Fighter, Daytona USA, Virtua Racing conquistou vários fãs. Essa vantagem poderia ser o ponto de partida inicial do que foi apresentado em 1994.

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Durante a Tokio Game Show, o Projeto Saturn foi anunciado. Depois o console teria o mesmo nome. O CPU foi desenvolvido a partir de uma parceria com a Hitachi. Assim nasceu o SuperH RISC Engine, o SH-2, que na visão dos executivos da Sega era barato e eficiente. Porém, após o seu lançamento, o console não teve vida fácil.

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Pois, de um lado tinha a Sony, com seu primeiro videogame do mercado, o PlayStation e a Nintendo, que lançou em 1996 o Nintendo 64, que conseguiu arrebatar vários jogadores com seu poder extremo de processamento de gráficos e jogos que venderam que nem água.

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No fim, em novembro de 1998, quando foi descontinuado nos EUA, o Sega Saturn chegou a marca de 9,5 milhões de consoles vendidos no mundo. A última pá de cal foi dois anos depois. Ele foi descontinuado no Japão, em novembro de 2000, há 14 anos… O tempo voa!

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[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

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Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

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Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

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Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

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Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

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Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

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Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

Para especialista, mercado de games do Brasil e Rússia são semelhantes

Durante a Brasil Game Show, entrevistei e conversei com Roman Kungurtsev, Líder Especialista de Marketing da produtora russa AlternativaPlatform, desenvolvedora do jogo Tanki Online,  jogo 3D de ação e combates táticos entre tanques de guerra que roda direto no navegador. Localizado em português, o jogador pode personalizar seu tanque de guerra combinando canhões, pinturas e carrocerias, cada uma com suas características únicas de velocidade, resistência e poder de fogo.  75 mapas e cenários estão disponíveis, com mais de 3 mil combinações possíveis, onde as partidas, entre 2 a 40 jogadores, podem ser disputadas em tempo real.

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Kungurtsev deu sua visão sobre o mercado brasileiro de jogos e sua meta para avançar em quantidade de jogadores do game Tanki Online, que já tem mais de 40 milhões de contas ativas no mundo e no Brasil, em menos de 9 meses já conseguiu mais de um milhão de jogadores ativos. A meta é dobrar o número de assinantes.

 


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NoReset: Como foi o desenvolvimento do Tanki Online?
Roman Kungurtsev:
Três amigos se inspiraram em Battle City para Nintendo 8 bits (NES) e eles começaram a pensar em um jogo semelhante mas com comunicação. Esse foi o ponto importante para o desenvolvimento do jogo. Esse jogo você pode jogar com mais pessoas, diferente do jogo do NES que dava para jogar com apenas duas pessoas.

 

Battle City (Namco, NES, 1980, 1985) 

 

NoR: Quanto tempo demorou para o desenvolvimento do jogo?
RK:
Demorou alguns anos para começar a desenvolver o jogo. Eles estavam na faculdade quando começaram a desenhar o jogo. Eles primeiro pensaram em desenvolver os softwares para aprimoramento e depois criaram a AlternativaPlataform e depois foram para o desenvolvimento do jogo. Foi usado a plataforma Unity para o desenvolvimento do jogo.O jogo demorou cerca de quatro meses, contando com uma equipe de 15 pessoas.

 

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NoR: Com mais de 40 milhões de jogadores no mundo, quais são as metas para o Brasil e no Mundo?
RK: Temos 40 milhões de registros no mundo e em 6 meses conseguimos um milhão no Brasil. Temos seis mil usuários pagantes e nos próximos seis meses queremos dobrar o número de assinantes.

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NoR: Porque trazer o Tanki Online ao Brasil?
RK: O Brasil foi escolhido apos uma pesquisa de mercado entre os vários países da America Latina E porque o mercado brasileiro é semelhante ao mercado russo e percebemos que o brasileiro é bastante fiel ao jogo, como os jogadores russos. O brasileiro gosta do Tanki O jogo está na Rússia, Alemanha, países que falam inglês e agora a meta é investir no jogo no Brasil. O mercado tem bastante potencial.

NoR: Qual é a semelhança entre o mercado brasileiro e russo?
RK: Ambos países estão em crescimento, o mercado de games está em crescimento e assim como a Rússia lá tem muita gente que gosta de MMO e gosta de jogabilidade rápida assim como o Brasil. Além disso, podemos dizer que os brasileiros, como os russos, gostam de comunicação no jogos, como o chat em tempo real, colaborando na comunicação com as pessoas, que ajuda a cair nas graças do jogador.

 

 

 

 

Confira os destaques da Brasil Game Show 2014

A edição 2014 da Brasil Game Show, considerada uma das maiores feiras de games da América Latina, trará muitos lançamentos e novidades. O evento acontecerá entre os dias 8 e 12 de outubro, em São Paulo. Confira:

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BRASIL GAME CUP – Um dos grandes destaques será a Brasil Game Cup (BGC), um grande Campeonato de DotA 2 que contará com a presença dos principais times do cenário nacional além de equipes internacionais, com uma premiação de R$ 60 mil. As equipes confirmadas são: Not Today (Peru), Union Gaming (Peru), Isurus Gaming (Argentina), paiN Gaming, The House is Down, Keyd Stars, CNB e INTZ E-SPORTS. São equipes com jogadores profissionais que encaram os games com seriedade e percorrem o mundo competindo. Eles ganham para jogar e treinam por até 10 horas por dia. A Equipe vencedora no torneio terá o seu nome gravado no Troféu Ralph Baer, homenagem ao criador do primeiro videogame da história.

PRODUTORES INTERNACIONAIS – A BGS contará com a presença de grandes personalidades do mundo dos games. Ed Boon, criador dafranquia de sucesso Mortal Kombat, um dos jogos de maior sucesso em todos os tempos, é um dos grandes destaques. Além dele, Chance Glasco, um dos idealizadores do premiado Call of Duty, e Tom Isacksen, designer de personagens da Ubisoft, são presenças já confirmadas. Confira aqui.

LANÇAMENTOS – Lançamentos são sempre aguardados na BGS! Para este ano, já estão confirmados alguns títulos como: Just Dance 2015 e Assassin’s Creed Unity, da Ubisoft, Resident Evil: Revelations 2, da Capcom, LEGO Batman e Dying Light, da Warner e, entre inúmeros outros títulos. Caso queira conhecer mais detalhes a respeito de cada um deles, acesse o link.

PLAYSTATION – O estande PlayStation®’s na Brasil Game Show oferecerá 64 estações de consoles da nova geração, além de 16 estaçõesde PlayStation® 3 e outras  16 de PlayStation® Vita. A lista de jogos inclui, entre outros, os jogos: The Evil Within, The Order 1886, Bloodbourne, Driveclub, Little Big Planet 3, Until Dawn e Destiny.

UBISOFT – A Ubisoft vem com tudo para a Brasil Game Show 2014. Pela primeira vez em estande próprio e com a maior metragem já ocupada pela empresa neste evento, 350m², a empresa promete agitar o público e levar para os fãs o  que tem de melhor. Além da presença deprodutores de Assassin’s Creed Unity, Assassin’s Creed Rogue, Far Cry 4 e The Crew, o estande terá áreas temáticas para os próximos lançamentos e o público poderá testar pela primeira vez no Brasil os jogos Far Cry 4, Just Dance 2015, The Crew e Assassin’s Creed Rogue. Assassin’s Creed Unity terá sessões de demonstração abertas feitas pelo lead game designer do jogo, Benjamin Cyrille Plich.

CAPCOM – A Capcom terá atividades incríveis no estande da WB Games. Os fãs brasileiros terão a oportunidade de jogar pela primeira vez Resident Evil Revelations 2, o jogo de horror mais aguardado da temporada. A BGS também será o palco de um torneio ranqueado da Capcom Pro Tour, a liga internacional de torneios de Street Fighter, e os fãs ainda terão uma palhinha do recém-anunciado Omega Mode de Ultra Street Fighter IV, apresentado pelo diretor de sistema de batalha Peter Rosas, convidado internacional.

HYPERX – A HyperX, divisão da Kingston, levará à Brasil Game Show tudo aquilo que um gamer pode querer: os componentes mais poderosos do mercado, periféricos inéditos, duas das maiores equipes de e-sports do Brasil e workshops de overclock em que serão ensinadas formas de alcançar o melhor desempenho de computadores. Em um estande de 240m², público terá à disposição 12 máquinas equipadas com SSDs, memórias RAM, headsets e mousepads, todos da HyperX, e ainda poderá participar de campeonatos de cosplay, desafiar cyber atletas profissionais, ganhar brindes e comprar produtos com preços especiais.

MUSEU DO VIDEOGAME – Outro grande destaque será o espaço Evolução do Videogame. Marcelo Tavares, diretor e idealizador do evento é um dos maiores colecionadores de games do Brasil, com mais de 350 consoles e mais de três mil jogos e acessórios. Ele vai disponibilizar mais de 120 consoles para que os visitantes possam ver de perto os aparelhos de cada uma das oito gerações do videogame e inclusive experimentar alguns jogos. Uma Área de Arcades, com dezenas de máquinas de Fliperama estará à disposição dos visitantes.

ÁREA INDIE – Com o intuito de fortalecer ainda mais o desenvolvimento do setor no país, a BGS terá uma área exclusiva para desenvolvedores independentes apresentarem games desenvolvidos no Brasil. Empresas como Aritana e a Pena da Harpia, Garage227, Devolver Digital, TheGameWall, Gameblox, Swordtales, Fira Soft, Digiten, Reload e Gilp são algumas já confirmadas. Os desenvolvedores poderão agendar reuniões com outras empresas, com a oportunidade de apresentar seus trabalhos.

COSPLAYERS – Cosplay é a caracterização feita por fãs, com fantasias e acessórios de seus personagens favoritos. Um dos estandes irá oferecer estrutura com camarim, vestiário e guarda-volumes para os cosplayers se produzirem e guardarem seus pertences durante a feira. Além disso, um corpo de jurados vai eleger as melhores caracterizações diariamente, com prêmios.

FUTEBOL – Paixão nacional, os jogos de Futebol mais famosos no mundo dos games estarão disponíveis na Feira. Com a reta final do Brasileirão, a paixão dos jogadores toma conta dos gramados virtuais em partidas com os times e jogadores mais populares do País. Osvisitantes poderão jogar FIFA 15 e PES 2015 (Pro Evolution Soccer) – sendo que esse último será apresentado no evento antes mesmo de seu lançamento mundial.

COMPRAS – A BGS 2014 contará com algumas das principais varejistas do mercado. Com centenas de produtos disponíveis, lojas como Saraiva e Lojas Americanas vão oferecer promoções e preços especiais para os visitantes. Além disso, a BGS também terá uma loja com produtos oficiais, incluindo camisas, mousepads, canecas e muito mais.

DIA DAS CRIANÇAS – A BGS será encerrada no dia 12 de Outubro, dia em que comemoramos o Dia das Crianças. Temos vários personagens que pediram para visitar a feira como presente para a data. Famílias inteiras estarão juntas visitando o Evento e muitos filhos pediram aos seus pais a visita à Feira como presente. Outros aguardam o Evento para, junto de seus pais, comprarem aquele jogo ou acessório que será lançado no Brasil durante a BGS.

DOAÇÃO DE ALIMENTOS – Anualmente, a BGS doa todos os alimentos arrecadados na Feira para alguma Instituição beneficente. Em 2013, cerca de 50 toneladas foram arrecadadas (todos os visitantes que doarem um quilo de alimento na entrada do evento garantem meia-entrada no ingresso). Para este ano, a expectativa é que mais de 70 toneladas sejam recolhidas e revertidas em doação para a Instituição Casa deDavid (www.casadedavid.org.br).

A Casa de David realiza um trabalho de extrema humanidade, dedicando seus melhores esforços a seres humanos que necessitam de apoio permanente. Possui departamento médico com atendimento 365 dias por ano, 24 horas por dia, com enfermagem, odontologia, psicologia, fisioterapia, ludoterapia, entre outros tratamentos. O abrigo cuida de pessoas com deficiência mental e autistas, e atualmente, o abrigo atende mais de 300 pessoas e tem projetos que envolvem games nos seus tratamentos. Além disso haverá uma visitação de crianças e adolescentes da Instituição ao evento.

 

Brasil Game Show
Data: 08 a 12 de Outubro
Local: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – SP
Horários: 08 de Outubro (exclusivo para Imprensa e Business) – 13h às 21h 09 a 12 de Outubro (público geral) – 13h às 21h Informações: www.brasilgameshow.com.br

Tecmo Koei agora é Koei Tecmo

Assim como a Namco Bandi, que virou Bandai Namco, a empresa japonesa Koei Tecmo mudou a nomenclatura das suas divisões na América e Europa. Agora para padronizar, conforme a matriz no Japão, Koei Tecmo Holdings Co., Ltd., as empresas do lado do Ocidente deixam de ser chamadas de Tecmo Koei e passam a se chamar Koei Tecmo. A companhia acredita que com a padronização, a empresa possa ampliar o alcance da marca no planeta. É o que informa o Gematsu.

Fusão da Tecmo com a Koei foi em 2009

Em setembro de 2008, o NoReset acompanhou essa novela da fusão. A Square Enix fez planos para fazer uma aquisição amigável de 30% da companhia japonesa e enviou uma proposta para a Tecmo.

A proposta foi recusada pela Tecmo, que não deu satisfações a Square Enix. Em setembro de 2008, a Tecmo anuncia que estava em fase de negociação com a Koei. Em novembro de 2008, o martelo foi batido para o acordo, em janeiro de 2009 houve a aprovação e em abril de 2009 foi anunciada a fusão Koei Tecmo.

Dinasty Warriors: Gundam Reborn é anunciado para PS3

A Bandai Namco anunciou o lançamento de Dinasty Warriors: Gundam Reborn. Desenvolvido pela Tecmo Koei, e disponível na PSN para o PlayStation 3, o jogo proporciona a pilotagem das Mobile Suits através de cenas famosas abrangendo múltiplas séries de anime Gundam em um jogo cheio de ação e emoção.

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Ambientado numa era chamada de “Universal Century” (Século Universal), os robôs gigantes conhecidos como Mobile Suits são usados para se travar guerras na terra, no céu, no mar e no espaço. Apresentando Mobile Suits e pilotos vindos de mais de 30 anos da série Gundam de anime e manga, Dinasty Warriors: Gundam Reborn permite aos jogadores o envolvimento em batalhas que percorrem todo o universo da série Gundam com a maior coleção de Mobile Suits vista na série.

 

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Reviva as emocionantes batalhas e sequências de animação com o maior número de missões jamais vistas antes, abrangendo toda a série Gundam, incluindo Mobile Suit Gundam SEED no “Official Mode” (Modo Oficial). Fãs também podem escolher qualquer piloto para controlar qualquer Mobile Suit liberado no jogo para missões interligadas, no “Ultimate Mode” (Modo Definitivo).

O jogo permite que os jogadores controlem unidades de Mobile Armor imensas, disponíveis pela primeira vez na série. As unidades de Mobile Armor se sobrepoem à oposição e causam destruição absoluta ao inimigo com suas armas únicas. Melhorias visuais permitem que os Mobile Suits e os diversos cenários reflitam um mundo tomado pela Guerra a medida que os jogadores batalham por hordas de inimigos por cada um dos mapas.

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Conforme completam as missões, os jogadores poderão otimizar seus Mobile Suits e seus respectivos sistemas de armas. Melhorias de armas serão refletidas graficamente com um alcance e força aumentados, facilitando a visualização do progresso dos Mobile Suits para os jogadores.

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Os jogadores poderão, também, selecionar seus Mobile Suits favoritos e se unir para jogar em um modo de tela dividida local ou num modo cooperativo online repleto de ação. O jogo já está disponível para PS3, na PlayStation Store.

Game de tiro, Tanki Online, ganha mapa do Rio

Lançado em Português há pouco mais de dois meses, o game de tiro gratuito em terceira pessoa Tanki Online desenvolvido pela russa AlternativaPlatform lança um mapa especial do Rio de Janeiro, que pode ser acessado gratuitamente no mundo todo.

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Nesse curto espaço de tempo, o game alcançou números expressivos por aqui. Segundo a AlternativaPlatform, Tanki Online chega a ter entre 5 e 9 mil novos jogadores por dia. No total, já reúne 300 mil gamers, alcançando picos de até 3.000 simultâneos. Somente em maio, cadastraram-se 134 mil novos usuários. Tanki Online é um jogo gratuito, com loja de itens, de combate tático com tanques de guerra em terceira pessoa; ele roda direto no navegador e está totalmente em Português.

O mapa da cidade fluminense  é gratuito e traz uma arena urbana, à beira de uma bela praia. É possível identificar o Corcovado com o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara no cenário.

Em Tanki Onlineos jogadores pilotam tanques de guerra, que podem ser modificados e personalizados com torretas, carrocerias e pinturas, que determinam o poder de fogo, tipo de munição, o dano e a velocidade dos veículos. A jogabilidade é simples, pelo teclado, e o game conta com vários modos de jogo: Combate Mortal, Combate Mortal em Equipe, Captura da Bandeira e Pontos de Controle. Em todos os modos, as disputas são ágeis, emocionantes e recheadas de elementos táticos.

O jogo gratuito 3D de ação sobre tanques foi honrado com vários prêmios, tais como ‘’Melhor Tecnologia’’ na conferência russa de desenvolvedores KRI no ano 2009, no ano de 2013 “Runet Price” pela Agência Federal de Imprensa e Comunicação de Massa da Federação Russa.

 

Brasil representa 56% das vendas de Watch_Dogs na América Latina

Um mês após o lançamento mundial de Watch_Dogs, a Ubisoft anuncia que já foram vendidas 600 mil cópias do jogo na América Latina, um novo recorde para a empresa. Desse número, 56% referem-se às vendas em território brasileiro, onde as cópias para PlayStation 4 e Xbox One representam, juntas, 41% do total. Já os jogos para PlayStation 3 e Xbox 360 somam 49%, enquanto os de PC, 10%.

Primeiro game da Ubisoft fabricado em Manaus (AM) – nas versões para Xbox 360, Xbox One e PlayStation 3 –, Watch_Dogs chegou ao mercado brasileiro totalmente localizado em português e no mesmo dia do lançamento mundial do jogo. Também disponível digitalmente, as vendas via download representaram 7%, um resultado que demonstra o crescimento dessa opção de compra no País.

“Fizemos todos os esforços possíveis para oferecer aos jogadores uma experiência de jogo fantástica, desde a concepção do game, passando pela dublagem em português do Brasil até o lançamento mundial simultâneo. Um jogo de ação e aventura em mundo aberto com altíssima qualidade, modo multiplayer inovador e enredo envolvente merecia o investimento”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft na América Latina.

“A venda de 600 mil jogos a R$199,90 representou um faturamento de cerca de R$120 milhões, um valor importante que poucos produtos de entretenimento conseguem atingir nesse intervalo de tempo. Esperamos que Assassin‘s Creed Unity e Far Cry 4, os próximos  grandes lançamentos da Ubisoft, cheguem a volumes semelhantes, ainda mais com o crescimento da base instalada de consoles da nova geração”, concluiu.

Watch_Dogs é um jogo de ação e aventura em mundo aberto em que os jogadores experimentam viver em uma sociedade totalmente conectada, onde pessoas e empresas correm o risco de terem seus dados expostos graças à dependência cada vez maior das redes de informações e tecnologias.  Os jogadores assumem o papel de Aiden Pearce, um novo tipo de vigilante que, com a ajuda de seu smartphone, utiliza suas habilidades para invadir a Central de Sistemas Operacionais de Chicago (ctOS) e controlar quase todos os elementos da cidade. No Brasil, o jogo tem classificação etária de 18 anos.

 

E3 2014: Assista a conferência da Nintendo (Wii U, 3DS)

Assista a conferência da Nintendo, em inglês, na E3 2014, que aconteceu no dia 10 de junho.
Duração: 45:55

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E3 2014 | Saiba o que aconteceu até agora nas conferências.

MICROSOFT – http://bit.ly/1ihOVRZ
ELECTRONIC ARTS (EA) – http://bit.ly/1l26KEa
UBISOFT – http://bit.ly/1l26Trg
SONY – http://bit.ly/1obheJC
NINTENDO – http://bit.ly/1oRVnD0

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E3 2014: Assista a conferência da Sony (PlayStation)

Assista a conferência da Sony, em inglês, na E3 2014, que aconteceu no dia 09 de junho.
Duração: 2:13:32

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E3 2014 | Saiba o que aconteceu até agora nas conferências.

MICROSOFT – http://bit.ly/1ihOVRZ
ELECTRONIC ARTS (EA) – http://bit.ly/1l26KEa
UBISOFT – http://bit.ly/1l26Trg
SONY – http://bit.ly/1obheJC
NINTENDO – http://bit.ly/1oRVnD0

 

 

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