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[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

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Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

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Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

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Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

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Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

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Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

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Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

GameNews #18 – Entrevista: Marcelo Tavares (Brasil Game Show)

O episódio 18 do GameNews é especial. Cido Coelho, Eduardo Moska, Leandro Garcia, Bianca Veloso entrevistaram Marcelo Tavares, líder e criador da Brasil Game Show no dia 27 de maio via Skype.

Ele fala sobre as novidades da BGS 2014, sobre coleções de games, um pouco de sua vida, games (claro!), política, industria, regionalização de eventos e adianta em primeira mão que a BGS terá um pavilhão para os desenvolvedores indies.

Confira agora e ouça a entrevista que tem duração de 1h05. O GameNews é produzido pelos sites NoReset (SP), Level Gamer (DF) e ReportGamer (RJ).

BIG Festival recebeu 8 mil visitantes

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Oito mil visitantes estiveram na segunda edição do BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival), entre 10 e 18 de Maio, no Centro Cultural São Paulo. O evento, que é o único voltado aos jogos independentes da América Latina, entrou para a programação cultural oficial da cidade de São Paulo e irá acontecer anualmente, na mesma época, em data ainda a ser definida.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos neste ano. O BIG dobrou de tamanho e agradecemos a todos que puderam visitar o festival”, diz Gustavo Steinberg, Diretor Executivo do BIG Festival.

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O BIG festival tem duas vertentes: negócios e público final. No festival, os visitantes testaram os melhores jogos independentes do Brasil e do mundo, entre eles os 22 classificados que concorreram a prêmios totalizando R$ 45 mil em dinheiro. Este ano foram inscritos 400 games do mundo todo.

No BIG Business Fórum, os pré-inscritos tiveram a oportunidade de assistir palestras, workshops, agendar reuniões com publishers estrangeiras e 7 desenvolvedores brasileiros pré-selecionados mostraram seus jogos na Demonight.

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“Este ano recebemos 23 convidados internacionais entre publishers, investidores e desenvolvedores vindo do Canadá, Estados Unidos, Japão, países europeus e Nova Zelândia. Um orgulho organizado o BIG Business Forum, nosso B2B, rico em conteúdo e que, tenho certeza, alavancou novas oportunidades comerciais para nossas empresas no mercado internacional e acrescentou muito conhecimento aos desenvolvedores brasileiros, pois todas as palestras estiveram lotadas”, diz Eliana Russi, gerente executiva do Brazilian Game Developers Export Program, parceria da Abragames com a Apex Brasil.

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Neste ano, foram 717 participantes do BIG Business Fórum, que acompanharam palestras e painéis e agendaram 270 reuniões durante o evento.No total, 50 empresas fizeram parte das negociações durante o Fórum de Negócios em São Paulo e 16 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde o evento teve uma parceria com a feira de tecnologia BITS e com o evento DASH, realizado pela ADJOGOS, Associação Gaúcha de Desenvolvedores.

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O BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival), primeiro festival com foco na produção independente de games do Brasil e único na América Latina, visa fortalecer a produção independente de games no Brasil por meio da capacitação de profissionais, troca de experiências e intercâmbio de produtos, e se estabelecer como ponto de encontro e de referência para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais. Teve sua primeira edição realizada em 2012 no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo).

O japonês Nom Nom Galaxy foi considerado o melhor jogo do BIG Festival.
O japonês Nom Nom Galaxy foi considerado o melhor jogo do BIG Festival.

A programação inclui atividades exclusivas para profissionais da área e outras abertas ao público. O BIG é realizado pela empresa brasileira Bits Produções com patrocínio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo; Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo; e Apex-Brasil – Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos; e apoio da Abragames – Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais.

Fotos: Cido Coelho/NoReset

Cinco jogos do Brasil estão nas finais do BIG Festival

A organização do Brazil’s Independent Games Festival (BIG Festival) divulgou a lista dos 22 jogos classificados como finalistas do Festival Internacional. Cinco produções nacionais estão na lista e todos os jogos poderão ser testados pelos visitantes, em 35 TVs que estarão na exposição.

Os finalistas vão concorrer a R$ 42 mil em prêmios nas categorias Melhor Jogo, Revelação Brasil, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, Melhor Game Play e Voto Popular. Quem passar pelo BIG poderá votar no seu jogo favorito. Para interagir com o evento, acesse a página da organização no Facebook.

A cerimônia de premiação acontece no dia 13 de maio, às 19h. Todos os detalhes e imagens dos jogos participantes podem ser vistos no site do evento.

O BIG é o primeiro festival de mercado com foco na produção independente de games do Brasil e único na América Latina, visa fortalecer a produção independente de games no Brasil por meio da capacitação de profissionais, troca de experiências e intercâmbio de produtos, e se estabelecer como ponto de encontro e de referência para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais.

O evento, aberto ao público, é gratuito e será realizado de 10 a 18 de Maio, no Centro Cultural São Paulo, na capital Paulista e será fechado para inscritos e convidados no Rio Grande do Sul.

Conheça os jogos finalistas do BIG Festival:

Brasileiros:

Aritana e a Pena da Harpia (Pérsis Duaik/site do jogo)

 No coração da Floresta vive uma tribo de valentes guerreiros. Tabata, o Cacique, está gravemente doente e Raoni, o Pajé, está cuidando dele. Um poderoso Espírito da Floresta se apossou do corpo de Tabata e só um antigo ritual pode desfazer o feitiço. Infelizmente, o ingrediente mais importante está faltando: a pena de uma Harpia conhecida por Uiruuetê. A pena sagrada poderá ser encontrada apenas no topo da montanha mais alta, em meio às terras do terrível Mapinguari.

Chroma Squad (Behold Studios/site do jogo)

Você é o gerente de um estúdio de TV onde são gravados episódios de uma explosiva série de Super Sentai! Contrate atores, crie suas cores e habilidades, grave episódios em batalhas de turnos e destrua tudo para ganhar audiência!

 

Headblaster (Loud Noises/site do jogo)

Headblaster é um jogo 2D de ação top down rápido e gratuito. Nele o jogador tem de controlar o stress e a dor de cabeça do personagem coletando remédios, em uma cidade gerada aleatoriamente. Quanto maior o stress, mais perto da morte o personagem fica, porém também fica mais poderoso e capaz de combater seus inimigos. Cabe ao jogador gerenciar seu stress de modo que consiga sobreviver o máximo de tempo possível.

Like a Boss! (Fernando Colombo de Almeida/site do jogo)

Ataque heróis que perderam a conexão com a internet, se aproveite dos novatos que não sabem sair de cima do fogo, se livre de NPCs traidores que pedem ajuda aos heróis para matar você e queime cidades que estão em seu caminho. Entre em guerra com a capital dos heróis e faça o que for necessário para provar que você é o chefe!

Ninjin (Pocket Trap/site do jogo)

Ninjin é um jogo de ação inspirado em clássicos beat’em’up e arcade shooters com um toque moderno. No controle de Ninjin, um coelho ninja, o jogador enfrenta inúmeras ondas de inimigos em busca de recuperar suas cenouras roubadas por um xogum maléfico.

 

Galeria de imagens

Internacionais:

Ballpoint Universe: Infinite (Arachnid Games / EUA) – http://goo.gl/Jdsq4G

Blek (kunabi brother / Áustria) – http://goo.gl/BfwaWW

Bounden (Eline Muijres / Holanda) – http://goo.gl/1bi8mi

Crypt of the NecroDancer (Brace Yourself Games / Canadá) – http://goo.gl/6pbZxc

Drei (Etter Studio / Suíça) – http://goo.gl/1exKuC

Ephemerid (SuperChop Games / EUA) – http://goo.gl/ujch9R

FRAMED (Loveshack / Australia) – http://goo.gl/h9efKC

Gorogoa (Jason Roberts / EUA) – http://goo.gl/EyfxPC

Icycle: On Thin Ice (Damp Gnat e Chillingo / Reino Unido) – http://goo.gl/vfQRI0

Lovers in a Dangerous Spacetime (Asteroid Base / Canadá) – http://goo.gl/Zfxcdz

Nom Nom Galaxy (Q-Games / Japão) – http://goo.gl/aCwjCC

Octodad: Dadliest Catch (Young Horses / EUA) – http://goo.gl/9DbFZG

Papers, Please (Lucas Pope / Japão) – http://goo.gl/YIQ8NE

Secrets of Rætikon (Broken Rules / Áustria) – http://goo.gl/twhqUR

Tengami (Nyamyam / Reino Unido) – http://goo.gl/uYTq9l

The Banner Saga (Stoic / EUA) – http://goo.gl/ZtKn6g

The Stanley Parable (Galactic Cafe / EUA) – http://goo.gl/pCPFSF

 

  • Serviço – SP
  • Serviço – RS
2º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)
De 10 a 18 de maio (Segunda, 12, não abre para o público, apenas profissionais cadastrados no Fórum de Negócios)
De terça a domingo das 10h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita
Em Porto Alegre (RS): Dias 14 e 15 de maio Horário: 10 às 19 hs
Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi
*Restrito a convidados e inscritos previamente

 

 

BIG Festival: estão abertas as inscrições para rodada de negócios

Estão abertas as inscrições para a rodada de negócios do BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival). Profissionais de desenvolvimento e produção de jogos que quiserem reunir-se com representantes da indústria de games internacional para discutir projetos e parcerias durante o BIG Business Fórum devem agendar reuniões até 5 de maio pelo site. Os encontros acontecem em São Paulo e em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, de graça.

O BIG é o primeiro festival de jogos independentes da América Latina, que este ano acontece de 10 a 18 de maio, no Centro Cultural São Paulo. A rodada de negócios será realizada entre 12 e 14 de maio na capital paulista. Já na capital gaúcha irá acontecer dentro da feira de tecnologia BITs, no Centro de Eventos FIERGS, em 14 e 15 de maio.

O objetivo do festival é fortalecer a indústria de games no Brasil, buscando novas oportunidades de negócios no mercado internacional, além de capacitação e intercâmbio de produtos e profissionais.

Saiba quem são os convidados internacionais que participarão da rodada de negócios do BIG:

Tamir Nadav
Disney Playdom
Tamir atua na indústria de games há mais de uma década, desde programador, designer e agora produtor. Trabalhou com MMO’s, jogos para consoles, mobile e social/casual games. Atualmente é Produtor Sênior na Disney Interactive.
A Playdom/Disney Interactive é uma empresa global que produz entretenimento multi-plataforma. Com escritórios ao redor do mundo, tem interesse em conhecer o cenário brasileiro de desenvolvimento e quem sabe convidar alguns estúdios para fazer parte da família Disney.

Hector Sanchez
Sony Santa Monica
Hector Sanchez, Produtor da Equipe de Desenvolvimento Externo da Sony, estará no BIG Festival para participar da Rodada de Negócios. Hector é responsável pelo estúdio que criou a premiada série God of War e por outros jogos como Flower, Journey e The Unfinished Swan, disponíveis na PlayStation Network. Antes de ingressar na Sony, Hector foi Produtor do Netherrealm Studios, da Warner Bros., o estúdio criador dos jogos Mortal Kombat e Injustice: Gods Among Us.

Joel Brenton
505 Games
Um veterano da indústria de Games, que já produziu jogos para mais de 20 diferentes plataformas, inclusive Sega Genesis, hoje atua como Vice Presidente Sênior de Jogos Mobile da 505 Games, uma publicadora de jogos indies baseada em Milão, Itália, com escritórios na Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos. A 505 Games faz parceiras com equipes de desenvolvimento ao redor do mundo para produzir jogos, tais como Battle Islands e Wicked: The Game, para iOS e Android.

Jason Della Rocca
Execution Labs
Jason é o diretor executivo do Execution Labs em Montreal, além de ex-diretor executivo da Associação Internacional de Game Developers. Fundou a Perimeter Partners, uma consultora que provê estratégias, orientação e conhecimento a companhias e organizações de games. Ele foi honrado pelos seus esforços de construção da indústria com o Ambassador Award no oitavo Game Developers Choice Awards. Foi também nomeado como um dos “Game Developer 50’s” de 2009 pela revista Game Developer Magazine.

Steve Escalante
Versus Evil
Fundador da Versus Evil, baseada nos EUA, é um veterano da indústria de games, com 14 anos de experiência em desenvolvimento e publicação de jogos, 9 dos quais nas empresas em que foi co-fundador: Atari e Bethesda Softworks. Os outros 5 anos focou na publicação de jogos e livros, colocando mais de 300 produtos no mercado.

Mario Wynands
PikPok
Diretor executivo e co-fundador da PikPok, publicadora que atua nos segmentos celular, tablets e PC. Nos últimos 16 anos, a empresa, baseada na Nova Zelândia, construiu uma carteira de jogos de sucesso com vários jogos para console como: Shatter, GripShift, e Speed Racer: The Videogame, bem como vários sucessos para smartphones e tablets como: Flick Kick Football, Into the Dead e o indicado ao prêmio máximo inglês, o BAFTA, Super Monsters Ate My Condo.

Tim Besser
European Games Group
Tim Fabian Besser é CEO América Latina da European Games Group e sócio-diretor da Besser International. Trabalha há mais de 15 anos em diferentes produtos de mídias internacionais, tanto impressa quanto online, na Alemanha, no Brasil e na Espanha.
A European Games Group (www.gamesgroup.eu) foca em conteúdo/games/web, com o objetivo de ser um importante “enabler” e parceiro para games Free2Play online multi-plataforma publicados independentemente.

Kevin Flynn
Mobile Game Partners
Co-fundador da Mobile Game Partners, Kevin traz seus anos de experiência e contatos na indústria de jogos mobile à mesa para ajudar os desenvolvedores de jogos independentes.
Antes de iniciar a Mobile Game Partners, Kevin dirigiu os esforços de publicação em plataformas móveis na Z2Live, responsáveis por jogos de sucesso, como Battle Nations e Metalstorm. Antes de ingressar na Z2, Kevin foi Gerente Sênior de Estratégia e ajudou a liderar o grupo de publicação em plataformas móveis da Kabam, cujos sucessos incluem Kingdoms of Camelot e Dragons of Atlantis.

Jamie Cason
Miniclip
Com 18 anos de experiência na produção de projetos de entretenimento em teatro, TV e interatividade, Jamie entrou na Miniclip em junho de 2011 e é responsável por supervisionar a publicação e desenvolvimento externos de jogos para a Miniclip.com e lançar cerca de 70 novos jogos por ano. Jamie também atuou como Produtor em diversos jogos da empresa baseada no Reino Unido, incluindo Bullfrog Poker, 5 in a Row, BOXO, On The Run: Vegas e Joe Destructo.

Nathaniel Barker
Chartboost
Evangelista para a americana Chartboost, Nate Barker garante que a renda de seus parceiros, desenvolvedores indie, esteja crescendo cada vez mais. Nate foi responsável pelo marketing em apps de sucesso como “Tap Tap Revenge 4” e “Where’s my Water?”.
Chartboost é a maior rede de jogos mobile e líder em aquisição de usuários e monetização, trabalhando em conjunto com mais de 70% de desenvolvedores para iOS e Android de maior renda. Chartboost oferece maior controle e transparência além de Direct Deals & Cross-Promotion gratuitos.

  • Serviço – SP
  • Serviço – RS
2º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)
De 10 a 18 de maio (Segunda, 12, não abre para o público, apenas profissionais cadastrados no Fórum de Negócios)
De terça a domingo das 10h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita
Em Porto Alegre (RS): Dias 14 e 15 de maio Horário: 10 às 19 hs
Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi
*Restrito a convidados e inscritos previamente

Tem um game indie? Inscreva ele no Big Festival!

Até o dia 31 de março, desenvolvedores de jogos de qualquer lugar do planeta podem inscrever suas criações na 2ª edição da Brazil’s International Game Festival, ou BIG Festival, que é considerado o primeiro festival de jogos independentes da América Latina, que em 2014 acontece de 10 a 18 de maio, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, e entre os dias 14 e 15 de maio em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

O BIG Festival visa fortalecer a produção independente de games no Brasil por meio da capacitação de profissionais, troca de experiências e intercâmbio de produtos, para assim, tornar-se uma referência para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais.

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45 mil reais em prêmios serão distribuídos. Foto: Divulgação

Durante o festival acontece uma competição, que definirá quais são os melhores jogos do ano. Pelo menos 20 jogos indies serão escolhidos para concorrer a prêmios nas seguintes categorias: Melhor Jogo, Revelação Brasil, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, Melhor Game Play, Melhor Demo, e por último, Voto Popular. Pelo menos R$ 45 mil serão distribuídos em prêmios.

Na capital paulista, São Paulo, os melhores jogos do BIG Festival estarão disponíveis em computadores, consoles, tablets e smartphones para exposição aberta ao público. Os visitantes poderão testar todos os títulos de graça e pode também votar nos que mais agradam.

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Demonight

demonightlogoDurante a BIG Festival, aconecerá a Demonight, que é a oportunidade de apresentar o jogo em desenvolvimento — entenda por não completado, ou ainda não está pronto — para grandes nomes e investidores do setor de games. Os sete melhores demos serão escolhidos e apenas um ganhará R$ 3 mil.

Tim Besser (European Games Group), Jason Della Rocca (Execution Labs/Montreal, Canadá), Joel Breton (505Games/Londres, Inglaterra), Tamir Nadav (Disney Interactive-Playdom/Estados Unidos) e Jim Ying (Gree/China) estão entre os convidados confirmados pela organização do evento. Para se inscrever acesse http://www.bigfestival.com.br/demonight

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  • Para participar das palestras e do business forum, clique aqui 
  • Para enviar seu projeto de jogo ainda não finalizado, clique aqui 
O festival acontecerá em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Foto: Divulgação.
O festival acontecerá em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Foto: Divulgação.

  • Serviço – BIG São Paulo
  • Serviço – BIG Porto Alegre
De 10 a 18 de maio;
De terça a sexta: 10h às 20h/Sábado e domingo: 10h às 18h;
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP;
Entrada: Gratuita

ATENÇÃO – Segunda, 12, não abre para o público, apenas profissionais cadastrados no Fórum de Negócios.

Dias 14 e 15 de maio;
Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi

ATENÇÃO – Restrito a convidados e inscritos previamente

 
UPDATE: Em 18/03/2014, o texto recebeu acréscimo de informações.