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The Game is on the Book #2 – Flashbacks

Olá pessoas, antes de mais nada, creio que alguns esclarecimentos são cabíveis aqui.

Além do habitual pedido de desculpas pela falta de atualizações, devo informar vocês que botarei em um “hiato de prazo indeterminado” a Crossover FAIL+, vulgo histórias do Ash Marombado. O motivo principal é que, diferente da The Game is on the Book, que já tenho um final e ele vai ser usado em breve, não vejo como prosseguir com a história por hora. E também por conta de uma nova idéia que mostrarei aqui no site, que envolve desenho, animação e um pouquinho de trabalho vocal. Aguardem e confiem (ou suspeitem).

Enfim, relembrando os acontecimentos passados, a nossa heroína Susi foi capturada e nossos outro heróis levaram surras lendárias, até uma figura nova aparecer e salvar eles. A propósito, é sempre bom me desenhar em forma:

É sempre bom ver que meu traço melhorou, mas é ruim por conta de ver o quanto poderia ter melhorado. Problemas de desenhistas amadores. E uma coisa que adoro em qualquer quadrinho ou mangá são os flashbacks. Adoro ver como o personagem chegou até o ponto atual, seja tragicamente ou não.

The Game is on the Book – O retorno de quem nunca foi.

Olá pessoas. O titulo parece confuso, não?!

Há bastante tempo, eu comecei uma série de histórias envolvendo jogos, tendo como protagonistas eu mesmo, o “Viadão” Fernando Moraes, e uma amiga nossa de longa data, Susi Viana. Porem eu estava publicando a história em outro site, e sem a história ter chegado ao seu desfecho, eu fui sumariamente convidado a me retirar sem ter o trabalho finalizado. No frigir dos ovos, como o Noreset é uma porta aberta à inumeras idéias legais, e esse tipo de coisa não deve ser perdida no limbo. Em outras palavras, lhes apresento a minha história envolvendo coisas aleatórias, joguinhos e um pouquinho de melhora no meu traço, a The Game is on the Book.

Antes de tudo, um pequeno resumo da história:

“Susi, amiga de longa data dos fanfarrões Wesley e Fernando (vulgo “Fedaykin”) estava triste, e para animar ela nossos amigos deram um livro sobre design de jogos, personagens e afins, feito pelo “Kojimão”. Porem não contavam que o livro estava “batizado”, fazendo com que os três sejam enviados para dentro do livro, onde àreas, personagens e clichês distintos dos games estariam espalhados por aquele novo mundo. E no inicio da aventura, um jovem herói clichê chamado Daileon (nome dado pelos nossos protagonistas, dada a uma “profecia de araque”) acompanha eles nesse mundo. Mas tudo muda quando dois capangas estão acompanhando os passos deles, e há uma reviravolta ao saber que eles trabalham para o Rei Macgaren, irmão de Daileon.”

É um resumo bunda, mas serve para preparar vocês para o que vai vir. E cliquem BEM AQUI para baixar as histórias que precedem o capitulo que posto hoje. E hoje a história retoma no momento em que nossos protagonistas encontram o Rei Macgaren. O que esse encontro significa?

 

 

Caso queiram ver fora do site, cliquem BEM AQUI e baixem a versão zipada. Ainda não sei qual será a frequência de postagens dessa série, mas como está na reta final, deve ser a mesma que a Crossover FAIL+. Portanto, de antemão até aviso que a demora na postagem de vídeos é por conta do excesso de rabiscos. Por isso, peço desculpas pelos transtornos.

 

 

Reseta Isso Aí #14 – KABOOOOOM

Olá pessoas, faz tempo não é?!

Na jogatina que eu e o Fernando Moraes tivemos de Saints Row: The Third jogamos por cerca de 45 minutos, que foram minutos preciosos de diversão e coisas aleatórias (e inúmeras tentativas do Viadão Bonito explodir meu personagem). E nesses 17 minutos a mais de jogatina….bom, vejam vocês mesmos.

Um dia eu chamo o Michael Bay para dirigir esses jogos.

Braid – Quebra-cabeças, Estrelas e uma Explosão!?

Olá pessoas, hoje é dia de me redimir de um sacrilégio. Ou seja, de voltar no tempo, literalmente.

Desde a época do finado Now Loading, eu jogava muitos títulos em virtude das sugestões dos caras do site. E Braid foi um jogo que até ganhou episódio de podcast, dada a sua complexidade de mecânicas, de temáticas ambíguas e de toda a obra criada pelo Johnathan Blow. Depois de jogar três vezes, me senti compelido a falar sobre o jogo e viajar um pouco metaforicamente nas mecânicas apresentadas ao jogador. Vai ter SPOILERS, mas irei avisar na devida hora.

Explicando a premissa do jogo, você controla um protagonista chamado Tim, e inicialmente ele é um cara que está a procura de uma “Princesa”, pois segundo os livros iniciais do primeiro mundo, Tim cometeu um erro, e para achar a princesa, Tim precisa percorrer mundos coletando peças de quebra-cabeças, em uma espécie de” jornada de esclarecimento/autoajuda”. Logo no primeiro mundo, a mecânica principal de voltar no tempo a qualquer momento apertando Shift é revelada. A propósito, é meio assustador saber que você entende esse recurso ao MORRER, já que aparece a tecla a ser apertada, de maneira que o jogo sutilmente diz “faça de novo”. Os próprios textos e a jogabilidade no inicio mostram que isso é uma alegoria para tentativa e erro, já que em um dos livros há um trecho citando que “O erro pode ser corrigido como se nunca tivesse existido, mas a experiência do erro continuará intacta”. E isso é apenas no primeiro mundo (que se chama World 2, a propósito).

Que bagunça, cara...
Que bagunça, cara…

O segundo mundo (World 3) usa uma premissa que eu adoro que é “certas coisas podem ser refeitas e corrigidas, mas nem tudo pode voltar como era”, onde conhecemos o “Brilho” (“Glow” no original). O Brilho aparece na forma de uma camada cintilante verde, e quando Tim volta no tempo, tudo volta ao seu estado anterior, exceto às coisas que estão de verde. Para certas coisas é útil, pois você pode manipular o tempo de modo que os itens verdes estarão onde você quiser e no tempo que desejar. Daqui em diante, tanto voltar no tempo quanto itens em verde cintilante estarão presentes nos outros mundos.

Como frisei acima, cada um dos mundos inicialmente tem livros que falam um pouco mais da história de Tim e sua procura pela Princesa. E também explica de forma indireta a mecânica que virá a seguir, e nesse mundo (World 4) quando você anda para frente, o tempo avança, mas quando você volta, o mundo também volta. Particularmente senti dificuldades em me habituar com os puzzles desse mundo, pois eu já estava acostumado a errar e refazer, mas no mundo eu precisava levar em conta o modo que eu me movimentava no cenário. Por exemplo, há chaves que precisam ser coletadas para abrir portas e inimigos muito parecidos com os clássicos Goombas (em uma forma “discreta” de critica/homenagem) que precisam ser mortos, porem quando você anda para esquerda para qualquer coisa tanto a chave volta onde ela estava quanto o inimigo morto no ponto que você retornou ele retorna como se você tivesse apertado Shift. É complicado, amigos.

Maldito Puzzle...
Maldito Puzzle…

No World 5, tem partes extremamente legais envolvendo uma espécie de “sombra” sua. Todas as vezes que executa uma ação, volta no tempo e solta o Shift, uma espécie de sombra sua executa as mesmas ações, sem penalidade alguma para você, e a mesma mecânica se aplica em áreas com um brilho violeta. Isso é extremamente útil para fazer mais de uma tarefa ao mesmo tempo, fazer com que sua sombra leve inimigos em certos pontos da fase, entre outras coisas. Achar uma metáfora para essa mecânica é complicado, mas pelo que os textos mostram, Tim está dando duro para “encontrar a Princesa”. Ou numa expressão popular bem apropriada, Tim tem que “virar dois” para fazer tudo ao mesmo tempo, hahahahah.

Parece dificil, mas não é.
Parece dificil, mas não é.

Incrível como um simples anel (possivelmente de casamento ou compromisso) pode ter tanto valor no World 6. No mundo em questão, é dito que Tim mantém um anel junto dele como sinal de devoção para encontrar a Princesa, mas para não atrair atenção indesejada, ele o esconde em certas situações. E no jogo, ao apertar a seta para baixo (ou direcional para baixo, nos consoles), Tim deixa o anel no chão, criando uma espécie de campo ao redor do anel que deixa tudo lento quando objetos (incluindo o próprio Tim) se aproximam do mesmo. A meu ver, usar o anel foi uma decisão acertada, pois mesmo na vida real um anel no dedo (principalmente um anel de casamento/compromisso) faz com que pessoas notem sua presença, os jeitos como as pessoas te olham muda, e também serve perfeitamente como sinal de devoção. Não sei vocês, mas sempre que eu usava o anel para resolver puzzles eu o pegava de volta, se possível. Antes que me batam, eu notei sim as alegorias envolvendo O Senhor dos Aneis e o Um Anel.

 

[DAQUI EM DIANTE DIREI SPOILERS DO FINAL DO JOGO. ESTEJAM AVISADOS]

 

Quando Tim coleta todas as peças dos quebra-cabeças de cada mundo e monta cada uma delas, além de revelar imagens condizentes com os textos de cada mundo, dá acesso ao topo da casa dele, o ultimo mundo, que curiosamente se chama World 1. Curiosamente tanto os nomes das fases quanto as fases em si são de trás para frente, e quando o shift é pressionado, o tempo e a musica ao fundo fluem normalmente. Até que chegamos à ultima fase (que é a primeira), onde vemos o suposto Monstro que raptou a Princesa e ela consegue escapar. Nesse momento, enquanto uma parede de fogo persegue tanto Tim quanto a Princesa, ambos vão cooperando numa série de obstáculos, permitindo que ambos passem por eles juntos, ate que ao chegar ao quarto da Princesa, ele é trancado do lado de fora, e o tempo para. Nessa hora, instintivamente apertamos o Shift para ver se há alguma mudança, e é revelado que ao voltarmos no tempo, de fato ele volta a seu curso normal, onde TIM É O VERDADEIRO MONSTRO, e ela na realidade estava armando armadilhas para que ele não a alcance. E isso se dá até o “Monstro”, representado na forma de um cavaleiro, salvar ela e cairmos no Epilogo, com mais e mais passagens. Chocante, não é?!

NÃO, não é tão chocante assim quanto o VERDADEIRO FINAL. Em certas fases há algumas estrelas, que estão ou muito bem escondidas ou estão em locais que precisam de MUITA paciência para ser localizadas. E quando sete estrelas são localizadas, e Tim entra no ultimo mundo…tudo muda. Vejam por vocês mesmos:

 

No verdadeiro final, ao fazer certas coisas na fase Tim enfim encontra a Princesa, e no momento que ambos se encontram, a Princesa entra em uma espécie de fissão e EXPLODE, e a ultima estrela fica disponível no quarto dela. Graças a esse final e certas dicas do epilogo, é possível deduzir que Tim estava fabricando a bomba atômica, e que depois de diversas tentativas e erros, encontrar a Princesa é uma ótima representação de que seu objetivo foi concluído. Isso é mais comprovado ainda quando instintivamente você tenta apertar o Shift novamente, mas o tempo não volta mais. Ou seja, não é mais necessário reparar um erro. O trabalho foi concluído.

Mesmo com as dicas passadas no decorrer e final de jogo, as interpretações são inúmeras, e o próprio Johnathan Blow disse que é um jogo de múltiplos entendimentos. A princesa mesmo pode ser interpretada como qualquer outro objetivo a ser alcançado, ou algo que eu vi pesquisando um pouco mais, que o Cavaleiro pode ser a representação da consciência do Tim, que não o deixa finalizar sua busca, ou até mesmo que a mecânica de voltar no tempo e tentar de novo seja uma alegoria para nossas tentativas e erros da vida, como eu citei no inicio do texto.

Eu afirmo que Braid é um excelente jogo, mas friso que não jogue ele na pressa ou para tentar relaxar, pois os puzzles do jogo são do tipo “simples, mas que o jogador quebra o teclado antes de resolver”. Inclusive um recurso interessante é que ao contrário de Portal, onde você PRECISA resolver aquele puzzle no momento que ele é apresentado, no Braid é possível seguir para o próximo enigma mesmo se não tiver resolvido o anterior, deixando ele para outra ocasião. E reitero que é um ótimo jogo com propriedade, pois finalizei ele três vezes, sendo que na terceira fechei ele pegando as estrelas (o que é agoniante, mas recompensador).

Todas as estrelas...ufa!
Todas as estrelas, formando a constelação de Andrômeda (não o Shun, caraca!)

 

É difícil falar de tudo que o jogo aborda sem escrever muito (o que de fato não gosto). Ou seja, se tiver alguma promoceta bacana no Steam, não pense duas vezes e compre para ter seu próprio entendimento.

Reseta Isso Aí #13 – Santa Rola a Três

Olá pessoas, já estava me esquecendo o que era o prazer de postar video no site.

Como sabem, a demora de postagens se deu por conta da minha participação do Brazil Mangá Awards, o qual ainda não sei o resultado. Porem agora posso postar minhas coisas em dia, como o Crossover FAIL+ (que logo postarei por aqui), e o nosso xodó, o Reseta Isso Aí.

Saints Row: The Third é um jogo que eu e o Fernando “Viadão” Moraes jogamos a rodo, mas por conta de maquinas falhas eu não gravava nada. POR ENQUANTO. Se notarem certa demora no áudio, é por conta de delays extremos entre áudio e vídeo. Mas na medida do possível foi consertado, mesmo usando certos cortes secos em partes. Enfim, aproveitem.

 

 

Não se esqueçam de assinar tanto o meu canal no Youtube quanto o do Viadão e seu Beer Drops, a formidabilidade etílica do Noreset.

Reseta isso aí #11 – Batalha contra forças malignas…ou malégnas?!

Olá pessoas. demorou, mas não falhou o vídeo do Reseta isso aí, não é?

Sendo curto e grosso, o motivo da demora foi esquecimento mesmo, hahahaha. E por isso, peço desculpas. Enfim, fazia tempo que não postava a continuação daquela jogatina marota de Metal Slug 3 com o Fernando Moraes, então postei a continuação das nossas aventuras nesse jogo onde o senso estético é…digamos, unico.

 

Sim, caso nunca tenham visto o “Vai Seiya” no Youtube, PROCUREM JÁ!!!

Reseta Isso Aí #10 – Deixado de 4 Para Morrer (Duas Vezes)

Olá pessoas.

Depois de uma postagem de rabiscos da minha pessoa, nada como em um curto espaço de tempo postar video de gameplay, não é mesmo?! Por muito tempo, eu e o Fernando Moraes jogamos inúmeros FPS, porem não tivemos chance de gravar nenhum deles…ATÉ AGORA. Hoje a jogatina malevolente fica com Left 4 Dead 2, com direito a abertura ultra-zuadora:

Sim, amigos. Enquanto eu não arrumar uma forma de me “auto-zuar”, a vitima será o Viadão Bonito do site, hehehehe.

Reseta Isso Aí #7 – Captain Commando…para Matar

Olá pessoas, pessoas e pessoas.

Demorou mais que o previsto, mas saiu vídeo novo do Reseta isso Aí. A demora foi devido ao fato de ter comprado um novo PC, e aquela burocracia toda de migrar antigos arquivos para o PC novo. Sabem como é?

Enfim, apesar do vídeo estar um pouco longo, espero que curtam pois essa bagaça ficou engraçada devido às piadas minhas e do Fernando Moraes. E também por termos terminado o jogo nesse meio tempo.

Já sabem, querem ver mais coisas acessem o meu canal do Youtube clicando aqui. Todos os outros vídeos estão lá, para apreciação.

Reseta Isso Aí #6 – Commando, Commando, Commando…

Olá pessoas, quantos textos revolucionários por parte da galera séria do site,né? Enfim, vamos à zueira.

Para variar mais uma vez, e enquanto apanhávamos dos emuladores, eis que Fernando Moraes sugeriu que jogássemos Captain Commando, um clássico dos arcades pelo qual eu nem passei o olho. Não me culpem, eu não era lá um “piolho dos arcades”, e boa parte dos jogos eu descobri quando mais velho. Isso tornou tudo mais engraçado. Ou inusitado, escolha como preferir.

Enfim, tomem:


Para fins de esclarecimento: usamos o emulador Kawaks para o jogo, eu gravei o áudio e vídeo do jogo usando o Camtasia, e para gravação de chamadas de Skype há inúmeros gravadores, como o Pamella, Tapur, Callgraph, entre outros.

  • Nota do “Viadão Bonito” – Eu uso o HD Call, que eu indico fortemente. Você pode, assim como eu, comprar a licença vitalícia e aproveitar as configurações que ele dá. Além disso, de todos os que testei, ele foi o único que não deu nenhum problema com gravação, do tipo dar lag em algumas frases.

Reseta Isso Aí #5 – Everybody Loves Velho do Hadouken

Olá pessoas, pessoas e pessoas. Tudo certo?

Eu disse da outra ocasião que tentaria fazer de modo que a Reseta Isso Aí fosse uma atração quinzenal, e eu falhei. Tentarei botar em dia as coisas, já que eu e o senhor Fernando Moraes gravamos outras coisas no processo, e espero que deem dicas de jogos das antigas que podem ser jogados. Relembrando que o intento maior é jogar jogos antigos, afinal gameplay de games atuais é o que não falta no Youtube.

Enfim, vamos continuar brincando no Metal Slug X, desta vez à caça do mítico Velho do Hadouken, ainda com a supervisão do Sir Madruga Jackson:

 

Não sei se sacaram, mas a mensagem final é o que está acontecendo com a série Game of Thrones atualmente. Inumeras revoltas, hahahahaha.