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[Análise] Brasil Game Show cresceu e precisa de ajustes

A Brasil Game Show 2014 acabou. Desde que a feira começou a ser organizada em São Paulo, em 2012, o evento se consolidou como uma das maiores feiras de games do mundo e isso reforça como o mercado brasileiro do setor de jogos eletrônicos está aquecido e maduro. Tem público, demanda e muitas oportunidades para todas as partes.

Desde aquele que quer conhecer um jogo novo, como aquele profissional que está iniciando sua companhia de games, distribuidores, fanáticos por games, cosplayers que travestem personagens dos seus jogos favoritos. Aqui no NoReset pontuo algumas observações sobre a edição 2014 – a força da BGS, as filas os youtubers e os indies.

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

A força da BGS

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Os estandes da BGS estavam grandes, coloridos, robustos, todos com eventos programados e muitos jogos para serem testados e comprados. Os grandes players, as first parties estiveram presentes como a Sony e a Microsoft. A grande baixa foi a Nintendo que ainda aparentemente não se mostrou interessada no mercado brasileiro. Isso a parte, as grandes produtoras e desenvolvedoras como Konami, Capcom, Ubisoft, EA, Warner e Activision (sem a Blizzard) marcaram suas posições.

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Claro, sem contar que mesmo simples, a área Evolução do Videogame mostrou presença e os visitantes foram afoitos tirar fotos e chegaram até lá por curiosidade para conhecer como o videogame chegou aos patamares atuais. Lá ainda era possível jogar clássicos do Arcade, como a série The King of Fighters (SNK), Super Siderkicks 3 (SNK) e entre outros games que formam uma verdadeira viagem ao passado.

O evento tornou-se a referência no mercado latino-americano de games e principalmente para o mercado brasileiro. De cerca de 4 mil pessoas na primeira edição, ainda na então Rio Game Show, depois virando BGS, e saltando para 30 mil pessoas e chegando a São Paulo, contando com pelo menos 250 mil visitantes na edição deste ano, segundo as estimativas da organização do evento. Como todo grande evento, sempre ajustes serão feitos, mas a BGS sem dúvidas é uma grande vitrine do setor.

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Muitas filas e poucas estações de jogos

O ‘pavilhão de fila’ no Expo Center Norte foi usado para organizar a entrada dos visitantes. Fila era a coisa mais comum na BGS 2014. Os estandes gigantes ficaram pequenos e as estações de jogos não deram conta de tanta demanda. Como por exemplo, quem quisesse experimentar os óculus de realidade virtual em vários estandes que tinham o Oculus Rift ou jogar o Mortal Kombat X, no estande da Warner Games, o gamer esperou cerca de 5 horas para poder experimentar o jogo por alguns minutos.

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Uma boa parte de um pavilhão da Expo Center Norte foi separado para organização dos torneios da Brasil Game Cup, que foi mais uma das novidades da feira, com o campeonato de Dota, valendo taça e prêmio de 60 mil reais. No entanto, apesar da iniciativa bacana, a sensação é de que o BGC ficou isolado diante de tanta movimentação nos outros pavilhões das produtoras.

Youtubers causaram histeria e confusão na BGS

A feira recebe cada vez mais público, isso é muito bom. Mostra que a cultura dos games está presente no brasileiro, que gosta de videogame. Não há o que contestar. Porém, cabe ressaltar que a organização não contava com a forte presença dos youtubers e seus fãs que os acompanham na internet.

A organização pode pensar numa forma de trazer eles por alguns critérios – como engajamento e audiência. Ou até mesmo por meio de convites por meio dos expositores – entenda produtoras – para atrair mais publico. Mas, também é preciso apontar o abuso por parte destes youtubers, que não colaboraram com a organização, agiram de forma truculenta, infantil e irresponsável em alguns momentos, provocando pequenos tumultos, quase provocando grande tumulto num evento que já tinha muita gente.

O ápice da confusão foi um youtuber que agrediu um segurança dando um tapa na cara como se tivesse razão. Logo depois, ele foi expulso. A sala dedicada aos produtores de conteúdo web, como blogs, sites independentes e youtubers, foi vandalizada por alguns youtubers irresponsáveis. O local teve mesas e tomadas destruídas por alguns que estavam apenas brincando ao invés de acompanhar e cobrir a feira. A organização, com razão, lacrou a sala.

Indies marginalizados

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Já com os indies ficou uma frustração. Conversei com vários desenvolvedores que deram toda a atenção para mostrar o seu jogo, que não fica devendo em nada aos blockbusters da indústria de games.

Muitos desenvolvedores não tem uma estrutura adequada, com vários funcionários a disposição ou até mesmo um estúdio próprio. Tudo é feito a distância. A estrutura das empresas variou muito. Têm empresas indies compostas por 2 funcionários – onde um era o art designer e programador e o outro era o programador e comercial ao mesmo tempo – e tinham também alguns desenvolvedores com uma boa sobrevida, com quatro anos de atividade no mercado, mostrando que ainda há uma luz no fim do túnel.

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Mesmo assim, o que se pode perceber é que a organização poderia ter um cuidado a mais com os indies, que reclamaram do preço alto de uma pequena área do estande – um me disse que pagou até 4 mil reais pelo espaço médio de 2 metros quadrados – e da localização. Se sentiram marginalizados diante de gigantes como Microsoft, Sony, Konami, Ubisoft e Activision. Uma disputa desleal.

Eles apontaram que a feira ajuda na visibilidade. Os visitantes chegaram até eles, mas mesmo assim o visitante teria que se esforçar bem para achar a área dos indies. A organização poderia pensar numa forma de juntar os indies em um espaço para mostrar os produtos, reduzindo o valor ou até mesmo isentando os indies para que eles possam mostrar os trabalhos e ao mesmo tempo impulsionar o desenvolvimento deles, trazendo por consequência mais visitantes e investidores para a feira e para as empresas indies de jogos. Uma mão lava a outra.

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Entre os desenvolvedores indies, muitos afirmaram que seus colegas de outras empresas preferiram optar por outros eventos como o X5 Mega Arena, que aconteceu em setembro porque os indies não precisaram pagar para expor seus jogos. Foi importante a presença dos indies na BGS? Foi. Mas, agora é necessário repensar a acomodação deles para que todos os lados saiam ganhando – visitantes, desenvolvedores e organização.

Futuro

Agora o momento é balancear os vários pontos positivos e negativos que precisam ser aprimorados e melhorados, para fazer uma edição 2015 melhor do que está edição que já passou e ainda assim foi bem sucedida.

Caso a feira continue tomando grandes proporções de público, talvez a organização já tenha que começar a pensar no Centro de Convenções do Anhembi – o maior da cidade de São Paulo -, para ser a sede das futuras edições da BGS. Afinal, os videogames são uma paixão sem limites, não é mesmo?

Vendas de consoles: PlayStation 4 lidera; Wii U e Xbox One embolam

A Sony comemora o bom desempenho em vendas do do console PlayStation 4. Até o dia 6 de abril, a companhia japonesa ultrapassou a marca de 7 milhões de unidades vendidas em 72 países. Além disso, as vendas de jogos também estão de vento em popa. As vendas atingiram mais de 20,5 milhões de cópias vendidas em lojas de todo o mundo via downloads ou compra por lojas físicas até o dia 13 de abril. A Sony Computer Entertainment Inc. (SCE) promete que até o fim de 2014 mais de 120 títulos serão lançados no mercado.

“A jornada do PS4 apenas começou e continuamos firmes em nosso compromisso de ultrapassar as maiores expectativas dos jogadores ao fornecer novas experiências de usuário que inspirem e envolvam. Esperamos ansiosamente pela oportunidade de revelar muitas dessas experiências para os nossos fãs nos próximos meses”, diz Andrew House, Presidente e CEO da SCE.

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As promessas da Sony para o console são: Destiny (Activision), The Elder Scrolls Online (Bethesda), Allien: Isolation (SEGA), Watch_Dogs (Ubisoft Entertainment), NBA 2K15 (2K), #DRIVECLUB (SCE WWS), MLB 14: The Show (SCE WWS) e The Order 1886 (SCE WWS).

Além disso, muitos títulos da comunidade indie devem chegar ao PS4 em 2014, como N++ (Metanet Software), GALAK-Z: The Dimensional (17 Bit Games), Transistor (Supergiant Games), Secret Ponchos (Switchblade Monkeys Entertainment), The Witness (Thekla, Inc.), Octodad: Dadliest Catch (Young Horses) e Daylight (Zombie Studios).

Xbox One chega aos 5 milhões

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De acordo com um relatório publicado pelo site de economia Forbes, a Microsoft finalmente revelou o número de vendas do seu console da nova geração. O Xbox One chegou a marca de 5 milhões de consoles para os varejistas. A venda direta pode ser um número menor, mas ainda é um segredo a sete chaves. Os dados são da consultoria NPD Group, vindos de dados internos da Microsoft.

Além disso, o relatório do mês de março de 2014 mostra que o Xbox continua com uma boa média de jogos por consoles — 2,9 jogos por aparelho. Se combinar o Xbox One e o Xbox 360, a soma de venda de jogos chega com 4,1 milhões em março. (1,4 milhões X360 e 2,7 milhões XOne), chegando ao número de 49% das vendas do mercado de software naquele mês.

Top 10: Plants vs. Zombies: Garden Warfare (EA), Call of Duty: Ghosts (Activision), Metal Gear Solid V: Ground Zeroes (Konami), Titanfall (Respawn Entertainment) estão entre os títulos mais vendidos do Xbox One. Já para Xbox 360 seis títulos se destacam: Minecraft (Mojang), Dark Souls II (Bandai), The Lego Movie Video Game (WB Games), Plants vs. Zombies: Garden Warfare (EA), Call of Duty: Ghosts (Activision), South Park: The Stick of Truth (Ubisoft).

Wii U tem estimativa de vendas na casa dos 6 milhões

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Mesmo com uma crise e dívidas a Nintendo ainda tem o que comemorar. Os dados sobre vendas do Nintendo Wii U aparentemente não são animadoras, mas segundo a publicação VGChartz, que acompanha o mercado de videogames, o console de nova geração da Nintendo tem se saído bem nas vendas.

De acordo o site o console Wii U teria atingido a marca de 6 milhões de unidades vendidas até agora. Os números da públicação, que são estimativas baseadas em documentos, pesquisas e estudos da NPD mostram que o console tem uma briga boa com a caixa da Microsoft.

Pesquisa mostra hábitos de jogadores no Brasil, EUA e Coreia do Sul

A pesquisa, chamada de New Ways to Play Games, ou Novos Caminhos para Jogar Videogames, fez um levantamento sobre os hábitos de consumo de jogos do Brasil, Estados Unidos e Coreia do Sul. Mais de 8 mil pessoas, com idades entre 15 a 69 anos foram questionadas. Segundo a pesquisa feita pela Consumerlab, encomendada pela empresa de telecomunicações sueca Ericsson, mais da metade dos brasileiros pesquisados jogam videogames no console e mobile. Ou seja, os brasileiros jogam no tanto em casa como em movimento, com seus celulares e smartphones. Leia mais detalhes.

Estudo foi feito com 8 mil pessoas nos Estados Unidos, Brasil e Coreia do Sul. Foto: Reprodução.
Estudo foi feito com 8 mil pessoas nos Estados Unidos, Brasil e Coreia do Sul. Foto: Reprodução.

Comportamento

Lá Coreia do Sul, onde os games são aceitos por 85% dos entrevistados, é visto como uma profissão. Lá os games são ‘legais’ e são aceitáveis para o publico. Lá os coreanos esperam que os games possam evoluir para o controle sensorial, realidade virtual e tecnologia vestível. A média de idade dos jogadores é de 40 anos (50% dos pesquisados).

Nos Estados Unidos, o jogo casual aos poucos torna-se uma parte da vida cotidiana para o público gamer devido a qualidade dos jogos em smartphones e a melhoria da internet. Se os jogos melhorarem fora do ambiente caseiro, a tendência que as pessoas passem mais tempo jogando fora de casa. O levantamento aponta que os norte-americanos tem nos games um hobby, que pode se tornar um vício. Mesmo assim, 75% dos nativos, onde a média de idade dos jogadores pesquisados é de 34 anos (50% dos pesquisados), tem boa aceitação aos jogos.

Enfim, no Brasil os jogos para o celular são comuns, o brasileiro dispensa tempo para jogos para estar com a família ou amiogos. Além disso é considerado um passatempo em um momento específico, durante a semana, indo ao trabalho, por exemplo. Para os brasileiros pesquisados, o fim de semana é offline com a família. Sendo assim, o Brasil fica na lanterna com o índice de aceitação de 53%. Além disso, o país tem a média de idade mais baixa entre as nações pesquisadas: cerca de 60% dos pesquisados tem abaixo de 30 anos.

Imersão, recompensa e socialização

A pesquisa avança também no interesse de o que leva o jogador até o game. Três grupos foram dividos – imersão (experiência), recompensa (cumprir objetivos para vencer e ter melhor resultado) e socialização (interação com outras pessoas). Sendo assim, os dados da Ericsson apontaram que a motivação mais comum é a recompensa que tem ligação com a gameficação. Só pensar no FourSquare quando se faz um check-in em algum lugar, no shopping ou cinema.

Entretanto os jogadores tem seus momentos, como tempo dedicado exclusivo, quando chega em casa depois do trabalho ou quando fazem o trajeto de casa para algum lugar. Cada pesquisado tem sua característica. O gamer tem a tendência de socializar e da recompensa, durante o seu caminho.

A pesquisa mostra que dependendo do momento em que jogador está o jogo pode ser simples e fácil, como um puzzle durante um trajeto, ou em casa durante um jogo de adventure que exige maior concentração e atenção durante a partida.

A pesquisa completa, em inglês, pode ser baixada clicando aqui.

Rayman Legends para Xbox One e PS4 mais barato no Brasil

A Ubisoft anunciou que Rayman Legends  já está à venda nas lojas brasileiras em versões para Xbox One e PlayStation 4  por R$99,90.

Os novos consoles deixaram Rayman com gráficos mais detalhados, ganharam ainda mais destaque e o tempo de carregamento entre os mapas foi eliminado. Além disso, os donos de Xone e PS4 terão itens exclusivos que podem ser desbloqueados na Galeria de Heróis.

O Xbox One ganha dois personagens criados a partir do infame vilão de Far Cry – o Ray Vaas e o Far Glob – e um inspirado em Sam Fisher, de Splinter Cell – o Splinter Ray. Já no PlayStation 4 os jogadores terão acesso ao Assassin Ray, inspirado no herói Edward Kenway, de Assassin’s Creed IV Black Flag.

As duas plataformas também terão um herói VIP, o Champion Ray, que é desbloqueado pelos jogadores com as melhores pontuações no modo de desafios online.

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Para cada console o jogo também terá uma série de recursos exclusivos. Na versão para Xbox One, haverá 10 missões únicas que podem render novas conquistas. Estes desafios exigem a execução de ações específicas durante um período de tempo limitado e estão associadas a vários aspectos do jogo, como habilidades dos jogadores e ações cooperativas.

No PlayStation 4, o jogador poderá usar o touch pad do controle para, desde raspar os tickets da sorte até acionar o novo modo de câmera, que permite congelar a tela e dar zoom nas imagens. Ao focar nas imagens e animações de Rayman Legends, será possível compartilhar momentos únicos com os outros jogadores. Rayman Legends para PlayStation 4 também terá suporte para o Remote Play, dando ao jogador a opção de continuar sua partida pelo PS Vita enquanto a TV fica desligada.

 

 

Jack Tretton deixa a Sony Computer Entertainment America

Após 19 anos e vários PlayStation, o famoso Jack Tretton deixará seus cargos de Presidente e CEO da Sony Computer Entertainment America (SCEA) a partir do dia 31 de março de 2014. A Sony e o executivo acertaram a não renovação de contrato.

A partir do 1º dia de abril, quem ficará no lugar de Tretton, que estava na Sony Corporation desde 1995, quando ajudou a fundar a SCEA, é Shawn Layden, que atualmente é o  Vice-Presidente Executivo e COO da Sony Network Entertainment International.

Tretton é um dos membros fundadores da equipe executiva da SCEA e desempenhou o papel principal no lançamento das plataformas PlayStation na América do Norte, como PlayStation, PlayStation 2, PlayStation Portable (PSP), PlayStation 3, PlayStation Network (PSN) e PlayStation Vita (PSV) e por fim, liderou o lançamento do PlayStation 4.

Ele foi responsável por popularizar rapidamente o PS4 na América do Norte vendendo 1 milhão de unidades nas primeiras 24 horas de lançamento. Cravou a marca de 50 milhões de unidades vendidas do PlayStation 2 e expandiu de forma agressiva os negócios da divisão PlayStation no Canadá e América Latina.

“Apesar de que sentirei muitas saudades da talentosa equipe da SCEA e da paixão demonstrada todos os dias pelos nossos fãs, estou muito animado por começar o próximo capítulo da minha carreira. Quero agradecer aos funcionários, parceiros e clientes pelo incansável compromisso com a marca PlayStation e, é claro, aos nossos fãs que nos levaram a novos patamares de inovação e entretenimento ao longo das últimas duas décadas. Deixo a PlayStation em uma posição de considerável força e o futuro será ainda mais brilhante para a Nação PlayStation”, conta Tretton.

Shawn Layden

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Atuando 15 anos na divisão PlayStation, Layden foi um dos membros fundadores da Sony Network Entertainment International (SNEI) em 2010, unindo-se à empresa diretamente da Sony Computer Entertainment. Recentemente ele ocupou o cargo de presidente da Sony Computer Entertainment Japan (SCE). Layden trabalhou oito anos na SCE Worldwide Studios em Londres, onde ele dirigiu o desenvolvimento internacional de software. Ele tem um profundo conhecimento na indústria de jogos e com isso a Sony espera que ele mantenha a divisão na liderança da inovação no setor.

 “É uma honra e um privilégio unir-me à Sony Computer Entertainment America e fazer parte de uma equipe que está liderando a próxima geração de jogos e entretenimento”, disse Layden. “A SCEA é comprometida a fornecer experiências de jogos de ponta que inspirem os fãs e excedam suas maiores expectativas. Como o PS4™ nos mostra todos os dias, nunca houve um momento melhor para fazer parte da comunidade do PlayStation e estou ansioso para trabalhar com nossos parceiros do varejo, de desenvolvimento, publicação e de rede para demonstrar ainda mais por que o PlayStation é o melhor lugar para jogar”, completa o novo CEO da SCEA.

 

Gamescom: Brasil terá PS4 em novembro

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A Sony anunciou durante a sua conferência na Gamescom, a maior feira de games da Europa, que acontece na Alemanha, a data de lançamento e o preço do Playstation 4. Os grandes dias são 15 de novembro nos Estados Unidos, apor US$ 400, e 29 de novembro na Europa, custando € 399. O Brasil também terá o console no dia 29 de novembro, no entanto, o preço final ainda não foi anunciado. Até o fim do ano o PS4 estará presente em 32 países.

[BALANÇO/ANÁLISE E3 2013] Nova geração aposta em novos modelos de mercado

A Electronic Entertainment Expo (E3) edição 2013 encerra com três modelos de negócio para a nova geração. As três principais fabricantes de consoles do mercado de games adotaram estratégias distintas para conquistar o gamer. É possível perceber que apesar algumas similaridades temos posições definidas para o mercado da próxima geração. Veja os principais pontos entre Microsoft, Nintendo e Sony.

Microsoft radicaliza e aposta no DRM, com o console plenamente conectado

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Temos a Microsoft que aposta em vários jogos próprios, exclusivos, nova franquia, um novo console baseado na com gráficos cada vez mais realistas, que são criados em tempo real. Porém, a empresa norte-americana aposta num novo modelo de negócio para o seu console, o uso online e o polêmico DRM como base do sistema.

Ou seja, para jogar você terá que manter a internet conectada, pelo menos uma vez a cada 24 horas para que os jogos sejam rodados normalmente. Haverá limitações para emprestar jogos, outros não poderão ser emprestados, muito menos emprestados para um amigo. Isso está claro no site oficial do Xbox: ‘Alguns jogos não transferíveis e não têm nenhum valor de revenda, restrições sobre o uso de jogos aplicáveis’.

Além disso, ela aposta em mais conteúdo de TV e filmes – consumo de tela -, o dono do Xbox One terá uma ‘nova experiência em ver televisão’, terá muito conteúdo e o aparelho não será apenas ‘um videogame’, e sim, uma plataforma de entretenimento — o videogame vem junto.

Dentro da lista de países suportados, como o Brasil, por exemplo, que não tem uma boa infraestrutura de internet, o Xbox One pode não funcionar corretamente, ou seja, um console será uma bela peça na estante da sala quando o sinal de internet cair por causa da chuva.
Os consumidores de videogames, gamers, não simpatizaram com as novas investidas para o Xbox One.

A Microsoft tentou responder as fortes e ácidas críticas no mesmo nível. Dom Mattrick, da divisão Xbox, disse em entrevista à Spike TV que a empresa tem “um produto para quem não tem internet chamado Xbox 360”. Ele ainda completa: “Se você não tem acesso à internet, o 360 é um dispositivo offline”.

Enfim, a empresa quer mudar a cultura e o ecossistema do mercado de jogos já estabelecido. Talvez o momento de mudar radicalmente não seja agora, nesta geração. Uma por falta de tecnologia e infraestrutura, outra questão é que ainda o mercado não está 100% digital. O preço em dólares US$ 599, no Brasil o valor oficial é R$ 2,200.
 

Sony conquista público e mercado ao não adotar o DRM e conexão permanente

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A Sony partiu para um marketing agressivo, direto. Apresentou a ‘face’ da quarta geração do PlayStation, com um design diferente, mais ‘inclinado.

Porém, o que provocou inércia aos jogadores é que com 0 passar do tempo, a Sony corrigiu a experiência anterior do PlayStation 3, que assustou muita gente com um preço muito caro e sombrio do console, o que provocou a antipatia dos gamers contra a industria japonesa de eletrônicos. Sem deixar de recordar que recentemente a Sony ainda teve problemas com a invasão na rede PSN, o que arranhou a imagem da corporação.

A Sony retrabalhou para reconquistar os fãs o PlayStation 3 ultrapassou o Xbox 360 nas vendas no final da atual geração.O PlayStation 4 também é um console poderoso, com gráficos quase realistas, com um sistema de produção de imagens em tempo real interessante, porém, a Sony pode ter percebido que ainda não é possível ter um mercado 100% digital. O console terá a força do conglomerado Sony (com sua TV e a Sony Entertaiment Pictures, dona dos estúdios Columbia) transformando a plataforma em uma distribuidora de filmes e conteúdo para TV.

Mesmo assim, os executivos da divisão PlayStation não cansam de repetir: o PlayStation 4 é um console de videogame, com um sistema de entretenimento e será mais integrado ao PS Vita. A empresa abriu mais espaço para as produtoras independentes, elas poderão criar seus jogos e publicar diretamente na rede PlayStation Network. A Gaikai, qual a Sony comprou recentemente fará o papel da retrocompatibilidade com o PS3, com um pequeno custo.

Por isso, no final da conferência, como a internet cita que foi o ápice da glória da Sony, foi quando Jack Tretton, explicou que os jogos continuarão com o tradicional mercado de jogos – o que você comprou é seu, faça o que bem entender, só não copie os direitos, porque confiamos em você, cliente – e o PS4 também é um videogame offline. O ponto que não ganhou tanta simpatia é que agora para jogar online, terá que pagar a PlayStation Plus. Porém, esse ponto aparentemente foi suprimido pela ‘opinião gamer’ após a conferência da Sony provocando uma empolgação em massa.

Nintendo segue conservadora e tradicional

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Já a tradicional e poderosa fabricante de jogos japonesa Nintendo foi a companhia mais conservadora. Preparou a já tradicional transmissão via Japão do Nintendo Direct durante a E3, que durou cerca de 40 minutos e focou na apresentação dos jogos.

Pois, o Wii U que já inaugurou a nova geração de consoles, apesar de ainda não ter empolgado os gamers, tenta conquistar os jogadores apostando em suas próprias franquias como Mario, Yoshi, Zelda, Donkey Kong, Pokemon, e Smash Bros, com gráficos mais belos, uma aparência mais bonita, prometendo mais diversão ao seu público tradicional.

O console ficou um pouco mais hardcore, promete jogos mais violentos e até exclusivos, como o caso de Bayonetta 2. No entanto, os japoneses não deram o tom da inovação como já fizeram algumas vezes, caso do antecessor Wii. O 3DS também teve o foco mantido em novos jogos.

A Nintendo não terá um videogame crossplay, como o PS4 e XOne, não terá armazenamento na nuvem, permite o jogador jogar de graça na internet, não cobrará taxa para jogos usados, nem restrições para uso e empréstimo de jogos aos amigos, não tem sistema de assinatura para jogar online e ainda tem o console mais barato. A empresa quer mostrar ao mercado que é apenas uma fabricante de videogame com algum sistema de entretenimento embutido.

A nova geração começou.
 

Ponto Frio organiza reservas para o PlayStation 4

A versão online da loja brasileira de eletrodomésticos Ponto Frio já recebe pedidos de pré-venda. Em um hotsite (site promocional), é possível cadastrar o e-mail para que a empresa possa enviar aos interessados quando se dá o início da venda aqui no Brasil.

A página já tem imagens dos jogos divulgados e faz propaganda já oferecendo o produto ao consumidor.

A Sony ainda não divulgou o custo do aparelho no País. Lá fora o videogame custará US$ 399, frente aos 599 dólares cobrado por sua rival Microsoft, ou R$ 2,199 reais vendido direto no Brasil.

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Após prejuízo, Logitech sai do mercado de videogames

Após um prejuízo operacional de 180 milhões de dólares e perdas líquidas de US$ 195 milhões, a empresa de periféricos Logitech decidiu sair do mercado de videogames. As informações são da MCV.

As vendas caíram 20% na Europa, 11% por cento na Ásia e 8% na América. Para o presidente da companhia, o CEO Bracken Darrell, foi identificada várias ‘categorias de produtos que não se ajustam com a direção estratégica’. Além disso, Darrell explica que ‘planeja descontinuar outros produtos não estratégicos como auto-falantes e periféricos de videogames em 2013’.

Controle modelo F710. Foto: Divulgação
Controle modelo F710. Foto: Divulgação

Além disso, o executivo culpa as fracas vendas no mercado global de PCs. Sendo assim, a revisão no portifólio de produtos deve deixar a Logitech mais rentável, mudando o foco para acessórios tablet com o lançamento de novos produtos.

Volante modelo G27 Racing Wheel. Empresa teve prejuízo líquido de quase US$ 200 milhões. Foto: Divulgação
Volante modelo G27 Racing Wheel. Empresa teve prejuízo líquido de quase US$ 200 milhões. Foto: Divulgação

“Estamos desenvolvendo mais produtos voltados para mobilidade, alavancando o crescimento poderoso de tablets e smartphones. Temos a intenção de manter a nossa liderança na plataforma PC e nos produtos relacionados, onde temos vantagens de distribuição, engenharia e escala. Nosso objetivo com as plataformas-PC-é maximizar a rentabilidade, investindo seletivamente em categorias de crescimento”, finaliza o CEO.

RESETROSPECTIVA 2012 – A retrospectiva do NoReset

 

O ano de 2012 foi marcado por altos e baixos da industria brasileira e internacional de games. Um coreano e o passo do cavalo bombou na telinha dos computadores e dos smartphones. Revistas e sites deixaram de existir e deram espaço para novas publicações. Brasil ganha mais atenção da indústria de games. Os jogos falam português-brasileiro. O Google apagou e o Facebook fica instável. A polêmica do Instagram e rivalidade com o Twitter. Esse foi um pouco de 2012 que fica para trás. Leia abaixo o que foi destaque no mundo digital.

 

20. SENADO RECUA NA LEI ANTI-GAMES

O próprio autor do projeto de lei 170/06, Valdir Raupp, percebeu que a lei feria direitos importantes para a comunicação e o desenvolvimento do setor de games no País. Foto: Agência Câmara
O autor do projeto de lei 170/06, Valdir Raupp. Foto: Agência Câmara

O senador Valdir Raupp (PMDB-RO) retirou da pauta de votação o projeto de Lei 170/2006, de sua autoria, que criminalizava os jogos eletrônicos considerados ofensivos aos costumes e tradições dos povos. De acordo com a nota oficial do gabinete do senador de Roraima, enviada para o NoReset,  o projeto seria considerado ofensivo, ensejando a censura, ferindo a liberdade de expressão, comercial, e inviabilizaria o setor no país.

Em nota, o senador refletiu sobre os benefícios que a lei traria supostamente, porém, com um amplo estudo, e com o protesto do setor de games (leia protestos da Abragames e Acigames),  as consequências do projeto de Lei foram repensadas e o político pediu para o presidente da Casa, o senador José Sarney, retirar a PL da pauta em definitivo.

Logo depois, outro senador, Vital do Rêgo (PMDB-PB), também recua e retira voto favorável ao Projeto de Lei 170/06.

19. EMICIDA NO MAX PAYNE

Leandro Roque de Oliveira, 26 anos, ou melhor, o rapper paulista Emicida, também vai compor trilha de Max Payne 3. A Rockstar afirma que o músico tem uma proximidade com a cidade de São Paulo, que é o cenário onde ocorre a história do jogo.  Para a empresa, o rapper se destacou em vários shows e eventos pelo País e fora dele.

O artista comemorou: ‘Ter a oportunidade de fazer parte do Jogo Max Payne 3 foi muito especial, compor para o jogo então, foi como um sonho’

Foto: Fernanda Negrini/Vice
Foto: Fernanda Negrini/Vice

18. MICROSOFT NO MERCADO DE TABLETS

microsoftsurf1Durante um evento próprio em Los Angeles, nos Estados Unidos, a Microsoft lançou um tablet próprio. O Surface terá o sitema operacional Windows 8, que usa a interface Metro.

O tablet tem tela de 10,6 polegadas, 9,3 mm de espessura e pesa 700 gramas. Além disso, o Surface vem com o Touch Cover – a capa é um teclado ultrafino e acompanha uma caneta digital.

17. GRÁFICOS DA NOVA GERAÇÃO

As produtoras Epic Games e Square Enix fazem demostrações de jogos da nova geração com o Unreal Engine 4 e o Luminous Engine, respectivamente. O motor Luminous demostrou “Agni’s Philosophy”, com imagens em tempo real. Neste caso, com a tecnologia atual só seria possível caso fossem pré-renderizados. O ‘Agni´s’ demonstra um Final Fantasy da nova geração. A Square Enix conseguiu fazer uma textura de pele e de olhos bem realistas com o novo processador.

Já o motor da Epic Games tem a capacidade de editar efeitos de iluminação e partículas em tempo real, coisa que nem os consoles atuais conseguem fazer. Assista a demonstração Unreal Engine 4 Elemental Demo. A Ubisoft apresentou na E3 um jogo de ação onde o personagem é um hacker que vai enfrentar o sistema CTOS. A personagem tem a capacidade de interferir nos objetos eletrônicos. Todos que assistiram as imagens se impressionaram o trabalho bem feito pela produtora francesa.

16. WII U NÃO É POTENTE

O Wii U não tem poder de fogo gráfico contra os consoles da nova geração que estão em desenvolvimento pela Microsoft e Sony. Porém, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, garante que o novo console foi desenvolvido para o público hardcore – não com foco em gráficos poderosos, mas voltado para portabilidade de jogos.

15. PS4 E XBOX TEM VÁRIOS NOMES

Os consoles da nova geração desenvolvidos por Microsoft e Sony ganharam vários nomes: Durango, por parte de Xbox 720 e Orbis, por parte do PlayStation 4. Agora, recentemente um blog de tecnologia conseguiu descobrir outros codinomes dos protótipos dos sucessores do Xbox 360 e PlayStation 3: seria Kyptos e Thebes. 

14. ATRASOU, MAS VAI SAIR

Ainda por parte da Microsoft, é que mesmo com alguns atrasos, o chip do novo Xbox começou a ser fabricado em massa neste final de ano. Há especulações de que além do novo console que a Microsoft vai colocar no mercado, haverá também um tablet da linha Xbox, onde será possível jogar nele. Porém, é muita especulação e pouca realidade.

 

13. PLAYSTATION 3 MADE IN BRASIL

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Sony investe no pátio industrial de Manaus para fabricar PS3 no Brasil. A empresa japonesa anunciou o investimento de 50 milhões de dólares para a que a fábrica brasileira possa fabricar o PlayStation 3 e o PSVita. O vice-presidente de PlayStation para a América Latina, Mark Stanley disse que a fabricação local seria importante para que os preços dos consoles no Brasil caíssem. A Microsoft já tinha feito o mesmo em novembro de 2011, quando começou a produção do Xbox 360 na Zona Franca de Manaus. A montagem é feita pela empresa Flextronics.

 

12. O BRASIL DOS GAMES SEGUNDO O IBOPE

ibopelogo

Pela primeira vez, uma pesquisa sobre os games e gamers no Brasil é feita por um instituto de pesquisa grande e com credibilidade. O Ibope conversou com mais de 10 mil pessoas e chegou a alguns números. São eles:

12 milhões de pessoas jogam videogames ou jogos eletrônicos
40% dos jogadores têm até 19 anos 41% são da classe B
43% jogam online 26 milhões acessam sites de games 
45% baixam apps de games em seus celulares e smartphones
21% dos jogadores têm jogos piratas 12% têm apenas originais
57%dos jogadores acham os jogos no Brasil muito caros

11. O PRIMEIRO BILHÃO DO YOUTUBE É COREANO

O cantor Psy foi primeiro que conseguiu atingir um bilhão de visualizações no YouTube com o seu clipe Gangnan Style. O passo o cavalinho fez sucesso no mundo todo. O passinho do coreano junto com sua música eletrônica bateram o recorde no portal de vídeos do Google. Por causa do feito,  ganhou um contador especial no YouTube.

10. NINTENDO WII U ABRE A NOVA GERAÇÃO DOS CONSOLES

Wii U Game Pad. Versão final. Foto: Nintendo.
Wii U Game Pad. Versão final. Foto: Nintendo.

Wii U abre a nova geracao de consoles. A Nintendo revoluciona com o controle-tablet e surpreende o mercado com um console que segundo analistas tem a capacidade gráfica e de processamento semelhantes aos dos consoles PlayStation 3 e Xbox 360.

9. MERCADO EDITORIAL DE GAMES BALANÇA PELO MUNDO

O blog de games, Andriasang, criado por Anoop Gantayat, para com as publicações. O blog fornecia aos gamers de todo o mundo as mais novas notícias do mercado japonês de games em primeira mão como traduções de revistas e entrevistas, publicação de vídeos e imagens. Era uma fonte importante de informação do oriente traduzida para o ocidente. Anoop publicou um post dizendo que está indo para um novo projeto que não lhe deixará tempo para continuar trabalhando no site. O blog não será mais atualizado, seu banco de dados com mais de 14 mil artigos, imagens, comentários continuará na web.
Mercado editorial vive um terremoto: Nintendo Power e PlayStation Magazine encerram publicações impressas. Juntas as publicações nos Estados Unidos tinham mais de um milhão de assinantes. Eram publicações tradicionais do setor de games naquele país. Contudo, a edição brasileira da PlayStation Magazine ainda continua firme e forte. Ainda no Brasil, a editora paulista Tambor, do André Forastieri, atualiza a revista EGW, que  passa a publicar conteúdo das revistas gringas Edge e da PC Magazine. Já na internet, a rede Eurogamer cria o primeiro site fora da Europa, o Brasilgamer

 

8. FACEGRAM OU INSTABOOK

instagramfacebookMark Zuckerberg anunciou em seu perfil que o Instagram foi comprado pelo Facebook. Os 14 funcionários do Instagram passaram a trabalhar em Palo Alto, na California, onde fica a sede da companhia de Zuckerberg. O custo da empresa de aplicativos foi de US$ 1 bilhão. No fim do ano, após vários boatos sobre a posse das fotos dos usuários do Instagram, o cofundador, Kevin Systrom, veio a público num comunicado no blog da empresa informando que os novos termos de uso do serviço foram mal interpretados.

7. MEGAUPLOAD VIRA MEGA

O fundador do Megaupload, Kim Schmitz, 38 anos,  diz que vai lançar o sucessor Mega no dia 20 de janeiro, um ano depois de sua prisão na Nova Zelândia. Será uma nova plataforma de distribuição de música.

Além disso, o seu fundador corre o risco de ser extraditado para os EUA devido a suposta infração de direitos autorais que foi praticada com a manutenção do site de compartilhamento de conteúdo Megaupload. Kim ficou preso um mês após ser detido, a pedido do FBI norte-americano, em sua mansão em Auckland, norte da Nova Zelândia.

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6. OS MAPAS DA APPLE

iconeiosmapsA Apple lança seus mapas em iOS 6 para não ficar dependendo do Google. Resultado: Dois australianos pararam no meio do parque nacional Murray-Sunset, que fica a 70 km de distância do local que as ‘vítimas’ pretendiam chegar. A polícia foi acionada para salvar os perdidos. Fora outros erros, como mapas borrados, postos de gasolinas localizados sobre prédios e nomes de ruas e praças incorretos. O CEO da Apple, Tim Cook, recomendou outros mapas, como Google Maps.

5. IPO DO FACEBOOK

facebook-logoA princípio o que foi chamado de a nova bolha da internet, não passou de um fracasso do ano. O Facebook chegou ao valor de mercado de 104 bilhões de dólares, porém, em três meses o valor da companhia de Zuckerberg caiu pela metade. Os apressados que pagaram milhares de dólares pela companhia achando que ficariam ricos tiveram uma grande decepção e a imagem do Facebook ficou comprometida. A CNN considerou a pior oferta de ações públicas de uma empresa de internet em 2012.  Em entrevista ao canal de notícias, um economista afirmou que a queda de US$ 50 bi nas ações em 90 dias foi pior que a perda do finado banco Lehman Brothers. Zuckerberg afirmou que a queda nas ações foi ‘decepcionante’.

4. O PAÍS DO TABLET

ypypositivo_divO Brasil é o 10º País que mais vende tablets. Segundo a IDC Brasil, somente no 3º trimestre de 2012 769 mil tablets foram vendidos, com previsão de chegar a 2,9 milhões. Em 2013, as vendas devem subir para 5,4 milhões de unidades.

3. GOOGLE LANÇA DISCO VIRTUAL, CHROME PARA IPAD E IPHONE, ÓCULOS… E TAMBÉM SAI DO AR!

Divulgação/Google
Divulgação/Google

Durante o ano, o Google inovou com o lançamento de um disco virtual na nuvem, Google Drive, um aplicativo Google Chrome para iPad e iPhone e deixou muita gente curiosa com a demonstração do Google Glasses, que seria um computador de bordo em formato de óculos, em que onde você olha o Google te mostraria ‘n’ informações do local que você está observando. Além disso, ela lançou uma loja virtual de aplicativos Android para fazer frente a App Store da Apple, com o seu Google Play.

Google Glasses. Foto: Engadget
Google Glasses. Foto: Engadget

Porém, nem tudo foram flores no mundo da Google, usuários brasileiros reclamaram que o site ficou fora do ar por pelo menos uma hora. Usuários ficaram malucos que não puderam usar Gmail, YouTube ou a Chrome Web Store. Mesmo com o problema, o diretor de comunicação da Google Brasil afirmou que as causas do apagão serão verificados pelos operadores do sistema que ficam na Suíça.

Depois que o Google ‘normalizou’ uma declaração foi divulgada: ‘Soubemos que alguns usuários tiveram problemas para acessar algumas de nossas ferramentas, mas não encontramos problemas em qualquer serviço até agora. Continuamos monitorando nossos sistemas, e avisaremos sobre qualquer novidade.’

 

2. BGS: A MAIOR FEIRA DEPOIS DA E3

destaquebgsBrasil Game Show ganha espaço no mercado de games mundial e se torna a maior feira de games fora da Electronic Entertainment Expo (E3). Nintendo, Sony, Microsoft, Capcom, Activision, Square Enix, Ubisoft, Electronic Arts com varias publishers vêm ao Brasil e apresentam suas novidades. A maioria das empresas estão estabelecendo escritórios no País e trabalham para a localização (tradução) dos games para Português-Brasileiro (PT-BR).

US$
21 MILHÕES

20121223-201151.jpg  1. Este foi o prejuízo após anúncio da concordata da THQ. A empresa esteve no mercado de games desde 1989 e está praticamente falida. Nem o bem sucedido Darkstalkers reverteu as baixas vendas. A Ubisoft é forte candidata na aquisição de suas licenças.

Obrigado a você que acompanhou o NoReset durante este ano. 2013 prometemos voltar com mais força e melhor trazendo o melhor conteúdo de cultura digital para você com um ar leve e dinâmico.

Desejamos um ótimo ano novo e até lá!