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#BGS10: Riot Games leva UNILoL para Brasil Game Show e promove desafio universitário de League of Legends

10 edição será no Expo Center Norte (Foto: Cido Coelho/NoReset)

Disputa de LoL está confirmada para a Brasil Game Cup (BGC); competição será disputada por quatro times de universidades do Brasil e distribuirá R$ 10 mil entre os vencedores

São Paulo, 06 de setembro de 2017 – A Brasil Game Show (BGS) se aproxima e os anúncios não param. Agora, a BGS anuncia, ao mesmo tempo, a estreia do UNILoL na décima e histórica edição da feira, que acontecerá entre os dias 11 e 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e a realização do campeonato universitário de League of Legends (LoL) na Brasil Game Cup (BGC). Com mais de cem milhões de jogadores ativos por mês, LoL estará na tradicional competição de eSports da BGS com o Desafio UNILoL, primeiro torneio promovido pelo programa universitário, que premiará os vencedores com R$ 10 mil, sendo R$ 7 mil para o primeiro e R$3 mil para o segundo colocado.

Quatro times serão selecionados para participar do Desafio UNILoL, com base nos resultados dos torneios universitários realizados este ano no Brasil e mapeados pelo programa. As instituições classificadas serão divulgadas ainda em setembro. Todas as partidas do Desafio UNILoL acontecerão na quarta-feira, dia 11/10, e contarão com transmissão ao vivo nos canais oficiais da BGC no Twitch e YouTube.

“Estamos felizes em anunciar o Desafio UNILoL com equipes do cenário universitário que tiveram destaque em campeonatos realizados neste ano”, afirma Fabrício Santos, especialista em projetos na Riot Games no Brasil e responsável pelo UNILoL, programa universitário que apoia a criação de clubes de League of Legends dentro de instituições de ensino. “O nosso objetivo é criar um espaço permanente que conecte jogadores de LoL de uma mesma instituição, e levar as equipes para um desafio na BGS mostra para a comunidade a força do cenário universitário”, completa.

O UNILoL é um programa acadêmico, cujo objetivo é fomentar o desenvolvimento de ações sociais e competitivas no universo Buniversitário. Por meio de um portal, os estudantes cadastram clubes, que são organizados geograficamente, e têm acesso à dicas sobre como coordenar torneios e dar visibilidade às equipes.

“League of Legends é um grande título e é uma satisfação trazê-lo novamente para a BGS, especialmente nesta edição comemorativa. Além disso, é um prazer realizar na #BGS10 o primeiro desafio organizado pelo UNILoL no Brasil”, afirma Marcelo Tavares, fundador e CEO da Brasil Game Show.

Para conferir de perto as partidas das finais da Brasil Game Cup e todas as novidades da #BGS10, visitantes podem adquirir ingressos do sétimo lote com desconto de até 12% pelo site oficial www.brasilgameshow.com.br . Dessa forma, os tickets para cada dia da BGS custam R$ 79,00 (meia-entrada) e o passaporte para os quatro dias do evento abertos ao público R$ 237,00 (meia-entrada), ou seja, com este pacote, um dia de evento sairá de graça para o visitante.

Têm direito ao benefício da meia-entrada aqueles que doarem 1kg de alimento não-perecível na entrada do evento, estudantes, idosos, professores e pessoas com deficiência.

Sobre a Riot Games
A Riot Games tem como objetivo ser a empresa de jogos mais focada no jogador do mundo. A empresa foi criada em 2006 por jogadores empreendedores, que acreditam que o desenvolvimento de jogos focado na comunidade pode ter resultados incríveis. Em 2009, a companhia lançou seu primeiro título, League of Legends, aclamado pela crítica e pela comunidade, com mais de 100 milhões de jogadores por mês. A empresa está sediada em Santa Monica, na Califórnia, além de possuir 23 escritórios ao redor do mundo.

Sobre a Brasil Game Show – realizada pela primeira vez em 2009 na capital carioca como Rio Game Show, a BGS está a caminho de sua décima edição. Em 2017, a maior feira de games da América Latina e o segundo maior evento do setor no mundo em área utilizada será realizada de 11 a 15 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

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Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

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Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

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Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

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Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

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Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

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Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

BIG Festival recebeu 8 mil visitantes

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Oito mil visitantes estiveram na segunda edição do BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival), entre 10 e 18 de Maio, no Centro Cultural São Paulo. O evento, que é o único voltado aos jogos independentes da América Latina, entrou para a programação cultural oficial da cidade de São Paulo e irá acontecer anualmente, na mesma época, em data ainda a ser definida.

“Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos neste ano. O BIG dobrou de tamanho e agradecemos a todos que puderam visitar o festival”, diz Gustavo Steinberg, Diretor Executivo do BIG Festival.

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O BIG festival tem duas vertentes: negócios e público final. No festival, os visitantes testaram os melhores jogos independentes do Brasil e do mundo, entre eles os 22 classificados que concorreram a prêmios totalizando R$ 45 mil em dinheiro. Este ano foram inscritos 400 games do mundo todo.

No BIG Business Fórum, os pré-inscritos tiveram a oportunidade de assistir palestras, workshops, agendar reuniões com publishers estrangeiras e 7 desenvolvedores brasileiros pré-selecionados mostraram seus jogos na Demonight.

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“Este ano recebemos 23 convidados internacionais entre publishers, investidores e desenvolvedores vindo do Canadá, Estados Unidos, Japão, países europeus e Nova Zelândia. Um orgulho organizado o BIG Business Forum, nosso B2B, rico em conteúdo e que, tenho certeza, alavancou novas oportunidades comerciais para nossas empresas no mercado internacional e acrescentou muito conhecimento aos desenvolvedores brasileiros, pois todas as palestras estiveram lotadas”, diz Eliana Russi, gerente executiva do Brazilian Game Developers Export Program, parceria da Abragames com a Apex Brasil.

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Neste ano, foram 717 participantes do BIG Business Fórum, que acompanharam palestras e painéis e agendaram 270 reuniões durante o evento.No total, 50 empresas fizeram parte das negociações durante o Fórum de Negócios em São Paulo e 16 em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, onde o evento teve uma parceria com a feira de tecnologia BITS e com o evento DASH, realizado pela ADJOGOS, Associação Gaúcha de Desenvolvedores.

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O BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival), primeiro festival com foco na produção independente de games do Brasil e único na América Latina, visa fortalecer a produção independente de games no Brasil por meio da capacitação de profissionais, troca de experiências e intercâmbio de produtos, e se estabelecer como ponto de encontro e de referência para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais. Teve sua primeira edição realizada em 2012 no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo).

O japonês Nom Nom Galaxy foi considerado o melhor jogo do BIG Festival.
O japonês Nom Nom Galaxy foi considerado o melhor jogo do BIG Festival.

A programação inclui atividades exclusivas para profissionais da área e outras abertas ao público. O BIG é realizado pela empresa brasileira Bits Produções com patrocínio do BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social; Prodesp – Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo; Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo; Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo; e Apex-Brasil – Agencia Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos; e apoio da Abragames – Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais.

Fotos: Cido Coelho/NoReset

BIG Festival: estão abertas as inscrições para rodada de negócios

Estão abertas as inscrições para a rodada de negócios do BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival). Profissionais de desenvolvimento e produção de jogos que quiserem reunir-se com representantes da indústria de games internacional para discutir projetos e parcerias durante o BIG Business Fórum devem agendar reuniões até 5 de maio pelo site. Os encontros acontecem em São Paulo e em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, de graça.

O BIG é o primeiro festival de jogos independentes da América Latina, que este ano acontece de 10 a 18 de maio, no Centro Cultural São Paulo. A rodada de negócios será realizada entre 12 e 14 de maio na capital paulista. Já na capital gaúcha irá acontecer dentro da feira de tecnologia BITs, no Centro de Eventos FIERGS, em 14 e 15 de maio.

O objetivo do festival é fortalecer a indústria de games no Brasil, buscando novas oportunidades de negócios no mercado internacional, além de capacitação e intercâmbio de produtos e profissionais.

Saiba quem são os convidados internacionais que participarão da rodada de negócios do BIG:

Tamir Nadav
Disney Playdom
Tamir atua na indústria de games há mais de uma década, desde programador, designer e agora produtor. Trabalhou com MMO’s, jogos para consoles, mobile e social/casual games. Atualmente é Produtor Sênior na Disney Interactive.
A Playdom/Disney Interactive é uma empresa global que produz entretenimento multi-plataforma. Com escritórios ao redor do mundo, tem interesse em conhecer o cenário brasileiro de desenvolvimento e quem sabe convidar alguns estúdios para fazer parte da família Disney.

Hector Sanchez
Sony Santa Monica
Hector Sanchez, Produtor da Equipe de Desenvolvimento Externo da Sony, estará no BIG Festival para participar da Rodada de Negócios. Hector é responsável pelo estúdio que criou a premiada série God of War e por outros jogos como Flower, Journey e The Unfinished Swan, disponíveis na PlayStation Network. Antes de ingressar na Sony, Hector foi Produtor do Netherrealm Studios, da Warner Bros., o estúdio criador dos jogos Mortal Kombat e Injustice: Gods Among Us.

Joel Brenton
505 Games
Um veterano da indústria de Games, que já produziu jogos para mais de 20 diferentes plataformas, inclusive Sega Genesis, hoje atua como Vice Presidente Sênior de Jogos Mobile da 505 Games, uma publicadora de jogos indies baseada em Milão, Itália, com escritórios na Inglaterra, França, Alemanha e Estados Unidos. A 505 Games faz parceiras com equipes de desenvolvimento ao redor do mundo para produzir jogos, tais como Battle Islands e Wicked: The Game, para iOS e Android.

Jason Della Rocca
Execution Labs
Jason é o diretor executivo do Execution Labs em Montreal, além de ex-diretor executivo da Associação Internacional de Game Developers. Fundou a Perimeter Partners, uma consultora que provê estratégias, orientação e conhecimento a companhias e organizações de games. Ele foi honrado pelos seus esforços de construção da indústria com o Ambassador Award no oitavo Game Developers Choice Awards. Foi também nomeado como um dos “Game Developer 50’s” de 2009 pela revista Game Developer Magazine.

Steve Escalante
Versus Evil
Fundador da Versus Evil, baseada nos EUA, é um veterano da indústria de games, com 14 anos de experiência em desenvolvimento e publicação de jogos, 9 dos quais nas empresas em que foi co-fundador: Atari e Bethesda Softworks. Os outros 5 anos focou na publicação de jogos e livros, colocando mais de 300 produtos no mercado.

Mario Wynands
PikPok
Diretor executivo e co-fundador da PikPok, publicadora que atua nos segmentos celular, tablets e PC. Nos últimos 16 anos, a empresa, baseada na Nova Zelândia, construiu uma carteira de jogos de sucesso com vários jogos para console como: Shatter, GripShift, e Speed Racer: The Videogame, bem como vários sucessos para smartphones e tablets como: Flick Kick Football, Into the Dead e o indicado ao prêmio máximo inglês, o BAFTA, Super Monsters Ate My Condo.

Tim Besser
European Games Group
Tim Fabian Besser é CEO América Latina da European Games Group e sócio-diretor da Besser International. Trabalha há mais de 15 anos em diferentes produtos de mídias internacionais, tanto impressa quanto online, na Alemanha, no Brasil e na Espanha.
A European Games Group (www.gamesgroup.eu) foca em conteúdo/games/web, com o objetivo de ser um importante “enabler” e parceiro para games Free2Play online multi-plataforma publicados independentemente.

Kevin Flynn
Mobile Game Partners
Co-fundador da Mobile Game Partners, Kevin traz seus anos de experiência e contatos na indústria de jogos mobile à mesa para ajudar os desenvolvedores de jogos independentes.
Antes de iniciar a Mobile Game Partners, Kevin dirigiu os esforços de publicação em plataformas móveis na Z2Live, responsáveis por jogos de sucesso, como Battle Nations e Metalstorm. Antes de ingressar na Z2, Kevin foi Gerente Sênior de Estratégia e ajudou a liderar o grupo de publicação em plataformas móveis da Kabam, cujos sucessos incluem Kingdoms of Camelot e Dragons of Atlantis.

Jamie Cason
Miniclip
Com 18 anos de experiência na produção de projetos de entretenimento em teatro, TV e interatividade, Jamie entrou na Miniclip em junho de 2011 e é responsável por supervisionar a publicação e desenvolvimento externos de jogos para a Miniclip.com e lançar cerca de 70 novos jogos por ano. Jamie também atuou como Produtor em diversos jogos da empresa baseada no Reino Unido, incluindo Bullfrog Poker, 5 in a Row, BOXO, On The Run: Vegas e Joe Destructo.

Nathaniel Barker
Chartboost
Evangelista para a americana Chartboost, Nate Barker garante que a renda de seus parceiros, desenvolvedores indie, esteja crescendo cada vez mais. Nate foi responsável pelo marketing em apps de sucesso como “Tap Tap Revenge 4” e “Where’s my Water?”.
Chartboost é a maior rede de jogos mobile e líder em aquisição de usuários e monetização, trabalhando em conjunto com mais de 70% de desenvolvedores para iOS e Android de maior renda. Chartboost oferece maior controle e transparência além de Direct Deals & Cross-Promotion gratuitos.

  • Serviço – SP
  • Serviço – RS
2º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)
De 10 a 18 de maio (Segunda, 12, não abre para o público, apenas profissionais cadastrados no Fórum de Negócios)
De terça a domingo das 10h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita
Em Porto Alegre (RS): Dias 14 e 15 de maio Horário: 10 às 19 hs
Centro de Eventos FIERGS – Av. Assis Brasil, 8787 – Bairro Sarandi
*Restrito a convidados e inscritos previamente

Empresas brasileiras vão a GDC e Game Connection 2014

Mais de 50 empresários do setor de games do Brasil estarão presentes na GDC (Game Developers Conference), que acontece de 17 a 21 de março, em São Francisco, na Califórnia (Estados Unidos). Eles vão representar 26 empresas de desenvolvimento de games para PCs, celulares e tablets, com sede em vários Estados brasileiros. Algumas delas dedicadas aos advergames.

A iniciativa foi organizada pelo Projeto de Exportação Brazilian Game Developers, uma parceria da Abragames, Associação Brasileira de Desenvolvedoras de Jogos Digitais, com a Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos. Segundo Eliana Russi, gerente Executiva do Brazilian Game Developers, o objetivo é abrir novas oportunidades de negócios no mercado internacional, nesse, que é o maior evento de desenvolvimento de games da América do Norte.

Conheça um pouco mais sobre algumas das empresas que vão ao evento.

2MUNDOS 
44Toons Interactive
Aquiris Game Studio 
Behold Studios 
BigHut Games
CatNigiri
ClickJogos
DayDreamLab
FiraGames
Fire Horse 
Fisiogames
GameBiz 
Insolita 
Kokku 
Manifesto Game Studio
Napalm 
Oktagon 
Palmsoft
Pandora Game Studio 
Petit Fabrik Game Studio 
Pocket Trap 
Sioux 
Swordtales 
Trendstockr 
Virgo Game Studios 
Webcore Games

LevelGamer #05 – Uma Moska na BGS 2013

Essa é aventura do Eduardo Moska na Brasil Game Show 2013!
BGS é o maior evento gamer da américa latina e aconteceu de 25 a 29 de outubro de 2013 em São Paulo!
Foi fantástico!
Comentem!

São Paulo recebe festival de games brazucas indies

A Virada Cultural, que acontece neste final de semana, nos dias 18 e 19 de maio, na capital paulista, recebe o melhor do desenvolvimento de games do Brasil estará no Museu da Imagem e do Som (MIS).

O Festival Games Brasil, – iniciativa do braço paulista da International Game Developers Association (IGDA), que é uma organização mundial de desenvolvedores de jogos -, promete apresentar ao público os jogos desenvolvidos no País, bem como a apresentação do acervo de videogames, jogos de tabuleiros e de cartas.

Todos os jogos expostos são produzidos por estúdios indies brasileiros. Mas, isso não significa que o que é feito por aqui tem qualidade inferior, pelo contrário. Tem muito jogo que nada fica devendo com games de gigantes do setor. O que falta mesmo é mais força marketeira para que as produções brasileiras ganhem mais espaço na área.

Todos os jogos estão disponíveis para uma jogatina.

Conheça os jogos à disposição:

Dungeon Land – O jogador com mais dois amigos terão que enfrentar vários desafios em um parque de diversões controlado por um mago maluco com um senso de humor peculiar. Sua vida está nas mãos deste louco. O jogo é desenvolvido pela Critical Studiop com a Paradox Interactive.

Toren – Com o clima de um poema que trata do sentido da vida, o game é uma mistura de aventura de puzzle com aventura que gira em torno de uma misteriosa menina aprisionada em uma torre. O jogo é desenvolvido pela produtora brasileira Swordtales.

Kights of Pen and Paper – Simulador de RPG de mesa em que o jogador é o mestre e os jogadores! No estilo Dungeons & Dragons, o jogador escolhe como vai enfrentar os seus desafios e como vai batalhar contra os monstros. E é claro, o jogador terá vários itens e tesouros durante a sua aventura. O jogo é desenvolvido pela brasiliense Behold Studios.

Mr. Bree+ – Um porco pai de familia que foi capturado por javalis selvagens para trabalhar como um prisioneiro. Após uma fuga, Mr. Bree esquece sobre sua familia, o caminho de casa, e suas habilidades. Agora cabe ao jogador recuperar seus movimentos, encontrar sua casa, e descobrir o que aconteceu com sua família. Durante sua jornada, Mr. Bree encontrará algumas revelações perturbantes. O jogo foi criado pela TawStudio.

Oniken – Criado com o intuito de ser uma homenagem à década de 1980, seus filmes e seus jogos, Oniken conta a história de um mundo pos-apocaliptico em que robôs dominam a humanidade e apenas um Ninja musculoso pode enfrenta-los. O jogo é totalmente feito com gráficos em 8-bit e é desenvolvido pela JoyMasher.

Xilo – Inspirado nas tradicionais xilografías, Xilo traz a história de Biliu que precisa recuperar pedaços das Xilogravuras Sagradas. Quem fez essa produção ‘cabra da peste’ foi os alunos de Mídias Digitais da Facisa.

Mesmo com o fim da Virada Cultural, o Festival vai continuar até o dia 02 de julho o MIS, que fica na avenida Europa, 158, no Jardim Europa, em São Paulo. O evento vai funcionar das 11 às 20 horas, nos sábados, domingos e feriados e das 12 Às 21 horas de terça a sexta.
Para mais informações acesse: http://festivalgamesbrasil.tumblr.com/

Grow lança versão digital de Imagem & Ação

Que o brasileiro gosta de jogos de tabuleiro não é novidade. A novidade é que muitas empresas estão convertendo seus jogos de tabuleiros para o mundo real. Como é o caso da Grow, empresa que está há 40 anos no mercado brasileiro – que vai lançar o clássico Imagem & Ação para os sitemas mobile iOS e Android.

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O jogo de tabuleiro que vendeu mais de 3,5 milhões de unidades desde 1989, agora vem na versão digital criada pela empresa brasileira Sioux com um novo nome, Imagem & Ação Friends.

O jogo virtual tem características de social game, o jogador poderá interagir com os amigos, fazendo troca de desenhos para serem adivinhados. Além disso, Imagem & Ação Friends permite a compra de itens como paletas de cores e várias categorias de palavras a serem desenhadas.



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O game tem dois modos Grupos, onde vários amigos podem jogar ao mesmo tempo; e o Desafio, que permite a disputa contra um amigo para ver quem acerta mais palavras em pouco tempo.

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O jogo pode ser baixado nas versões gratutita, com publicidade, ou paga, que não há publicidade. O preços sugeridos para o app são US$ 2,99, na App Store; R$ 6, na Google Play e WindowsStore.

ASSISTA AO TRAILER

Hoplon desenovolve primeiro MOBA do Brasil: Heavy Metal Machines

A publicadora e desenvolvedora catarinense Hoplon,  está desenvolvendo o primeiro MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) brasileiro. Heavy Metal Machines, game de carros de combate, deve entrar em fase de testes Beta Fechado no segundo semestre de 2013.

O título será gratuito para jogar (Free-to-Play), com venda de itens virtuais. Os interessados podem acompanhar os processos de criação no DevBlog ou na fanpage no Facebook.

Todos os elementos que caracterizam um MOBA, jogos que misturam estratégia em tempo real com elementos de RPG, estarão presentes.

Em um mundo pós-apocalíptico, os jogadores serão levados às pistas de corrida onde poderão usar carros super equipados para combater em equipe ao som de um bom e pesado Rock ’n’ Roll. Com jogabilidade apurada, habilidade no volante será essencial para guiar os veículos e ter sucesso nas batalhas.

O projeto de Heavy Metal Machines faz parte do plano de expansão da Hoplon, iniciado ano passado pela empresa que até então havia se concentrado no desenvolvimento de Taikodom. A expansão das atividades começou com o lançamento de APB: Reloaded em Português, fruto de uma parceria com a publicadora americana GamersFirst; e a abertura da divisão SoHo Games, publicadora de títulos sociais.

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“Estaremos agora na Game Connection e GDC em São Francisco, levando o case de sucesso de APB: Reloaded para prospectar novos parceiros”, explica o CEO Marcelo Ferrari Wolowski, acrescentando que a Hoplon criou um novo modelo de negócio que oferece vantagens para os desenvolvedores.

Segundo ele, o sucesso do título e o cenário favorável está levando a Hoplon a trazer Best Sellers para o Brasil, localizá-los e lançá-los por aqui, mas a empresa não pode deixar de lado a estrutura muito bem montada com profissionais de alto gabarito e tecnologia state-of-the-art, e vai manter seu DNA de desenvolvedora.

RESETROSPECTIVA 2012 – A retrospectiva do NoReset

 

O ano de 2012 foi marcado por altos e baixos da industria brasileira e internacional de games. Um coreano e o passo do cavalo bombou na telinha dos computadores e dos smartphones. Revistas e sites deixaram de existir e deram espaço para novas publicações. Brasil ganha mais atenção da indústria de games. Os jogos falam português-brasileiro. O Google apagou e o Facebook fica instável. A polêmica do Instagram e rivalidade com o Twitter. Esse foi um pouco de 2012 que fica para trás. Leia abaixo o que foi destaque no mundo digital.

 

20. SENADO RECUA NA LEI ANTI-GAMES

O próprio autor do projeto de lei 170/06, Valdir Raupp, percebeu que a lei feria direitos importantes para a comunicação e o desenvolvimento do setor de games no País. Foto: Agência Câmara
O autor do projeto de lei 170/06, Valdir Raupp. Foto: Agência Câmara

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) retirou da pauta de votação o projeto de Lei 170/2006, de sua autoria, que criminalizava os jogos eletrônicos considerados ofensivos aos costumes e tradições dos povos. De acordo com a nota oficial do gabinete do senador de Roraima, enviada para o NoReset,  o projeto seria considerado ofensivo, ensejando a censura, ferindo a liberdade de expressão, comercial, e inviabilizaria o setor no país.

Em nota, o senador refletiu sobre os benefícios que a lei traria supostamente, porém, com um amplo estudo, e com o protesto do setor de games (leia protestos da Abragames e Acigames),  as consequências do projeto de Lei foram repensadas e o político pediu para o presidente da Casa, o senador José Sarney, retirar a PL da pauta em definitivo.

Logo depois, outro senador, Vital do Rêgo (PMDB-PB), também recua e retira voto favorável ao Projeto de Lei 170/06.

19. EMICIDA NO MAX PAYNE

Leandro Roque de Oliveira, 26 anos, ou melhor, o rapper paulista Emicida, também vai compor trilha de Max Payne 3. A Rockstar afirma que o músico tem uma proximidade com a cidade de São Paulo, que é o cenário onde ocorre a história do jogo.  Para a empresa, o rapper se destacou em vários shows e eventos pelo País e fora dele.

O artista comemorou: ‘Ter a oportunidade de fazer parte do Jogo Max Payne 3 foi muito especial, compor para o jogo então, foi como um sonho’

Foto: Fernanda Negrini/Vice
Foto: Fernanda Negrini/Vice

18. MICROSOFT NO MERCADO DE TABLETS

microsoftsurf1Durante um evento próprio em Los Angeles, nos Estados Unidos, a Microsoft lançou um tablet próprio. O Surface terá o sitema operacional Windows 8, que usa a interface Metro.

O tablet tem tela de 10,6 polegadas, 9,3 mm de espessura e pesa 700 gramas. Além disso, o Surface vem com o Touch Cover – a capa é um teclado ultrafino e acompanha uma caneta digital.

17. GRÁFICOS DA NOVA GERAÇÃO

As produtoras Epic Games e Square Enix fazem demostrações de jogos da nova geração com o Unreal Engine 4 e o Luminous Engine, respectivamente. O motor Luminous demostrou “Agni’s Philosophy”, com imagens em tempo real. Neste caso, com a tecnologia atual só seria possível caso fossem pré-renderizados. O ‘Agni´s’ demonstra um Final Fantasy da nova geração. A Square Enix conseguiu fazer uma textura de pele e de olhos bem realistas com o novo processador.

Já o motor da Epic Games tem a capacidade de editar efeitos de iluminação e partículas em tempo real, coisa que nem os consoles atuais conseguem fazer. Assista a demonstração Unreal Engine 4 Elemental Demo. A Ubisoft apresentou na E3 um jogo de ação onde o personagem é um hacker que vai enfrentar o sistema CTOS. A personagem tem a capacidade de interferir nos objetos eletrônicos. Todos que assistiram as imagens se impressionaram o trabalho bem feito pela produtora francesa.

16. WII U NÃO É POTENTE

O Wii U não tem poder de fogo gráfico contra os consoles da nova geração que estão em desenvolvimento pela Microsoft e Sony. Porém, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, garante que o novo console foi desenvolvido para o público hardcore – não com foco em gráficos poderosos, mas voltado para portabilidade de jogos.

15. PS4 E XBOX TEM VÁRIOS NOMES

Os consoles da nova geração desenvolvidos por Microsoft e Sony ganharam vários nomes: Durango, por parte de Xbox 720 e Orbis, por parte do PlayStation 4. Agora, recentemente um blog de tecnologia conseguiu descobrir outros codinomes dos protótipos dos sucessores do Xbox 360 e PlayStation 3: seria Kyptos e Thebes. 

14. ATRASOU, MAS VAI SAIR

Ainda por parte da Microsoft, é que mesmo com alguns atrasos, o chip do novo Xbox começou a ser fabricado em massa neste final de ano. Há especulações de que além do novo console que a Microsoft vai colocar no mercado, haverá também um tablet da linha Xbox, onde será possível jogar nele. Porém, é muita especulação e pouca realidade.

 

13. PLAYSTATION 3 MADE IN BRASIL

psbrasil

Sony investe no pátio industrial de Manaus para fabricar PS3 no Brasil. A empresa japonesa anunciou o investimento de 50 milhões de dólares para a que a fábrica brasileira possa fabricar o PlayStation 3 e o PSVita. O vice-presidente de PlayStation para a América Latina, Mark Stanley disse que a fabricação local seria importante para que os preços dos consoles no Brasil caíssem. A Microsoft já tinha feito o mesmo em novembro de 2011, quando começou a produção do Xbox 360 na Zona Franca de Manaus. A montagem é feita pela empresa Flextronics.

 

12. O BRASIL DOS GAMES SEGUNDO O IBOPE

ibopelogo

Pela primeira vez, uma pesquisa sobre os games e gamers no Brasil é feita por um instituto de pesquisa grande e com credibilidade. O Ibope conversou com mais de 10 mil pessoas e chegou a alguns números. São eles:

12 milhões de pessoas jogam videogames ou jogos eletrônicos
40% dos jogadores têm até 19 anos 41% são da classe B
43% jogam online 26 milhões acessam sites de games 
45% baixam apps de games em seus celulares e smartphones
21% dos jogadores têm jogos piratas 12% têm apenas originais
57%dos jogadores acham os jogos no Brasil muito caros

11. O PRIMEIRO BILHÃO DO YOUTUBE É COREANO

O cantor Psy foi primeiro que conseguiu atingir um bilhão de visualizações no YouTube com o seu clipe Gangnan Style. O passo o cavalinho fez sucesso no mundo todo. O passinho do coreano junto com sua música eletrônica bateram o recorde no portal de vídeos do Google. Por causa do feito,  ganhou um contador especial no YouTube.

10. NINTENDO WII U ABRE A NOVA GERAÇÃO DOS CONSOLES

Wii U Game Pad. Versão final. Foto: Nintendo.
Wii U Game Pad. Versão final. Foto: Nintendo.

Wii U abre a nova geracao de consoles. A Nintendo revoluciona com o controle-tablet e surpreende o mercado com um console que segundo analistas tem a capacidade gráfica e de processamento semelhantes aos dos consoles PlayStation 3 e Xbox 360.

9. MERCADO EDITORIAL DE GAMES BALANÇA PELO MUNDO

O blog de games, Andriasang, criado por Anoop Gantayat, para com as publicações. O blog fornecia aos gamers de todo o mundo as mais novas notícias do mercado japonês de games em primeira mão como traduções de revistas e entrevistas, publicação de vídeos e imagens. Era uma fonte importante de informação do oriente traduzida para o ocidente. Anoop publicou um post dizendo que está indo para um novo projeto que não lhe deixará tempo para continuar trabalhando no site. O blog não será mais atualizado, seu banco de dados com mais de 14 mil artigos, imagens, comentários continuará na web.
Mercado editorial vive um terremoto: Nintendo Power e PlayStation Magazine encerram publicações impressas. Juntas as publicações nos Estados Unidos tinham mais de um milhão de assinantes. Eram publicações tradicionais do setor de games naquele país. Contudo, a edição brasileira da PlayStation Magazine ainda continua firme e forte. Ainda no Brasil, a editora paulista Tambor, do André Forastieri, atualiza a revista EGW, que  passa a publicar conteúdo das revistas gringas Edge e da PC Magazine. Já na internet, a rede Eurogamer cria o primeiro site fora da Europa, o Brasilgamer

 

8. FACEGRAM OU INSTABOOK

instagramfacebookMark Zuckerberg anunciou em seu perfil que o Instagram foi comprado pelo Facebook. Os 14 funcionários do Instagram passaram a trabalhar em Palo Alto, na California, onde fica a sede da companhia de Zuckerberg. O custo da empresa de aplicativos foi de US$ 1 bilhão. No fim do ano, após vários boatos sobre a posse das fotos dos usuários do Instagram, o cofundador, Kevin Systrom, veio a público num comunicado no blog da empresa informando que os novos termos de uso do serviço foram mal interpretados.

7. MEGAUPLOAD VIRA MEGA

O fundador do Megaupload, Kim Schmitz, 38 anos,  diz que vai lançar o sucessor Mega no dia 20 de janeiro, um ano depois de sua prisão na Nova Zelândia. Será uma nova plataforma de distribuição de música.

Além disso, o seu fundador corre o risco de ser extraditado para os EUA devido a suposta infração de direitos autorais que foi praticada com a manutenção do site de compartilhamento de conteúdo Megaupload. Kim ficou preso um mês após ser detido, a pedido do FBI norte-americano, em sua mansão em Auckland, norte da Nova Zelândia.

kimdotcom

6. OS MAPAS DA APPLE

iconeiosmapsA Apple lança seus mapas em iOS 6 para não ficar dependendo do Google. Resultado: Dois australianos pararam no meio do parque nacional Murray-Sunset, que fica a 70 km de distância do local que as ‘vítimas’ pretendiam chegar. A polícia foi acionada para salvar os perdidos. Fora outros erros, como mapas borrados, postos de gasolinas localizados sobre prédios e nomes de ruas e praças incorretos. O CEO da Apple, Tim Cook, recomendou outros mapas, como Google Maps.

5. IPO DO FACEBOOK

facebook-logoA princípio o que foi chamado de a nova bolha da internet, não passou de um fracasso do ano. O Facebook chegou ao valor de mercado de 104 bilhões de dólares, porém, em três meses o valor da companhia de Zuckerberg caiu pela metade. Os apressados que pagaram milhares de dólares pela companhia achando que ficariam ricos tiveram uma grande decepção e a imagem do Facebook ficou comprometida. A CNN considerou a pior oferta de ações públicas de uma empresa de internet em 2012.  Em entrevista ao canal de notícias, um economista afirmou que a queda de US$ 50 bi nas ações em 90 dias foi pior que a perda do finado banco Lehman Brothers. Zuckerberg afirmou que a queda nas ações foi ‘decepcionante’.

4. O PAÍS DO TABLET

ypypositivo_divO Brasil é o 10º País que mais vende tablets. Segundo a IDC Brasil, somente no 3º trimestre de 2012 769 mil tablets foram vendidos, com previsão de chegar a 2,9 milhões. Em 2013, as vendas devem subir para 5,4 milhões de unidades.

3. GOOGLE LANÇA DISCO VIRTUAL, CHROME PARA IPAD E IPHONE, ÓCULOS… E TAMBÉM SAI DO AR!

Divulgação/Google
Divulgação/Google

Durante o ano, o Google inovou com o lançamento de um disco virtual na nuvem, Google Drive, um aplicativo Google Chrome para iPad e iPhone e deixou muita gente curiosa com a demonstração do Google Glasses, que seria um computador de bordo em formato de óculos, em que onde você olha o Google te mostraria ‘n’ informações do local que você está observando. Além disso, ela lançou uma loja virtual de aplicativos Android para fazer frente a App Store da Apple, com o seu Google Play.

Google Glasses. Foto: Engadget
Google Glasses. Foto: Engadget

Porém, nem tudo foram flores no mundo da Google, usuários brasileiros reclamaram que o site ficou fora do ar por pelo menos uma hora. Usuários ficaram malucos que não puderam usar Gmail, YouTube ou a Chrome Web Store. Mesmo com o problema, o diretor de comunicação da Google Brasil afirmou que as causas do apagão serão verificados pelos operadores do sistema que ficam na Suíça.

Depois que o Google ‘normalizou’ uma declaração foi divulgada: ‘Soubemos que alguns usuários tiveram problemas para acessar algumas de nossas ferramentas, mas não encontramos problemas em qualquer serviço até agora. Continuamos monitorando nossos sistemas, e avisaremos sobre qualquer novidade.’

 

2. BGS: A MAIOR FEIRA DEPOIS DA E3

destaquebgsBrasil Game Show ganha espaço no mercado de games mundial e se torna a maior feira de games fora da Electronic Entertainment Expo (E3). Nintendo, Sony, Microsoft, Capcom, Activision, Square Enix, Ubisoft, Electronic Arts com varias publishers vêm ao Brasil e apresentam suas novidades. A maioria das empresas estão estabelecendo escritórios no País e trabalham para a localização (tradução) dos games para Português-Brasileiro (PT-BR).

US$
21 MILHÕES

20121223-201151.jpg  1. Este foi o prejuízo após anúncio da concordata da THQ. A empresa esteve no mercado de games desde 1989 e está praticamente falida. Nem o bem sucedido Darkstalkers reverteu as baixas vendas. A Ubisoft é forte candidata na aquisição de suas licenças.

Obrigado a você que acompanhou o NoReset durante este ano. 2013 prometemos voltar com mais força e melhor trazendo o melhor conteúdo de cultura digital para você com um ar leve e dinâmico.

Desejamos um ótimo ano novo e até lá!