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Boteco NoReset #01 – Reviews Aleatórios

Sejam todos muito bem vindos ao nosso piloto do Boteco NoReset! Como explicado no episódio, está complicado batermos nossos horários para gravar vídeos, então resolvemos criar um formato em áudio. Não matamos os vídeos, apenas os tornamos mais raros.

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[ZeroQuatro] Análise – Call of Duty: Black Ops 2

Daniel Mello resolve comprar briga com todo mundo!

 

PARTE 1: modo campanha

PARTE FINAL: modo zombies

[Recordar é Jogar] Megaman X

Capa chocante, não é?!

Olá pessoas. Estranharam a volta repentina desta seção, não é? Pois então, havia me esquecido totalmente de pegar jogos antigos para jogar novamente, até gravar um Gametrack recentemente e reavivar o espírito retro que estava forte em mim. E o jogo que retorno para vocês foi o titulo que o Egoraptor destrinchou brilhantemente em um de seus vídeos: Megaman X. Já sabem amigos, Recordar é Jogar.

 

"This game 's awesome..."

O danado azul (vulgo Megaman) tinha que migrar para a geração 16 bits de maneira grandiosa, e mostrando o que tinha a oferecer para o Super Nintendo. Por isso a escolha de um spin-off, a fim de trabalhar outros aspectos de melhor forma. A plot da série X é que (TEXTO LONGO) o Dr. Thomas Light (sim, o barbudão lá da série normal) criou X, porem temia que a humanidade não estivesse pronta para ele ainda, em vista da sua capacidade de tomar decisões por conta própria. E após ser selado pelo próprio Light, para que a humanidade se desenvolvesse a fim de estar preparada para o X, Dr. Cain o encontra após um período. Fascinado pelo design de X, ele cria cópias da criação do Dr. Light, nomeadas Reploids.  Contudo alguns destes reploids apresentam defeitos (provavelmente oriundo de vírus), se tornando reploids defeituosoS, ou Mavericks. Com isso, para fins de deter estes Mavericks, foi criado os Maverick Hunters, com Sigma na liderança, tido como o Reploid mais forte já criado. Só que “shit happens everytime”, e Sigma acaba sendo infectado e vira também um Maverick, liderando os outros Mavericks também. Eis o ponto para que comece o jogo, sob o comando de X, que resolve acabar com isso de uma vez por todas (ou por alguns jogos a mais).

Choose your destiny (obviamente o penguim =D)

Pulando para o jogo em si e vendo opiniões diferentes sobre o início, você é apresentado a uma fase introdutória, que serve bem para te incluir nesse mundo, pois alem do protagonista ser apresentado, tudo o que ele pode fazer, como pular, atirar, escalar paredes e energizar o tiro são apresentadas no primeiro estágio. Aliás o lance de pressionar um botão para energizar o tiro ficou enraizado em mim de tal maneira que nessa geração era comum eu segurar o botão Y para acelerar, de maneira natural. Tudo é bem apresentado, não há a necessidade de pop-ups agressivos para dizer “faça X para Y acontecer” ou coisas do gênero.

"HOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOMEM PÁSSARO!!!"

Sem contar que ao longo da exploração pelos 8 estágios após o intro stage, você encontra mais 4 capsulas de melhorias para o X, e uma delas tem A MELHOR MELHORIA QUE A SÉRIE X PODERIA TER RECEBIDO, que é  o Dash.O Dash se executa apertando o botão A ou apertando duas vezes o direcional para frente, fazendo com que X se mova mais rapidamente. Essa adição foi tão bem recebida que no começo do Megaman X2, ela é nativa no protagonista desde o começo do jogo. Ponto para a Capcom.

"X, tenho algo para você. Só 100 mangos!"

Vendo na Wikia do Megaman (link abaixo, nas referencias), vi que um monte de pessoas trabalhou na trilha do jogo, e isso pode ser visto em todas as musicas. Pois alem delas representarem bem cada estágio, elas são discrepantes, sendo facilmente diferenciadas ao serem ouvidas. E já que estou aqui, vamos falar das musicas que se destacaram mais, assim como faço na série “Início da Fantasia”, que ainda não morreu, só deixando claro.

Vamos lá:

Intro Stage: Cito ela por ela ser uma musica formidável e carregar a função de apresentar ao jogador todas as mecânicas do spin-off. Alem de eu ter tirado ela no violão há tempos atrás.  Tipo de musica com vários vídeos de guitarra no Youtube, podem conferir.

Boomer Kuwanger: A intro da musica já me ganha o dia, tanto é que ela se estende pelo resto da musica, no background. Junto de uma espécie de baixo simples e constante, que dá outr toque interessante nela.

Spark Mandrill: AFIRMATIVAMENTE a musica mais lembrada pelos jogadores. A guitarra sintetizata que está presente em toda a musica dita o ritmo frenético, e isso para uma fase com eletricidade caiu como uma luva. Isso cai no esquema de que “todas as musicas refletem bem o estágio”. A “Storm Eagle” se encaixa também no quesito “guitarra que combina com o estágio”. Outra musica formidável, a propósito.

Sigma Fortress 1: Apesar da “Launch Octopus” ter um baixo excelente de introdução, prefiro o baixo dessa musica, que ao meu ver é melhor trabalhado e ganha um destaque maior. E pelo fato de ser a musica onde o Zero se sacrifica pelo X também dá uma marca a mais.

Ending: Engraçado que essa musica não é lá das melhores, mas ela dá a sensação que todo final deveria causar: missão cumprida. E realmente após todas as batalhas, esse é nosso sentimento.

Mesmo que o jogo seja do começo da década de 90, afirmo que tanto a jogabilidade quanto as partes técnicas estão impecáveis, podendo gerar minutos de diversão facilmente. Sem contar que bateu aquela nostalgia, quando eu tinha que locar a fita até eu mesmo comprar a minha. Enfim, espero que tenha batido aquela vontade de jogar Megaman X (Rockman X no original japonês), seja qual for a maneira.

"Zero, já que tu vai morrer...me dá seu boné?!"

 

Fonte: Megaman Wiki.

 

De portal em portal que se acha o bolo

Olá senhores, senhoritas e robôs ávidos por testes, como estão?

Reparei que não andava escrevendo textos sobre um jogo especifico, com exceção da série sobre Final Fantasy. E olhando para trás, fui ver os jogos que eu terminei e não havia comentado, até chegar em um jogo que demorei a me empolgar de verdade. Para os que me conhecem há tempos, eu falo de Portal, feito pela Valve, do nosso balofinho Gabe Newell. Leia Mais »

Recordar é Jogar – Super Mario World

Olá pessoas, semana passada ficaram apenas com tirinhas minhas como conteúdo publicado por mim, Wesley Pires. Porem foi por uma razão especial. Sabe quando voltamos a jogar um jogo antigo no emulador, para poder relembrar como ele era, porem não paramos de jeito nenhum? Aconteceu isso por um tempo, e isso deve-se ao fato de ser o primeiro jogo que joguei no Super Nintendo. Sim, a coluna Recordar é Jogar da semana será sobre Super Mario World.

"MARIO!!!WHAAAAH!!!"

Me lembro como se fosse hoje quando minha “Babãe” trouxe um Super Nintendo para ser aberto no natal, porem foi montado antes por insistência de todos os filhos. E pintavam aqueles problemas de iniciante, como não saber andar acelerando, morrer facilmente na fase com água, etc. Porem creio que esta foi a melhor fase em se tratando de diversão entre família, pois até meus pais jogavam o Super Mario World. Inclusive foram algumas as vezes em que meus pais ligavam para a minha avó nas férias (eu passava as férias escolares por lá) e falavam coisas como “filho, consegui passar a casa assombrada da caverna”. Bons tempos que dificilmente voltarão.

Mario, o ladrão de maçãs!

Vamos à história do jogo: Mario, Luigi e a Princesa Peach estão passando férias na Dinossaur Land quando novamente os asseclas de Bowser raptam a Princessa. E quando rumam para resgatar a danada, encontram Yoshi, um dinossauro bípede verde (também conhecido como “cavalinho”) que pede ajuda para libertar seus irmãos, presos em ovos pelo Bowser e seus 7 filhos. A partir daí, Mario, Luigi e Yoshi começam a desbravar a Dinossaur Land derrotando os filhos de Bowser e libertando outros Yoshis.

"THIS-IS-SPARTAAA!!!"

O jogo segue o famoso estilo “plataforma”, onde você anda para frente (podendo regredir também), vai saltando obstáculos, encontrando itens até chegar ao final da fase. Um esquema bem simples, para um jogo que te proporciona níveis de desafios crescentes, principalmente na variedade de fases, não limitando apenas ao “ir pra frente e pulo”. E como nos outros jogos, os itens ajudam o Mario a progredir nas fases. Aliás, no Mario Wiki achei uma imagem que tinha naqueles guias do cartucho, mostrando bem cada evolução do Mario usando os itens:

Porem estes itens possibilitam apelações clássicas como em algumas fases usando a Cape Feather (“Pena da Capa” no original brazuca) é possível voar com ela até o final da fase, ou usando a Fire Flower (“Flor de Fogo” por aqui) para empurrar e derrotar chefes que ficam nas plataformas triangulares, como Iggy Koopa. Há outros itens como o P-Balloon que deixa o Mario com obesidade mórbida e a famosa Estrela (ou simplesmente “Star”) que o deixa sob efeitos de alucinógenos invencíveis.

"Acho que consigo fugir deles!"
"STRIKE!!!"
"Stayin aliiiiiiiiiiiiiiiiiveeeeeeee.....!"

Apesar de muitos terem começado suas vidas de gamer nos consoles anteriores como Master System, NES e seus genéricos ou até mesmo no Atari, o Super Nintendo foi o inicio da minha vida dos os jogos, e Super Mario World me divertiu por muito tempo. Creio que vale a diversão até hoje, mesmo que para a grande maioria o jogo não seja tão desafiador quanto em outrora.

Aliás, aqui vai um “off-topic” de uma teoria que eu pensei há pouco tempo: provável que em todos os jogos, Mario antes de conhecer a Princesa Peach, era um encanador a serviço do Bowser (ou de outra pessoa) que fez todos os encanamentos nos mundos dos jogos, e como deu merda (com o seqüestro da Princessa) e ele sabe os caminhos secretos entre os canos, ele se prontificou a salvar a danada. Essa teoria me martelou por um tempo, e nem sei se faz sentido. O que acham?

Mario e sua sutileza...

Gods Eater Burst – o “S” que incomoda…

Olá pessoas. Venho aqui postar uma análise que eu queria ter feito há mais tempo, desde que eu joguei as DUAS versões japonesas do jogo. Sim, finalmente depois de jogar um bocado (soma-se 50 horas em cada versão japonesa, sem contar a versão ocidental), falarei de Gods Eater Burst. O original é apenas “God”, não me pergunte o motivo do “S”, pois não saberei responder.

Antes de tudo, fiquem com a intro do jogo:

Um pouquinho da história do jogo. O mundo foi atacado por seres misteriosos chamados de Aragami, e aparentemente armas comuns não fazem efeito contra eles. Apenas armas chamadas God Arcs, que possuem material de Aragami em sua composição podem causar danos neles. E as pessoas denominadas God Eaters (Ou Gods Eaters, na versão ocidental) são as pessoas que manuseiam tais armas. E nesse mundo existe a Fenrir, uma organização especializada na luta contra os Aragamis, e que está em todo o globo. E em uma destas unidades (Far East Branch, para ser exato) o seu personagem acaba de ganhar a sua God Arc.

"Vem pro papai, neném!!!"

E aí começa um dos pontos que era para serem positivos, mas que a sua execução tornou a opção limitada, que é a customização de personagens. Mesmo que tenham um bom numero de opções, no final seu personagem sempre terá traços de japonês de cabelos espetados. O lado interessante é que ao decorrer da história, são liberadas diferentes roupas, umas comuns e outras muito iradas, como a roupa de samurai. Porem não sei se esta limitação é proposital, pois o seu personagem interage ativamente a história, aparecendo inclusive nas conversas.

Outro ponto a ser citado e que trouxe umas novidades interessantes e controversas, principalmente para os que jogam jogos deste estilo, como Monster Hunter, é a jogabilidade. Como você é um God Eater “New Type”, sua God Arc pode mudar para três formas: Blade, Shield e Gun, ou no português chulo, Espada, Escudo e Arma. Cada uma das 3 formas tem mais 3 categorias, e cada categoria é especializada em atacar/defender priorizando algum tipo de dano. Porem ai começam os pormenores, pois por um lado os jogadores que gostam de atacar gostaram bastante do esquema fluido de batalhas, que é muito similar aos Hack’n Slash famosos, outros (principalmente quem gosta de jogar com armas) reclamaram pois existe a barra de OP (Oracle Point), responsável pelos tiros. Porem para encher esta barra é necessário atacar na forma de Blade, e então poder voltar a atirar. E uma inovação que tanto ajuda a encher a barra de OP quanto dá um aumento em seu status é o comando Devour, onde pressionando triangulo, sua God Arc se transforma numa mandíbula gigante e “abocanha” o Aragami, extraindo habilidades e itens.

"Ah só uma mordidinha, amor..."

Há diversas missões a serem feitas, com diversos Aragamis diferentes, porem para que você não se sinta sozinho e chore de medo dos bichinhos comedores de gente, é possível levar 3 personagens comandados pela máquina. Esse ponto vale ser frisado, pois em outros jogos como Monster Hunter e Lord of Arcana, jogando sozinho você vai SOZINHO para as missões, podendo jogar em companhia somente de outros jogadores no modo multiplayer. No God Eater Burst é possível jogar sozinho também, porem é mais difícil, já que se desmaiar durante a missão, não haverá outra pessoa a lhe dar o Link-Aid, habilidade onde o seu “salvador” doa parte do seu sangue para te levantar de novo. Outro ponto do multiplayer é que, ao “devorar” a habilidade de algum Aragami, é possível passar essa habilidade a outro God Eater que esteja por perto.

Estão vendo pornografia japonesa

O fato dos outros personagens terem participação forte na trama também influiu bastante na aceitação do publico com o jogo, principalmente com os outros personagens que o acompanha, como o alegre Kouta, a “volumosa” Sakuya, a estrangeira Alisa, o líder Lindow e o calado e sempre sério Soma. Aliás, curiosidades: Tsubaki, a sua instrutora de decote generoso é dublada pela renomada cantora/dubladora/diretora de dublagem Mary Elisabeth McGlynn, e o Soma pelo Yuri Lowenthal, o mesmo dublador americano do Sasuke Uchiha do anime/mangá Naruto. Isso explica muita coisa…

"Ei, você me lembra alguem..."

Porem mesmo que eu tenha gostado bastante do jogo é cabível umas criticas sobre fatos que me incomodaram muito, que foi a dublagem acelerada, somada à total falta de sincronia labial. De início percebe-se que os personagens falam rápido demais, deixando as explicações bastante superficiais e corridas, depois é FACILMENTE notável que a boca dos personagens em vários momentos se mexe e não saem som algum. A equipe da Namco Bandai não teve o mesmo esmero nos diálogos que a Square-Enix teve ao adaptar os diálogos do jogo The 3rd Birthday (resenha brevemente) para o ocidente. Resumindo o que eu disse e replicando as palavras do Javan, do site Meia Lua X:

“…não gostei do jeito que a história é apresentada. Talvez seja culpa da dublagem americana. Tem tudo para ser uma história boa, só que a apresentação dela é muito rápida, jogada. Acho que dava para ter mais emoção…”

Ainda assim, saliento que God Eater Burst é um “must play” do PSP, e se vocês pensam que o jogo é apenas um plágio futurista de Monster Hunter, jogue e veja o quão enganado é esta afirmação. E me digam por que a Alisa usa aquela roupa estranha mostrando parte dos seios? E sendo menor de idade?! Parece coisa do 4chan, cruzes!

Ah, o 4chan...

Recordar é Jogar – Half Life 2

Olá pessoas, como estão se virando sem as tirinhas? Relaxem, no NoReset sempre há conteúdo original e divertido de se ler. E também o site é um bom começo para aqueles que têm duvida do que jogar, seja na nova ou nas antigas gerações de console. Para isso, temos a seção “nostalgia” do NoReset, a Recordar é Jogar. E nesta matéria, irei falar de uma das melhores franquias, senão a melhor franquia de FPS, e a melhor compra que já fiz no Steam: Half Life 2, o famoso FPS da Valve de 2004, que foi a base de muitos jogos futuramente. E não se preocupem, irei evitar Spoilers fortes, mas quando for inevitável eu aviso.

"Foi tu que falou Spoilers?! TOMA!"

Antes de tudo, relembremos alguns fatos que ocorreram no primeiro Half Life, com alguns SPOILERS: Gordon Freeman, um cientista que no primeiro dia em Black Mesa, laboratório localizado no deserto do Novo México, se depara com um acidente que faz abrir um portal, possibilitando a raça alienígena conhecida como Xen invadir o planeta Terra. Porem como o cara é macho saiu de Black Mesa com vida, mesmo estando cheio de alienígenas e forças do governo, que estavam no local para “limpar” a sujeira. Tudo isso usando apenas um PÉ-DE-CABRA e sua HEV Suit, uma espécie de armadura usada dentro de Black Mesa.

Após muita coisa, Gordon é transportado para o planeta dos Xenianos e lá vence o suposto líder, Nihilanth. Porem, ele finalmente encontra o G-Man, um homem envolto em mistério que oferece duas opções a Gordon: trabalhar para ele ou ser deixado lá no planeta sem arma alguma, a mercê da morte. No final canônico, Gordon aceita o trabalho (PÔ, até eu aceitaria nestas condições).

"Não quero mais SPOILERS!"

Half Life 2 começa com G-Man, com sua FACE QUADRADA em close, falando com Freeman, em uma cena psicodélica digna de Woodstock, e dizendo para que ele acorde (Gordon possivelmente ficou em animação suspensa por 20 anos). Gordon acorda dentro de um trem em uma cidade conhecida como City 17, e no decorrer percebe que a cidade está dominada pelos Combines, um império alienígena que se aproveitou do incidente em Black Mesa para invadir a Terra. Depois de uns contratempos pela cidade, Gordon encontra alguns aliados, como Barney Calhoun e Alyx Vance. Vendo a situação da terra, Gordon resolve se unir à resistência para lutar contra os Combines.

Vejam a introdução e o início do jogo, já avisando que há SPOILERS:

Trama legal né? É hora de apresentar os principais personagens, dentro do jogo:

Gordon Freeman: Por ter sobrevivido ao acidente em Black Mesa, se tornou uma lenda viva para os sobreviventes. Alem do icônico pé-de-cabra, Freeman carrega inúmeras armas, que vão do botão 1 até o 6. Muito bom para um mero físico nuclear (devem ensinar curso de defesa pessoal na faculdade dele). Outro fato curioso: ele não fala nada no jogo INTEIRO.

Gordon Freeman

Barney Calhoun: Antigo guarda de Black Mesa e amigo de Gordon, agora membro da Resistência. Ele é muito importante na trama Por quê? No começo do jogo, ele que dá o pé-de-cabra para Freeman. Precisa de mais?

Eli Vance: antigo membro de Black Mesa, atualmente um dos cientistas mais importantes da Resistência. Um fato curioso que só fui descobrir no Episode 2: Eli tem uma perna mecânica. Sim, faltou atenção da minha parte.

Eli Vance

Alyx Vance: Filha de Eli e principal referência dentro da Resistência, e a personagem que mais interage com Gordon no decorrer do jogo. Hummmm….

Isaac Kleiner: Outro cientista sobrevivente do incidente de Black Mesa, atualmente trabalha a favor da Resistência, junto de Eli. Tem um Headcrab de estimação chamado Lamarr que SEMPRE FODE TUDO!!!

"Vem vem, aqui na cabeça do papai..."

Wallace Breen: Antigo administrador de Black Mesa, atualmente é o administrador da TERRA (que promoção, hein?!). Após a invasão dos Combines, que resultou na “Seven Hour War” (“Guerra de Sete Horas”, traduzido porcamente por mim) e na rendição da raça humana, Breen foi designado para ser o “avatar” dos Combines na Terra.

Alyx mostrando Wallace em sua melhor pose

Judith Mossman: a ajudante (e algo mais) de Eli Vance. Ao procurar informação dela, vi que o posto que Freeman pegou dentro de Black Mesa no primeiro jogo era para ser dela. Isso explica muita coisa…

Father Grigori: preciso citar este personagem, pois ele está no MELHOR CAPÍTULO DO JOGO, chamado “We Dont Go To Ravenholm…”. Resumindo, ele é o único remanescente em Ravenholm, que foi tomada por Headcrabs e zumbis, alem de ser um PADRE MATADOR!

"Sinta o poder da Espingarda do Senhor!"

Dog: O cão-robô-imortal-gigante da Alyx. Próximo!

Vortigaunts: É valido citar eles aqui, devido a sua importância daqui para frente. Eles são uma raça alienígena, que no primeiro jogo era mantida escrava pelos Xenianos, porem após Gordon aniquiliar o líder Nihilant, os Vortigaunts ficam na Terra, ajudando a Resistência e sempre creditam sua liberdade a Gordon Freemam.

"Usei lentes de contato. Estou bonito?"

G-Man: o misterioso empregador de Gordon Freeman, não se sabe muito sobre ele, porem é atribuído a ele o acidente em Black Mesa. Aliás, se ele contratou Gordon Freeman, cadê o contra-cheque do cara??!

"Olhe para minha testa, Dr. Freeman..."

Eis um jogo que eu gostaria de ter jogado no auge do seu lançamento, tendo em vista a quantidade de prêmios, notas e da inovação que o jogo trouxe, em se tratando do visual e jogabilidade. Graças à engine Source, lançada no próprio Half Life 2 e no ótimo Counter Strike: Source, melhorada e aplicada futuramente em jogos famosos como Team Fortress 2 e Portal. Aliás, este jogo rendeu algumas extensões e continuações diretas (Episode 1 e 2) e não há ainda um final para a saga de Gordon Freeman e a Resistência contra os Combines.

"Falta um silicone aí, cara Alyx..."

Sei que faltou bastante coisa, e há muita coisa a ser dita e especulada. Porem, ao invés de me prolongar, será citada a fonte de todas estas informações e especulações: Half Life Wikia. Acessem, pois alem de mostrar muitas informações sobre todos os jogos da série, é mostrado material de outros jogos da Valve que derivam de Half Life. Finalizando, Half Life 2 é um “Must Play” de respeito, e deve ser jogado. Fiquem com um video da ultima parte do capítulo citado , “We Dont Go To Ravenholm…”. Já aviso que o video pode ser interpretado como SPOILER:

O Início da Fantasia – Final Fantasy VII

Peguem vários itens de cura, encontrem e elevem suas matérias favoritas, faça seu trio mais forte e vá dar uns tapas na Emerald Weapon (NÃO!), pois chegou a hora de adentrar na geração 32 bits da série de matérias mais notório do NoReset. Sim, estou falando do Inicio da Fantasia.

Esta coluna demorou a ser retomada pelo seguinte motivo: para poder falar com melhor propriedade sobre um jogo, eu precisava jogar ele, e eu terminei o dito cujo há pouco tempo. Sim, na época eu não joguei o tão aclamado Final Fantasy VII. Chorem fanboys!

"JÁ ERA HORA!!!"

FFVII foi o primeiro jogo da série em 3D, e consequentemente um dos jogos mais famosos do Playstation 1 (PSX), trazendo alem da tríade Hironobu Sakaguchi, Nobuo Uematsu e Yoshitaka Amano, temos a singela ajudinha de Yoshinori Kitase na direção (que também escreveu, contando com a mão de Kazushige Nojima). Guardem este nome, pois ele será importante na série. Sem demoras, vamos á história e aos personagens. E como já sabem, há SPOILERS de monte.

Eles são os culpados por tudo >=(

No mundo retratado no jogo, existe uma energia que flui na Terra, chamada de Lifestream, que está por toda a parte. Porem a empresa Shinra está drenando este Lifestream para gerar um tipo de energia, conhecida como Mako, e converter em eletricidade para uso humano. Mako cristalizado resulta em uma espécie de cristal redondo chamada matéria, que provê habilidades a quem usa. Porem tudo que é bom acaba, e com o uso constante da energia Mako, o planeta está “morrendo”. Com isso, somos apresentados aos membros da AVALANCHE, um grupo terrorista (?) que busca sabotar a Shinra, com o objetivo de cessar a extração da energia Mako do planeta. Em uma das investidas ao prédio da Shinra, o presidente da Shinra é morto por um SOLDIER (espécie de força especial da Shinra) dado como morto, chamado Sephiroth. Desse ponto, a história começa a ramificar, não ficando presa somente na salvação do planeta, mas tambem mostrando parte da história de cada um dos personagens.

Hora da apresentação dos personagens, e contar um pouco mais da história de cada um:

Todos os personagens jogáveis

Cloud Strife: Protagonista da história, Cláudio, digo, Cloud é um ex-membro da SOLDIER que se une à AVALANCHE inicialmente só por propósitos financeiros. É um rapaz nada alegre, se acha o mais forte e nunca precisa da ajuda dos outros. Já ouvi isso antes…

Nosso protagonista (?)

Barret Wallace: Irmão de Willian Wallace…mentira. Barret é o lider dos AVALANCHE e o mais preocupado com a situação do planeta, e conseqüentemente o que mais odeia a Shinra. Em virtude de um acidente em North Corel, Barret possui uma espécie de arma no lugar da mão direita. Também faz cosplay de Mr. T nas horas vagas…brincadeira de novo.

Tifa Lockhart: PEITOS!!! Próximo personagem! Tifa também participa do AVALANCHE, alem de ter crescido junto de Cloud em Nibelhein, cidade onde perdeu sua família graças à Sephiroth. Procure “Tifa Hentai”, verá coisas muito boas sobre a personagem =3.

Aeris Gainsborough: Aeris encontra Cloud após o mesmo cair de uma altura equivalente ao Godzilla, em cima de plantas (?). É revelado que Aeris é a ultima Cetra (também mencionada como Ancient), raça espiritualmente poderosa, alem de ter sido namorada de Zack, mentor de Cloud. Também é revelado que ELA MORRE NO FINAL DO PRIMEIRO CD, EMPALADA PELO SEPHIROTH.

Phoenix Down deveria estar em falta no dia...

Red XIII: Seu nome real é Nanaki, mas chama de Rex que ele vem. Red XIII foi localizado no prédio da Shinra, pois havia sido capturado por Hojo, um dos principais cientistas da Shinra. Ele pode ser parecido com um lobo, mas é mais inteligente que você.

Cait Sith: Um dos lordes Sith, servos de Darth Sidius…brincadeira novamente. Cait Sith é uma espécie de gato robô, que se revela espião da Shinra. É mostrado que na realidade ele é Reeve, que o controla de Shinra. Cait Sith sempre anda em cima de um Moogle de pelúcia. Eu já disse que adoro gatos?

É duma meiguice infinita essa imagem =3

Cid Highwind: Filho da Dercy Gonçalves com o Alborghetti, Cid segue a tradição da série, em sempre haver um personagem “Cid”. É entusiasta da tecnologia e inicialmente queria ser o primeiro homem no espaço, e como os outros Cids, ele é o piloto da Airship do jogo. Ah, e eu brinquei ao falar que ele é filho da Dercy.

Yuffie Kisaragi: personagem secreta do jogo (eu não sabia), Yuffie é uma ninja aficionado por matérias, que só entra no seu grupo para te roubar. DISQUE 190!!!

Vincent Vallentine: Personagem mais bacana, Vincent é outro personagem secreto (também não sabia), que se encontra dormindo embaixo na mansão em Nibelhein. É revelado que ele era um Turk, e que conheceu a mãe biológica de Sephiroth, Lucrecia Crescent. Maiores detalhes serão explicados em outra matéria, aguardem.

Sou lindo, não sou?!"

Rufus Shinra: Atual presidente da Shinra, após seu pai (o presidente antigo) ser morto por Sephiroth. Mesmo jovem, é ambicioso e está à procura da terra prometida (The Promissed Land) onde dizem ter fontes incontáveis de Mako.

Os Turks: Praticamente os capangas a serviço da Shinra, compostos por Tseng, aparentemente o lider, Reno, Rude e Elena. Todos são extremamente fieis ao presidente Rufus, fazendo tudo o que é mandado.

Presidente Rufus com os Turks

Sephiroth: SOLDIER de primeira classe, considerado por muitos uma lenda. Supostamente morto, após o acidente em Nibelhein, ele reaparece dizendo ser um dos últimos dos Ancients, querendo se tornar um Deus. Rapaz de ambições humildes.

"Im so happy..."

Indo para o gameplay, os encontros aleatórios e o Active Battle Time (ATB) continuam presentes, mesmo no ambiente 3D porem há mudanças, como no numero e personagens por batalhas, que caiu para três. No Final Fantasy VI havia o “Desesperation Atack”, e no FFVII voltou de maneira aprimorada, onde cada vez que recebe danos uma barra vai sendo enchida. Ao estar cheia, é executado um movimento do personagem, chamado de “Limit Break”. Acima foi citado as matérias, no gameplay elas dão habilidades especiais aos personagens, como uso de magias, summons e aumento de atributos, e ao evoluir a matéria para nível “Master”, nasce outra matéria do mesmo tipo. Porem no seu uso, outros atributos como HP, MP, ataque e defesa recebem uma perda ou ganho, como o próprio Cloud diz “é uma faca de dois gumes”.

Encontrar todas elas também é um enorme sacrifício, pois muitas são liberadas depois de inúmeras sidequests, como a famosa sidequest do Chocobo Dourado, onde você dava a sua vida cruzando chocobos, para quando conseguir o Chocobo Dourado, poder pegar a igualmente famosa invocação “Knights of the Round”.

Dê sua vida para chegar aqui

Falando em encontrar coisas, é possível encontrar mais dois super chefes neste jogo, Emerald e Ruby Weapon. Seguindo a tradição iniciada no Final Fantasy V, com Omega e Shinryuu, os dois tem MUITO sangue e são difíceis de vencer, porem são opcionais e devem ser enfrentados quando estiverem aptos. Eu não os enfrentei, pois tinha outros jogos a se jogar. Mas dava medo ver o Emerald Weapon nadando no oceano, ah isso dava.

"MARCHA RÉ, AGORA!!!"

Hora da musica!!!

Novamente Nobuo Uematsu me fez passar raiva, pois FFVII possui muitas composições, ficando difícil escolher qual falar. Irei me abster de temas mais batidos, como a “Prelude” que toca no começo, voltando às origens dos primeiros jogos. Vamos às musicas:

The Shinra Corporation: É a musica da empresa antagonista, então nada melhor do que algo grandioso e que cause medo. A musica passa exatamente isso.

Turks Theme: Não sei direito o que essa musica tem de especial, mas quando toca eu sinto vontade de estalar os dedos. Praticamente musica de máfia ou de gangues.

Still More Fighting: Musica que toca nas batalhas de chefes comuns, e ao meu ver bem melhor que a musica comum de batalhas. Magnificamente arranjada pela pouco citada banda The Black Mages como “Those Who Fight Further”

Main Theme from Final Fantasy VII: Em conversas recentes com Eddy Bruno, vulgo Tio Bruno, ele concordou comigo: essa musica é excelente por ser alegre, motivante e claustrofóbica em uma mesma composição. Considero o melhor tema de World Map de Final Fantasy.

J-E-N-O-V-A: Musica que toca quando são enfrentadas as Jenova Birth, musiquinha grudenta e excelente.

The Nightmare Begins: Não sei o que de mais essa musica tem, mas ela virou o tema do Vincent. Não precisa de mais nada.

Cid’s Theme: Esse tema tem umas batidas da Main Theme, porem tem umn ar mais épico mesmo. Ouço a musica e me lembro de viagens espaciais. Essa foi uma grata surpresa.

Fiddle de Chocobo: Eu sempre tenho que citar um tema de chocobo, e esta toca nas corridas de Godl Saucer, por isso ela é mais agitada que o comum. Atentem ao “YAHOO” no meio da musica.

Aeris Theme: Ela é bem clichê, bonitinha e tals. Mas eu citei ela pois ela me remete MUITO à musica “Aria di Mezzo Carrattere” do FFVI.

The Great North Cave: Outra enorme revelação para mim, pois ela em matéria de ambientação é perfeita, pois no jogo a situação não está boa, e essa musica toca no World Map. O @ericksntos resumiu ela como “musica de apocalipse” e não discordo nem um pouco.

One Winged Angel: Sim, assim como eu cito musicas de chocobos, eu devo citar a musica de Final Boss. Mesmo não achando ela a melhor, eu confesso que ela é muito boa, e ter partes cantadas deu um diferencial a mais nela. Recomendo a versão tocada no filme Final Fantasy VII: Advent Children.

Staff Roll: Outra musica simples, mas que me agradou. Unindo musicas do próprio jogo, como a Main Theme, e outra famosa, a Prologue. Cumpre bem seu papel encerrando o jogo.

Vamos às criticas finais. Novamente volto a frisar que eu não considero o FFVII o melhor da série, mesmo depois de ter jogado. Ainda vou além, creio que boa parte da admiração dos fãs pelo jogo se deve aos fatores técnicos inéditos para a série, como os personagens em 3D, musicas em qualidade de CD, CGs mostrando fatos importantes da história, alem de ter sido um dos primeiros Final Fantasy a chegarem ao ocidente de vez, mostrando a franquia para todos.

"Final Fantasy...legal =)"

Porem não serei xiita, pois considero um bom episódio da franquia, com uma história até boa, com muita reviravolta e tudo mais. As motivações de alguns personagens não me agradam muito, um bom exemplo é Sephiroth. Sephiroth que eu NÃO considero um bom vilão, pois não acho válido os motivos que o levam a se rebelar contra todos. Para mim, é só um sujeito criado com vôo que fica putinho com tudo e todos.  Vi muitas pessoas reclamarem das matérias tornarem o jogo fácil, e eu concordo. Porem só se você evoluir as danadas, o que dá no mesmo se você evoluir seus personagens ao máximo. Porem ainda é um bom jogo, mesmo com o final em aberto, coisa que eu particularmente não gosto, porem ver Midgar depois de um porrilhão de anos toda florida é bem gratificante.

Sim, eu sei que há spin-offs muito famosos da série, porem seria injusto dar apenas um adendo aqui. As duas próximas matérias serão sobre os dois spin-offs que eu joguei: Dirge of Cerberus e Crisis Core, aguardem.

Fnalizando, se quiserem ver maiores detalhes e artworks bem bacanas recomendo que visitem o site http://www.finalfantasy.com.br, pois é um ótimo site brasileiro sobre a série, e há muitos detalhes sobre o FFVII que me ajudaram bastante, como um guia bem completo sobre como encontrar o Chocobo Dourado, com vencer as Weapons, vale a visita.

Cena final recriada no Advent Children

Review – Left 4 Dead

Olá pessoas. Antes de tudo, vocês sabem que é costume meu fazer analises atrasadas ou até algumas de cunho retrô. Porem este jogo não é tão antigo, e eu devo ter twittado N vezes que estava jogando ele, através do Garena. Então nada mais justo que falarmos de maneira bem solta sobre Left 4 Dead.

"hum...vamos ler."

Left 4 Dead é mais um jogo fantástico criado pela Valve, usando a engine vencedora de Half Life(Source Engine), abordando uma possível infestação no estado da Pennsylvania, causando perda das funções cerebrais e aumento da agressividade, tornando os infectados zumbis. Na animação inicial do jogo, somos apresentados aos 4 sobreviventes:

Bill: Velho guerrilheiro do Vietnâ, que sobrevive graças às suas habilidades bélicas, e teóricamente seria o ÚNICO a saber manusear corretamente uma arma de fogo. Porem está velho e gasta sua energia correndo e fumando ao mesmo tempo.

Bill matando um Infectado

Francis: Motoqueiro tatuado que odeia tudo, até mulher. É o que sempre reclama, custa ajudar os outros e um dos poucos que preferem usar armas estilo Shotgun.

Louis: Típico trabalhador da área de TI, que vê o mundo ir para o car#$%¨. É o que mais grita, é o mais motivado, o mais viciado em pílulas, e o que eu sempre prefiro jogar =D.

"MINHAS PILULAS!!!

Zoey: A única mulher do grupo, e com certeza, a mais “macho” de todo o jogo. Maneja de forma assombrosa um Hunting Rifle, chegando a matar zumbis sem você perceber.

É sua função escolher com quem irá jogar, sendo que os outros 3 podem ser controlados tanto pela inteligência artificial (que pode tanto ser ótima, quanto ser uma lerdeza total), ou por outros 3 jogadores, tornando a jogabilidade e estratégia mais divertida. Mas não pense que tudo é um mar de rosas, pois abaixo citarei as ameaças que irão atrás de vocês:

Infectados Comuns: Apesar de serem zumbis, não são nada lerdos, podendo correr tanto quanto Usain Bolt para te pegar. Em alguns casos, vem em hordas para brincar de “Moshing” com você. Mas não se preocupe, ao contráro dos zumbis clássicos, eles fugiram das aulas zumbis e não sabem como morder.

Exemplo de "Moshing"

Boomer: Zumbi com alta taxa corporal e com hábitos nada educados, como vomitar em você em distâncias infinitas, vômito que atrai zumbis para o “Moshing”. Porem como gordo só se fode (brincadeira), um simples tiro pode matar ele. Só tome cuidado, pois ele é uma granada ambulante, podendo te melar todo.

Hunter: Zumbi também faz Le Parkour! É o atleta do jogo, dando saltos de dar inveja ao João do Pulo, e gritando feito torcedor em estádio lotado. Quando é morto, solta o “ai” mais afeminado que eu já vi.

Dois Hunters em sue encalço.

Smoker: É chamado assim por jogar cigarro em você. Mentira. Só é chamado assim pois quando morre solta uma fumaça verde, derivada da Cannabis. Seu ataque consiste em jogar sua língua ENORRRRRRRRRRRRRRME em você, te prender e te dar porrada. Se correr em direção ao Smoker, ele começa a correr como um mongol. E a parte da Cannabis também é mentira…acho.

Smoker

Witch: É  a zumbi “me deixa quieta”, pois se ficar encarando demais, ela se levanta e vem “fazer um carinho” letal em você. Ah sim, ela vive chorando e o motivo disso está explicado aqui.

Tank: O que acontece quando o Hulk é mordido por um infectado? Vira o Tank! Tirando esta piada imbecil, Tank é o mais forte e o mais lento dos infectados especiais, podendo te mandar para MUITO longe com um tabefe. Por motivos desconhecidos, apenas os braços dele se desenvolveram, e eu me recuso a procurar saber os motivos.

"hum...."

Agora que sabe o que irá enfrentar, saiba um pouco como funciona a jogabilidade em si. Em cada uma das campanhas, há em média 5 capitulos onde a missão é chegar em um possível ponto de resgate. Entre um capitulo e outro você encontra uma Safe House, onde há armas como a Shotgun, Submachine Gun, Assault Rifle, entre outras, alem de First-Aid Kits. Durante cada capitulo você encontra, alem dos infectados comuns e especiais, algumas armas melhoradas, Pain Peels, pílulas que aumentam temporariamente seu sangue (e que Louis é viciado), armas de arremesso como a Pipe Bomb, bomba que atrai infectados por conta de seu barulho e o famoso Coquetel Molotov, que cria uma espécie de barreira flamejante.

Olha a cara feliz do Louis

Em certos pontos há obstáculos a serem ultrapassados, e que coincidentemente fazem vir hordas e hordas de infectados, e MAIS coincidência ainda é ter uma Mini-Gun estrategicamente posicionada nestes lugares.

Algo a ser lembrado é que existe uma inteligência artificial chamada de “Director” que, de acordo com seu progresso faz aparecer menos ou mais infectados para te pegar. Por isso, caso o Tank esteja do seu lado e você só o vir quando levar aquele tapinha, quando você mal cruzar uma porta e ser abraçado pelo Hunter, ou pela Witch estar chorando EXATAMENTE onde você tem que passar, culpe o “Diretor”.

"O Diretor!"

No final de cada cenário, você chega ao ponto de resgate, e tu pensa: CADÊ O CAR$%#@ DO RESGATE?? Pois é, ali você irá fazer o contato e esperar o resgate chegar. E também outro fruto da coincidência, os infectados percebem quando você faz o contato e vem te atacar EM PESO. Se você sobreviver a isso, então o resgate chegará e coincidentemente uma ultima onda de infectados comuns e especiais TAMBÉM. Se conseguir entrar todos, missão cumprida…até a próxima campanha, claro.

Para resumir este artigo nada sério, Left 4 Dead é um tipo diferente de sobrevivência a um possível apocalipse zumbi, onde trabalho cooperativo e rapidez em tomar decisões é fator imprescindível para se manter vivo. Jogar sozinho é bom, mas jogar com mais pessoas torna o jogo muito mais divertido, principalmente se tiver comunicação por voz, pois é hilariante ouvir seu amigo se assustando com um zumbi bem na frente dele, do nada.

Por fim, recomendo que joguem bastante, pois é um tipo de jogo que não enjoa e deixa marcas em você, e não são marcas de mordida.

Este é o Moshing na vida real =P

Recordar é Jogar – Goof Troop

E ai, meus queridos leitores. Fazia tempo que eu não retomava esta coluna, não é mesmo?! Pois bem, venho aqui relembrar que gerações passadas dos games sempre são bem vindas de serem revividas, a qualquer hora e com qualquer pessoa, seja amigo, namorada, com quem for. Recordar é Jogar, meus amigos.

Irei citar agora um jogo em que não apenas eu e meus amigos jogávamos, mas também meus pais (detalhe: eles que traziam o cartucho), onde ficavam brincando de tontear um ao outro jogando “alfaces”. Sim, estou falando de Goof Troop.

"HEADSHOT!"
"HEADSHOT!!!"

Um fato interessante que eu soube no finado NowLoading é que o produtor deste jogo é Shinji Mikami, criador da série Resident Evil e que tem seu dedo em outras produções, como Devil May Cry, Vientful Joel, Alladin e outras presepadas mais. Falando um pouco da história, você está na pele do Pateta (Goofy,) e seu filho Max, que vão andar pela ilha de Spoonerville para resgatar Bafo (Pete) e PJ, seqüestrados por piratas que invadiram a ilha recentemente. Por se parecer com o Capitão do navio pirata, Bafo se aproveita e curte o que é ser um capitão por uns momentos, enquanto você se mata para salvar ele, veja vocês.

"OMG! Uma bomba!!!"
"Whaaah, uma bomba!!!"

Quanto à jogabilidade, é fácil de ser assimilada. Enquanto um botão(B) serve para levantar as mãos para pegar algo no ar ou segurar/chutar outro objeto, outro botão (Y) serve para usar um item que você pegou, dentre eles podemos citar o Grappling Hook, uma espécie de gancho  muito útil tanto para atrasar alguns inimigos, quanto para ligar um ponto a outro; um sino que chama a atenção dos inimigos; um pedaço de madeira, que serve apenas para completar alguma ponte; uma vela acesa, que apenas aumenta o raio de luminosidade em lugares escuros; uma pá, usada para cavar em alguns tipo de terrenos, podendo desenterrar itens do chão (?); e por fim, chaves para abrir certas portas. Quando se joga sozinho, há dois espaços para itens, enquanto que de duas pessoas, Pateta e Max podem carregar apenas um item por vez, dando um pouco de estratégia ao pensar no que pode ser útil carregar.

"Strike!!!"

Meso tendo uma mecânica simples, o jogo desafia sua mente. Não é raro ter ocasiões onde devem ser posicionadas pedras e/ou outros objetos em devidos switches para poder prosseguir no jogo, exigindo rapidez e coordenação de suas ações. Eu chamo isso de “Eu chuto pro lado, você chuta para cima” =D. A escolha dos personagens deve ser acertada também, pois Pateta é forte, podendo matar inimigos mais fortes com item de arremesso, porem é mais lento. Max pro sua vez é franco tendo que usar dois itens de arremesso para despachar o inimigo, porem é mais rápido que o pai, sendo mais usado para resolver enigmas com agilidade. Quando jogo sozinho, eu sempre escolho o Max.

"...por onde começo?!"

Finalizando este pequeno texto, para não ficar uma leitura maçante, recomendo que chame seu amigo/namorada/irmão, abra o emulador e jogue de novo, pois jogos onde você pode jogar com alguém do seu lado e se divertir ali mesmo estão em escassez, por conta de redes como Live, PSN e outras, que permitem a jogatina online de qualquer lugar. Quando vou visitar amigos, costumo jogar junto com eles alguns jogos, e este está incluso. Com a namorada também =3.

Um pouco da gameplay do jogo:

Recorde o quão bom é este jogo agora. Mas comente antes, sim?!

A mira do Max é igual a desse cara.