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Há 20 anos, o Sega Saturn era lançado no Japão

Sega Saturn, o console de 32 bits da Sega, rival do PlayStation, da Sony, completa 20 anos neste domingo. A primeira idéia começou entre 1992 e 1993, quando a Sega estava decepcionada com os resultados do Mega Drive/Genesis, diante do Super Nintendo, da Nintendo na Batalha dos 16-Bits. Mesmo com a criação dos periféricos Mega CD/Sega CD, o console não conseguiu fazer frente ao SNES.

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Então, a Sega começou a pensar no sucesso dos seus jogos dos arcades Sega Model 1 que tinha grande capacidade de processamento, perto dos 32-Bit e criava gráficos em 3D. Virtua Fighter, Daytona USA, Virtua Racing conquistou vários fãs. Essa vantagem poderia ser o ponto de partida inicial do que foi apresentado em 1994.

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Durante a Tokio Game Show, o Projeto Saturn foi anunciado. Depois o console teria o mesmo nome. O CPU foi desenvolvido a partir de uma parceria com a Hitachi. Assim nasceu o SuperH RISC Engine, o SH-2, que na visão dos executivos da Sega era barato e eficiente. Porém, após o seu lançamento, o console não teve vida fácil.

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Pois, de um lado tinha a Sony, com seu primeiro videogame do mercado, o PlayStation e a Nintendo, que lançou em 1996 o Nintendo 64, que conseguiu arrebatar vários jogadores com seu poder extremo de processamento de gráficos e jogos que venderam que nem água.

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No fim, em novembro de 1998, quando foi descontinuado nos EUA, o Sega Saturn chegou a marca de 9,5 milhões de consoles vendidos no mundo. A última pá de cal foi dois anos depois. Ele foi descontinuado no Japão, em novembro de 2000, há 14 anos… O tempo voa!

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Blizzard disponibiliza jogos clássicos da Silicon & Synapse

Em 1991, antes de lançar seus sucessos como as sagas Diablo, Warcraft e StarCraft, a atual Blizzard Entertainment era conhecida por Silicon & Synapse. Essa empresa começou a ficar conhecida por causa de clássicos dos consoles 16-Bits, como Super Nintendo/Super Famicom (Nintendo), Mega Drive/Genesis (Sega), MS-DOS e Amiga.

Jogos como Rock n’ Roll Racing, The Lost Vikings e Blackthorne ficaram conhecidos no universo gamer. E por isso, 20 anos depois, a Blizzard abre mão destes jogos da era Silicon & Synapse e disponibiliza sem custo o download destes jogos.

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Rock n’ Roll Racing é um clássico dos games. Lançado e desenvolvido em 1993 pela então Silicon & Synapses e publicado pela Interplay Entertainment, o jogo de corrida marcou pelo seu formato único. O grande destaque do jogo, apesar das limitações de um console de 16-Bits é a sua trilha sonora que é puro rock n’ roll. Além disso, a corrida é recheada de batalhas, tiros, bombas e belos acidentes. O jogo se passa a partir de 2833, quando habitantes da terra e interplanetários começam a correr com vários tipos de veículos, regado com clássicos do Rock n’ Roll. Em 2911, começaram a correr pelo universo. A história se passa em seis planetas com temperaturas variadas: Planeta Chen VI (94ºC); Planeta Drakonis (110ºC); Planeta Bogmir (80ºC); Planeta New Mojave (115ºC); Planeta Nho (-20ºC); e Planeta Inferno (160ºC).

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The Lost Vikings foi desenvolvido em 1992 inicialmente pela Interplay Entertainment. É um gênero tradicional de plataforma, com a resolução de mistérios e quebra-cabeças. A história do jogo consiste no sequestro de três Vikings — Erik, Baleog e Olaf — pelo vilão Tomator, imperador de um império alienígena. Depois que eles escapam, eles se perdem em vários períodos e níveis de tempo e o desafio é passar por vários mundos estranhos até encontrar o caminho para casa. O jogo é dispónível para até dois jogadores.

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Blackthorne ou Blackhawk foi lançado em 1994. O primeiro jogo com o selo Blizzard Entertainment e desenvolvido em conjunto pela Interplay Entertainment, se passa no planeta Tuul. Lá Thoros, o último governante, enfrenta um dilema sobre qual de seus dois herdeiros pode ser próximo governante. Os três vão para o deserto e Thoros comete suicídio. O seu corpo vira duas pedras – luz e escuridão – que vão para cada um dos seus filhos governarem seu próprio reino. Pela luz surge o reino de Androth, pela escuridão surge o reino de Ka’dra’suul. O reino da luz respeita sua pedra, já o reino da luz que ignora sua pedra tem o seu povo transformado em monstros. Daí começa a guerra entre os dois reinos. O jogo, no estilo plataforma, contém todos os ingredientes para um bom desafio, com exploração de fases, busca de chaves para voltar para outras telas, itens e enigmas.

Os três jogos são compatíveis com Windows e Blackthorne é compativel com Mac. Eles não exigem muito do computador e nem do seu HD. Para baixar o jogo, basta entrar no Battle.net, neste link e fazer o download — https://us.battle.net/account/download/?show=classic

 

 

Vale a pena? Crazy Taxi (Xbox Live/PSN)

Artur Palma, Daniel Mello e Thiago Rebouças enfrentam o alucinado trânsito das ruas de São Francisco e experimentam a versão de Xbox Live e PlayStation Network do clássico de Dreamcast Crazy Taxi.

Vale a pena? Virtua Fighter 2 (Xbox Live Arcade/PSN)

Artur Palma, Daniel Mello e Thiago Rebouças testam o relançamento de Virtua Fighter 2 para o Xbox 360 e PlayStation 3. Será que ele vale a pena?

[ZeroQuatroMídia] Vale a pena? F-Zero (Wii U Virtual Console)

Artur Palma e Daniel Mello experimentam como ficou F-Zero, o clássico de Super Nintendo, no Virtual Console do Wii U.

[Recordar é Jogar] Megaman X

Capa chocante, não é?!

Olá pessoas. Estranharam a volta repentina desta seção, não é? Pois então, havia me esquecido totalmente de pegar jogos antigos para jogar novamente, até gravar um Gametrack recentemente e reavivar o espírito retro que estava forte em mim. E o jogo que retorno para vocês foi o titulo que o Egoraptor destrinchou brilhantemente em um de seus vídeos: Megaman X. Já sabem amigos, Recordar é Jogar.

 

"This game 's awesome..."

O danado azul (vulgo Megaman) tinha que migrar para a geração 16 bits de maneira grandiosa, e mostrando o que tinha a oferecer para o Super Nintendo. Por isso a escolha de um spin-off, a fim de trabalhar outros aspectos de melhor forma. A plot da série X é que (TEXTO LONGO) o Dr. Thomas Light (sim, o barbudão lá da série normal) criou X, porem temia que a humanidade não estivesse pronta para ele ainda, em vista da sua capacidade de tomar decisões por conta própria. E após ser selado pelo próprio Light, para que a humanidade se desenvolvesse a fim de estar preparada para o X, Dr. Cain o encontra após um período. Fascinado pelo design de X, ele cria cópias da criação do Dr. Light, nomeadas Reploids.  Contudo alguns destes reploids apresentam defeitos (provavelmente oriundo de vírus), se tornando reploids defeituosoS, ou Mavericks. Com isso, para fins de deter estes Mavericks, foi criado os Maverick Hunters, com Sigma na liderança, tido como o Reploid mais forte já criado. Só que “shit happens everytime”, e Sigma acaba sendo infectado e vira também um Maverick, liderando os outros Mavericks também. Eis o ponto para que comece o jogo, sob o comando de X, que resolve acabar com isso de uma vez por todas (ou por alguns jogos a mais).

Choose your destiny (obviamente o penguim =D)

Pulando para o jogo em si e vendo opiniões diferentes sobre o início, você é apresentado a uma fase introdutória, que serve bem para te incluir nesse mundo, pois alem do protagonista ser apresentado, tudo o que ele pode fazer, como pular, atirar, escalar paredes e energizar o tiro são apresentadas no primeiro estágio. Aliás o lance de pressionar um botão para energizar o tiro ficou enraizado em mim de tal maneira que nessa geração era comum eu segurar o botão Y para acelerar, de maneira natural. Tudo é bem apresentado, não há a necessidade de pop-ups agressivos para dizer “faça X para Y acontecer” ou coisas do gênero.

"HOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMEM PÁSSARO!!!"

Sem contar que ao longo da exploração pelos 8 estágios após o intro stage, você encontra mais 4 capsulas de melhorias para o X, e uma delas tem A MELHOR MELHORIA QUE A SÉRIE X PODERIA TER RECEBIDO, que é  o Dash.O Dash se executa apertando o botão A ou apertando duas vezes o direcional para frente, fazendo com que X se mova mais rapidamente. Essa adição foi tão bem recebida que no começo do Megaman X2, ela é nativa no protagonista desde o começo do jogo. Ponto para a Capcom.

"X, tenho algo para você. Só 100 mangos!"

Vendo na Wikia do Megaman (link abaixo, nas referencias), vi que um monte de pessoas trabalhou na trilha do jogo, e isso pode ser visto em todas as musicas. Pois alem delas representarem bem cada estágio, elas são discrepantes, sendo facilmente diferenciadas ao serem ouvidas. E já que estou aqui, vamos falar das musicas que se destacaram mais, assim como faço na série “Início da Fantasia”, que ainda não morreu, só deixando claro.

Vamos lá:

Intro Stage: Cito ela por ela ser uma musica formidável e carregar a função de apresentar ao jogador todas as mecânicas do spin-off. Alem de eu ter tirado ela no violão há tempos atrás.  Tipo de musica com vários vídeos de guitarra no Youtube, podem conferir.

Boomer Kuwanger: A intro da musica já me ganha o dia, tanto é que ela se estende pelo resto da musica, no background. Junto de uma espécie de baixo simples e constante, que dá outr toque interessante nela.

Spark Mandrill: AFIRMATIVAMENTE a musica mais lembrada pelos jogadores. A guitarra sintetizata que está presente em toda a musica dita o ritmo frenético, e isso para uma fase com eletricidade caiu como uma luva. Isso cai no esquema de que “todas as musicas refletem bem o estágio”. A “Storm Eagle” se encaixa também no quesito “guitarra que combina com o estágio”. Outra musica formidável, a propósito.

Sigma Fortress 1: Apesar da “Launch Octopus” ter um baixo excelente de introdução, prefiro o baixo dessa musica, que ao meu ver é melhor trabalhado e ganha um destaque maior. E pelo fato de ser a musica onde o Zero se sacrifica pelo X também dá uma marca a mais.

Ending: Engraçado que essa musica não é lá das melhores, mas ela dá a sensação que todo final deveria causar: missão cumprida. E realmente após todas as batalhas, esse é nosso sentimento.

Mesmo que o jogo seja do começo da década de 90, afirmo que tanto a jogabilidade quanto as partes técnicas estão impecáveis, podendo gerar minutos de diversão facilmente. Sem contar que bateu aquela nostalgia, quando eu tinha que locar a fita até eu mesmo comprar a minha. Enfim, espero que tenha batido aquela vontade de jogar Megaman X (Rockman X no original japonês), seja qual for a maneira.

"Zero, já que tu vai morrer...me dá seu boné?!"

 

Fonte: Megaman Wiki.

 

Recordar é Jogar – Super Mario World

Olá pessoas, semana passada ficaram apenas com tirinhas minhas como conteúdo publicado por mim, Wesley Pires. Porem foi por uma razão especial. Sabe quando voltamos a jogar um jogo antigo no emulador, para poder relembrar como ele era, porem não paramos de jeito nenhum? Aconteceu isso por um tempo, e isso deve-se ao fato de ser o primeiro jogo que joguei no Super Nintendo. Sim, a coluna Recordar é Jogar da semana será sobre Super Mario World.

"MARIO!!!WHAAAAH!!!"

Me lembro como se fosse hoje quando minha “Babãe” trouxe um Super Nintendo para ser aberto no natal, porem foi montado antes por insistência de todos os filhos. E pintavam aqueles problemas de iniciante, como não saber andar acelerando, morrer facilmente na fase com água, etc. Porem creio que esta foi a melhor fase em se tratando de diversão entre família, pois até meus pais jogavam o Super Mario World. Inclusive foram algumas as vezes em que meus pais ligavam para a minha avó nas férias (eu passava as férias escolares por lá) e falavam coisas como “filho, consegui passar a casa assombrada da caverna”. Bons tempos que dificilmente voltarão.

Mario, o ladrão de maçãs!

Vamos à história do jogo: Mario, Luigi e a Princesa Peach estão passando férias na Dinossaur Land quando novamente os asseclas de Bowser raptam a Princessa. E quando rumam para resgatar a danada, encontram Yoshi, um dinossauro bípede verde (também conhecido como “cavalinho”) que pede ajuda para libertar seus irmãos, presos em ovos pelo Bowser e seus 7 filhos. A partir daí, Mario, Luigi e Yoshi começam a desbravar a Dinossaur Land derrotando os filhos de Bowser e libertando outros Yoshis.

"THIS-IS-SPARTAAA!!!"

O jogo segue o famoso estilo “plataforma”, onde você anda para frente (podendo regredir também), vai saltando obstáculos, encontrando itens até chegar ao final da fase. Um esquema bem simples, para um jogo que te proporciona níveis de desafios crescentes, principalmente na variedade de fases, não limitando apenas ao “ir pra frente e pulo”. E como nos outros jogos, os itens ajudam o Mario a progredir nas fases. Aliás, no Mario Wiki achei uma imagem que tinha naqueles guias do cartucho, mostrando bem cada evolução do Mario usando os itens:

Porem estes itens possibilitam apelações clássicas como em algumas fases usando a Cape Feather (“Pena da Capa” no original brazuca) é possível voar com ela até o final da fase, ou usando a Fire Flower (“Flor de Fogo” por aqui) para empurrar e derrotar chefes que ficam nas plataformas triangulares, como Iggy Koopa. Há outros itens como o P-Balloon que deixa o Mario com obesidade mórbida e a famosa Estrela (ou simplesmente “Star”) que o deixa sob efeitos de alucinógenos invencíveis.

"Acho que consigo fugir deles!"
"STRIKE!!!"
"Stayin aliiiiiiiiiiiiiiiiiveeeeeeee.....!"

Apesar de muitos terem começado suas vidas de gamer nos consoles anteriores como Master System, NES e seus genéricos ou até mesmo no Atari, o Super Nintendo foi o inicio da minha vida dos os jogos, e Super Mario World me divertiu por muito tempo. Creio que vale a diversão até hoje, mesmo que para a grande maioria o jogo não seja tão desafiador quanto em outrora.

Aliás, aqui vai um “off-topic” de uma teoria que eu pensei há pouco tempo: provável que em todos os jogos, Mario antes de conhecer a Princesa Peach, era um encanador a serviço do Bowser (ou de outra pessoa) que fez todos os encanamentos nos mundos dos jogos, e como deu merda (com o seqüestro da Princessa) e ele sabe os caminhos secretos entre os canos, ele se prontificou a salvar a danada. Essa teoria me martelou por um tempo, e nem sei se faz sentido. O que acham?

Mario e sua sutileza...

Recordar é Jogar – Half Life 2

Olá pessoas, como estão se virando sem as tirinhas? Relaxem, no NoReset sempre há conteúdo original e divertido de se ler. E também o site é um bom começo para aqueles que têm duvida do que jogar, seja na nova ou nas antigas gerações de console. Para isso, temos a seção “nostalgia” do NoReset, a Recordar é Jogar. E nesta matéria, irei falar de uma das melhores franquias, senão a melhor franquia de FPS, e a melhor compra que já fiz no Steam: Half Life 2, o famoso FPS da Valve de 2004, que foi a base de muitos jogos futuramente. E não se preocupem, irei evitar Spoilers fortes, mas quando for inevitável eu aviso.

"Foi tu que falou Spoilers?! TOMA!"

Antes de tudo, relembremos alguns fatos que ocorreram no primeiro Half Life, com alguns SPOILERS: Gordon Freeman, um cientista que no primeiro dia em Black Mesa, laboratório localizado no deserto do Novo México, se depara com um acidente que faz abrir um portal, possibilitando a raça alienígena conhecida como Xen invadir o planeta Terra. Porem como o cara é macho saiu de Black Mesa com vida, mesmo estando cheio de alienígenas e forças do governo, que estavam no local para “limpar” a sujeira. Tudo isso usando apenas um PÉ-DE-CABRA e sua HEV Suit, uma espécie de armadura usada dentro de Black Mesa.

Após muita coisa, Gordon é transportado para o planeta dos Xenianos e lá vence o suposto líder, Nihilanth. Porem, ele finalmente encontra o G-Man, um homem envolto em mistério que oferece duas opções a Gordon: trabalhar para ele ou ser deixado lá no planeta sem arma alguma, a mercê da morte. No final canônico, Gordon aceita o trabalho (PÔ, até eu aceitaria nestas condições).

"Não quero mais SPOILERS!"

Half Life 2 começa com G-Man, com sua FACE QUADRADA em close, falando com Freeman, em uma cena psicodélica digna de Woodstock, e dizendo para que ele acorde (Gordon possivelmente ficou em animação suspensa por 20 anos). Gordon acorda dentro de um trem em uma cidade conhecida como City 17, e no decorrer percebe que a cidade está dominada pelos Combines, um império alienígena que se aproveitou do incidente em Black Mesa para invadir a Terra. Depois de uns contratempos pela cidade, Gordon encontra alguns aliados, como Barney Calhoun e Alyx Vance. Vendo a situação da terra, Gordon resolve se unir à resistência para lutar contra os Combines.

Vejam a introdução e o início do jogo, já avisando que há SPOILERS:

Trama legal né? É hora de apresentar os principais personagens, dentro do jogo:

Gordon Freeman: Por ter sobrevivido ao acidente em Black Mesa, se tornou uma lenda viva para os sobreviventes. Alem do icônico pé-de-cabra, Freeman carrega inúmeras armas, que vão do botão 1 até o 6. Muito bom para um mero físico nuclear (devem ensinar curso de defesa pessoal na faculdade dele). Outro fato curioso: ele não fala nada no jogo INTEIRO.

Gordon Freeman

Barney Calhoun: Antigo guarda de Black Mesa e amigo de Gordon, agora membro da Resistência. Ele é muito importante na trama Por quê? No começo do jogo, ele que dá o pé-de-cabra para Freeman. Precisa de mais?

Eli Vance: antigo membro de Black Mesa, atualmente um dos cientistas mais importantes da Resistência. Um fato curioso que só fui descobrir no Episode 2: Eli tem uma perna mecânica. Sim, faltou atenção da minha parte.

Eli Vance

Alyx Vance: Filha de Eli e principal referência dentro da Resistência, e a personagem que mais interage com Gordon no decorrer do jogo. Hummmm….

Isaac Kleiner: Outro cientista sobrevivente do incidente de Black Mesa, atualmente trabalha a favor da Resistência, junto de Eli. Tem um Headcrab de estimação chamado Lamarr que SEMPRE FODE TUDO!!!

"Vem vem, aqui na cabeça do papai..."

Wallace Breen: Antigo administrador de Black Mesa, atualmente é o administrador da TERRA (que promoção, hein?!). Após a invasão dos Combines, que resultou na “Seven Hour War” (“Guerra de Sete Horas”, traduzido porcamente por mim) e na rendição da raça humana, Breen foi designado para ser o “avatar” dos Combines na Terra.

Alyx mostrando Wallace em sua melhor pose

Judith Mossman: a ajudante (e algo mais) de Eli Vance. Ao procurar informação dela, vi que o posto que Freeman pegou dentro de Black Mesa no primeiro jogo era para ser dela. Isso explica muita coisa…

Father Grigori: preciso citar este personagem, pois ele está no MELHOR CAPÍTULO DO JOGO, chamado “We Dont Go To Ravenholm…”. Resumindo, ele é o único remanescente em Ravenholm, que foi tomada por Headcrabs e zumbis, alem de ser um PADRE MATADOR!

"Sinta o poder da Espingarda do Senhor!"

Dog: O cão-robô-imortal-gigante da Alyx. Próximo!

Vortigaunts: É valido citar eles aqui, devido a sua importância daqui para frente. Eles são uma raça alienígena, que no primeiro jogo era mantida escrava pelos Xenianos, porem após Gordon aniquiliar o líder Nihilant, os Vortigaunts ficam na Terra, ajudando a Resistência e sempre creditam sua liberdade a Gordon Freemam.

"Usei lentes de contato. Estou bonito?"

G-Man: o misterioso empregador de Gordon Freeman, não se sabe muito sobre ele, porem é atribuído a ele o acidente em Black Mesa. Aliás, se ele contratou Gordon Freeman, cadê o contra-cheque do cara??!

"Olhe para minha testa, Dr. Freeman..."

Eis um jogo que eu gostaria de ter jogado no auge do seu lançamento, tendo em vista a quantidade de prêmios, notas e da inovação que o jogo trouxe, em se tratando do visual e jogabilidade. Graças à engine Source, lançada no próprio Half Life 2 e no ótimo Counter Strike: Source, melhorada e aplicada futuramente em jogos famosos como Team Fortress 2 e Portal. Aliás, este jogo rendeu algumas extensões e continuações diretas (Episode 1 e 2) e não há ainda um final para a saga de Gordon Freeman e a Resistência contra os Combines.

"Falta um silicone aí, cara Alyx..."

Sei que faltou bastante coisa, e há muita coisa a ser dita e especulada. Porem, ao invés de me prolongar, será citada a fonte de todas estas informações e especulações: Half Life Wikia. Acessem, pois alem de mostrar muitas informações sobre todos os jogos da série, é mostrado material de outros jogos da Valve que derivam de Half Life. Finalizando, Half Life 2 é um “Must Play” de respeito, e deve ser jogado. Fiquem com um video da ultima parte do capítulo citado , “We Dont Go To Ravenholm…”. Já aviso que o video pode ser interpretado como SPOILER:

Recordar é Jogar – Goof Troop

E ai, meus queridos leitores. Fazia tempo que eu não retomava esta coluna, não é mesmo?! Pois bem, venho aqui relembrar que gerações passadas dos games sempre são bem vindas de serem revividas, a qualquer hora e com qualquer pessoa, seja amigo, namorada, com quem for. Recordar é Jogar, meus amigos.

Irei citar agora um jogo em que não apenas eu e meus amigos jogávamos, mas também meus pais (detalhe: eles que traziam o cartucho), onde ficavam brincando de tontear um ao outro jogando “alfaces”. Sim, estou falando de Goof Troop.

"HEADSHOT!"
"HEADSHOT!!!"

Um fato interessante que eu soube no finado NowLoading é que o produtor deste jogo é Shinji Mikami, criador da série Resident Evil e que tem seu dedo em outras produções, como Devil May Cry, Vientful Joel, Alladin e outras presepadas mais. Falando um pouco da história, você está na pele do Pateta (Goofy,) e seu filho Max, que vão andar pela ilha de Spoonerville para resgatar Bafo (Pete) e PJ, seqüestrados por piratas que invadiram a ilha recentemente. Por se parecer com o Capitão do navio pirata, Bafo se aproveita e curte o que é ser um capitão por uns momentos, enquanto você se mata para salvar ele, veja vocês.

"OMG! Uma bomba!!!"
"Whaaah, uma bomba!!!"

Quanto à jogabilidade, é fácil de ser assimilada. Enquanto um botão(B) serve para levantar as mãos para pegar algo no ar ou segurar/chutar outro objeto, outro botão (Y) serve para usar um item que você pegou, dentre eles podemos citar o Grappling Hook, uma espécie de gancho  muito útil tanto para atrasar alguns inimigos, quanto para ligar um ponto a outro; um sino que chama a atenção dos inimigos; um pedaço de madeira, que serve apenas para completar alguma ponte; uma vela acesa, que apenas aumenta o raio de luminosidade em lugares escuros; uma pá, usada para cavar em alguns tipo de terrenos, podendo desenterrar itens do chão (?); e por fim, chaves para abrir certas portas. Quando se joga sozinho, há dois espaços para itens, enquanto que de duas pessoas, Pateta e Max podem carregar apenas um item por vez, dando um pouco de estratégia ao pensar no que pode ser útil carregar.

"Strike!!!"

Meso tendo uma mecânica simples, o jogo desafia sua mente. Não é raro ter ocasiões onde devem ser posicionadas pedras e/ou outros objetos em devidos switches para poder prosseguir no jogo, exigindo rapidez e coordenação de suas ações. Eu chamo isso de “Eu chuto pro lado, você chuta para cima” =D. A escolha dos personagens deve ser acertada também, pois Pateta é forte, podendo matar inimigos mais fortes com item de arremesso, porem é mais lento. Max pro sua vez é franco tendo que usar dois itens de arremesso para despachar o inimigo, porem é mais rápido que o pai, sendo mais usado para resolver enigmas com agilidade. Quando jogo sozinho, eu sempre escolho o Max.

"...por onde começo?!"

Finalizando este pequeno texto, para não ficar uma leitura maçante, recomendo que chame seu amigo/namorada/irmão, abra o emulador e jogue de novo, pois jogos onde você pode jogar com alguém do seu lado e se divertir ali mesmo estão em escassez, por conta de redes como Live, PSN e outras, que permitem a jogatina online de qualquer lugar. Quando vou visitar amigos, costumo jogar junto com eles alguns jogos, e este está incluso. Com a namorada também =3.

Um pouco da gameplay do jogo:

Recorde o quão bom é este jogo agora. Mas comente antes, sim?!

A mira do Max é igual a desse cara.

Rocordar é Jogar – Cold Shadow

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Olá senhores leitores Noresetianos, aqui é o Wesley Pires uma vez mais reavivando a mente de vocês, jogadores nostálgicos e entusiastas da geração 16 bits, pois sempre digo que Recordar é Jogar.

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Não é de hoje que jogos da Disney no Super Nintendo semrpe foram bons. Clássicos exemplos que podemos citar: Goof Troop, Mickeymania, Alladin, Mickey and Donald Magical Adventure 3, entre outros vários que merecem um post próprio. Porem um que joguei há pouco tempo, mas que acho o mais dificil dentre muitos da Disney é o aclamado Cold Shadow.

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Pato Donald está no papel do detetive Maui Mallard, que é uma coisa rara tendo em vista queem outros jogos, cada um dos personagens Disney eram eles mesmos. A história mostra Maui indo a uma ilha onde o idolo deles, conhecido horrivelmente como Shabuhm Shabuhm (ARGH!) sumiu de maneira misteriosa, deixando a ilha prestes a explodir, já que o idolo erauma entidade poderosa. Então o nosso pato detetive de boné FISTAILE começa a investigação, e durante a mesma ele acaba encontrando um misterioso mago que lhe fornece poderes ninjas, fazendo ele se transformar em Cold Shadow.

Capa do Mega Drive
Capa do Mega Drive

Esta é a plote do jogo, onde você DEVE usar tanto a forma normal de Maui, com os pulos normais e a pistola, quanto usar a forma de Cold Shadow, onde no pulo você pode seprender a paredes extreitas e plataformas, e usar seu bastão para ataques de curta e média distância. Fazer esta troca é necesário pois acredite, o jogo não é facil, mesmo para padrões da Disney.

"Eu sou o Ninja-Pato-Cego!!!"
"Eu sou o Pato-Ninja-Cego!!!"

Por ter sido lançado em 1996 no SNES (no Mega Drive foi lançado em 1995) os gráficos são os melhores que tinham a oferecer, podendo colocar tanto sprites variados nos personagens quanto detalhar o cenário de fundo, que é belissimo. Eu semrpe acho divertido deixar o Maui parado e ver as animações que ele faz, algo parecido com o que Eartworm Jin faz ao deixar ele parado.

"Hum...o que tem escrito nesse papel mesmo!?"
"Hum...o que tem escrito nesse papel mesmo!?"

Algo que me chamou a atenção foi as musicas, que são espetaculares. E ao procurar por dados do compositor Michael Giachino, descobri que alem de ter trilhado Cold Shadow, Michael foi responsável pela trilha sonora de Medal of Honor, Jurassic Park: The lost World para o Playstation e também de uma série nada famosa, chamada LOST (Sim, não curto LOST).

"Não sabia disso..."
"Não sabia disso..."

Uma coisa que me decepcionou foi que ao terminar o jogo, aparece uma mensagem dizendo para esperarmos outra aventura de Maui. Porem não há relatos de outros jogos contendo opersonagem, com exceção de remakes feitos para PC e GBA, o que é uma pena já que outros casos a serem investigados pro Maui renderiam boas sequências.

Mas fica a dica, Cold Shadow é uma ótima diversão solo, e façam revivals em seus emuladores.

"Esperemos a próxima matéria"
"Esperemos a próxima matéria"